Mostrando postagens com marcador patronato. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador patronato. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 6 de abril de 2023

Inteligência natural

Estado de S Paulo 05-04-2023
https://www.estadao.com.br/economia/negocios/montadoras-buscam-volta-carro-popular/

(..) O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), José Andreta Júnior, afirmou que o setor precisa de escala; do contrário, não consegue gerar rentabilidade, o que poderia abrir as portas para demissões no setor. Estudo da consultoria S&P Global mostra que as montadoras operam com quase 40% de ociosidade. (..) Na semana passada, Antonio Filosa, presidente na América do Sul da Stellantis – dona da Fiat, da Jeep, da Peugeot e da Citroën –, também se mostrou empenhado na volta dos chamados carros populares. (..) Para baratear o preço, defendeu a redução de impostos, definir os itens de segurança essenciais e baratear o crédito. (..)"

Montagem: Avebarna

2023-04-06

sábado, 9 de setembro de 2017

Suma sociológica III

Piauí Setembro de 2017 (No 132), por Fernando Haddad 

(Des)ilusões liberais - FHC, Lula e a ficção histórica de Marcos Lisboa
Montagem: Avebarna
(..) FHC, desde sempre, não depositava muita confiança na burguesia nacional e imaginava um acoplamento da economia nacional à ordem mundial de tipo subcapitalista. Em outras palavras, FHC via a burguesia nacional apenas como um sócio menor e dependente do capital internacional.
Lula, ao contrário, sem negar nossas dificuldades históricas, imaginava a possibilidade do exercício de um subimperialismo, de tipo regional, mediante a internacionalização do capital nacional feita com o apoio do Estado nacional, mas limitada pela ação do capital internacional. O BNDES, sob Lula, agiu para promover essa internacionalização regionalizada, impulsionando os setores que demonstravam maior aptidão para a tarefa: o agronegócio e a construção pesada. (Destaques Avebarna)

2017-09-09

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Luta de classe

UOL Notícias 25-08-2017, por Carlos Madeiro

Evento com Lula e Dilma em PE vira ato contra a Lava Jato 
Montagem www.avebarna.blogspot.com.br
Imagem original Internet

(..) O coordenador da FUP (Federação Única dos Petroleiros), José Maria Rangel, afirmou que há um "desmonte do nosso país" causado pela Operação Lava Jato. "Sim, ela tem todo direito de investigar quem quiser, dando o legitimo direito de defesa. Mas o que ela não tem o direito é de destruir o país, como está", afirmou.

Para Rangel, por causa da Lava Jato, o país teve uma queda do PIB (Produto Interno Bruto) de 3,8%. "São mais de 3 milhões desempregados, fruto da Operação Lava Jato, que destruiu as nossas maiores construtoras e está acabando com a Petrobras, que talvez seja a única empresa que tenha hoje a capacidade de capilaridade de voltar a fazer a roda da economia girar. (..)” 

 2017-09-07

sábado, 24 de dezembro de 2016

BR Uniclass

BBC Brasil 23-12-2016, por Mariana Schreiber

Montagem: Avebarna
Qual o impacto das mudanças trabalhistas anunciadas por Temer?

(..) "Não existe divisão de classe no Brasil, todos são brasileiros. E agora estamos unidos contra o pior de todos os problemas de nosso país, que é o desemprego", disse o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira. (..)

2016-12-24

sábado, 18 de agosto de 2012

O tesouro de Bengala

O Globo 15-08-2012, por D Fariello, V Oswald, R Setti e P C Pereira

Empresários elogiam pacote e o chamam de ‘kit felicidade’

Montagem: Avebarna
Imagens originais: Google
Clique na imagem para ampliar
Concessão de rodovias e ferrovias injetará R$ 80 bilhões no setor de transporte em 5 anos. O empresariado gostou do novo programa de concessão de rodovias e ferrovias que, segundo o governo anunciou nesta quarta-feira, injetará R$ 79,5 bilhões nos setores até 2017. O bilionário Eike Batista resumiu a satisfação chamando o programa de “kit felicidade” para empresários. (...)


Pergunta: se os serviços públicos são tão bom negócio, por que o governo não os concede a si mesmo, contrata quem os opere por uma remuneração básica - como a que os incorporadores imobiliários pagam aos construtores - e fica com o excedente para custear o investimento na reforma e ampliação dos sistemas?


Serão as rodovias e ferrovias do Brasil concedidas à maneira anunciada para o "MaracaNew" - o Estado o reconstrói ao custo de R$ 1 bilhão e o concede a Eike, novinho em folha, para explorar?

Estaríamos caminhando para a concessão do Brasil a um consórcio de empreiteiras liderado por Clive Batista?

2012-08-18