por Charles Ferguson, diretor do filme Trabalho Interno (2010)
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Charles Ferguson e o "Inside Job" acadêmico nos EUA
Artigo
recomendado
domingo, 20 de maio de 2012
Trilha sonora: Valsa Brasileira
Chico Buarque e Edu Lobo
Vivia a te buscar
Porque pensando em ti
Corria contra o tempo
Eu descartava os dias
Em que não te vi
Como de um filme
A ação que não valeu
Rodava as horas pra trás
Roubava um pouquinho
E ajeitava o meu caminho
Pra encostar no teu
Subia na montanha
Não como anda um corpo
Mas um sentimento
Eu surpreendia o sol
Antes do sol raiar
Saltava as noites
Sem me refazer
E pela porta de trás
Da casa vazia
Eu ingressaria
E te veria
Confusa por me ver
Chegando assim
Mil dias antes de te conhecer
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Se a memória não me falha e se a vista não me pisca, era tudo pra ser feito com dinheiro do Batista
Destak SP 04-05-2012
Custo inicial com estádios triplica e vai a R$ 6,9 bilhões
Se bem me lembro, primeiro vieram as indefectíveis declarações dos interessados diretos asseverando que seria tudo feito com dinheiro privado, ante o silêncio conivente das autoridades federais, estaduais e municipais, todas perfeitamente conscientes de que tais promessas não passavam de uma conveniente mentira - como no Pan2007.
Um aspecto incontornável da política de gastos públicos (se não é política é o que?) com a Copa do Mundo e as Olimpíadas é deixarem-se de lado, ou postergarem-se, projetos alternativos.
A propósito, vale refletir sobre uma notícia que deu n'O Globo há algum tempo, dando conta de que o Arco Rodoviário atrasaria 4 anos e custaria o dobro do preço.[1]
Na linguagem do Maracanã de antigamente, ficaria assim: "A SUDERJ informa: Substituição no Rio de Janeiro: Sai Arco Rodoviário, entra Maracafifa".
O trade-off governamental entre infraestruturas críticas e estádios de retorno duvidoso é um interessante tema para um futuro desdobramento do artigo “Copa e Olimpíada: política anti-crise, de desenvolvimento ou de prestígio?”, postado em Uma estranha e gigantesca ave sobre Barcelona em 09-10-2011. [2]
2012-05-10
___
[2] http://www.avebarna.com/2011/10/copa-e-olimpiada-politica-anti-crise-de.htmlUm aspecto incontornável da política de gastos públicos (se não é política é o que?) com a Copa do Mundo e as Olimpíadas é deixarem-se de lado, ou postergarem-se, projetos alternativos.
A propósito, vale refletir sobre uma notícia que deu n'O Globo há algum tempo, dando conta de que o Arco Rodoviário atrasaria 4 anos e custaria o dobro do preço.[1]
Na linguagem do Maracanã de antigamente, ficaria assim: "A SUDERJ informa: Substituição no Rio de Janeiro: Sai Arco Rodoviário, entra Maracafifa".
O trade-off governamental entre infraestruturas críticas e estádios de retorno duvidoso é um interessante tema para um futuro desdobramento do artigo “Copa e Olimpíada: política anti-crise, de desenvolvimento ou de prestígio?”, postado em Uma estranha e gigantesca ave sobre Barcelona em 09-10-2011. [2]
2012-05-10
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terça-feira, 8 de maio de 2012
Achou!!!
Bom Dia Brasil 09-05-2012
terça-feira, 1 de maio de 2012
Manda ver!
IG online 01-05-2012
"É inadmissível que o Brasil continue com um dos juros
mais altos do mundo", disse a presidenta.
Dilma terá todo o meu apoio e, eu tenho certeza, da imensa maioria da nação, se estender a sua indignada braveza à gastança do dinheiro público em isenções e investimentos copísticos e olímpicos de retorno mais do que duvidoso e colocar rédea curta também nas empreiteiras e concessionárias que se acham donas do Brasil.
2012-05-01
Na TV, Dilma eleva tom a bancos privados e pede corte em
juros
"É inadmissível que o Brasil continue com um dos juros
mais altos do mundo", disse a presidenta.Dilma terá todo o meu apoio e, eu tenho certeza, da imensa maioria da nação, se estender a sua indignada braveza à gastança do dinheiro público em isenções e investimentos copísticos e olímpicos de retorno mais do que duvidoso e colocar rédea curta também nas empreiteiras e concessionárias que se acham donas do Brasil.
2012-05-01
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