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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Avebarna Fridays for Future

The Guardian 11-02-2026, por Damian Carrington
https://www.theguardian.com/environment/2026/feb/11/point-of-no-return-hothouse-earth-global-heating-climate-tipping-points

The world is closer than thought to a “point of no return” after which runaway global heating cannot be stopped, scientists have said.


Continued global heating could trigger climate tipping points, leading to a cascade of further tipping points and feedback loops, they said. This would lock the world into a new and hellish “hothouse Earth” climate far worse than the 2-3C temperature rise the world is on track to reach. The climate would also be very different to the benign conditions of the past 11,000 years, during which the whole of human civilization developed.

At just 1.3C of global heating in recent years, extreme weather is already taking lives and destroying livelihoods across the globe. At 3-4C, “the economy and society will cease to function as we know it”, scientists said last week, but a hothouse Earth would be even more fiery. (..)

2026-02-20


sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Avebarna Fridays for Future

G1 Globo 25-01-2026, por The Conversation Brasil
https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2026/01/25/mundo-entrou-em-estado-de-falencia-hidrica-alertam-pesquisadores-da-onu.ghtml

O mundo está usando tanta água doce em meio às consequências das mudanças climáticas que entrou em uma era de “falência hídrica”, com muitas regiões incapazes de se recuperar da frequente falta de água.

Cerca de 4 bilhões de pessoas — quase metade da população global — vivem sob escassez severa de água por pelo menos um mês por ano, sem acesso a água suficiente para atender a todas as suas necessidades. Muitas outras pessoas estão vendo as consequências do déficit hídrico: reservatórios secos, cidades afundando, quebras de safra, racionamento de água e incêndios florestais e tempestades de areia e poeira mais frequentes.


Os sinais de falência hídrica estão por toda parte, desde Teerã, onde as secas e o uso insustentável da água esgotaram os reservatórios dos quais a capital iraniana depende, alimentando as tensões políticas, até os EUA, onde a demanda por água ultrapassou a oferta do Rio Colorado, uma fonte crucial de água potável e irrigação para sete estados americanos.

A falência hídrica não é apenas uma metáfora para o déficit hídrico. É uma condição crônica que se desenvolve quando um local usa mais água do que a natureza pode reabastecer de forma confiável e quando os danos aos ativos naturais que armazenam e filtram essa água, como aquíferos e zonas úmidas, se tornam difíceis de reverter.

Um novo estudo que conduzi com o Instituto da Universidade das Nações Unidas para a Água, o Meio Ambiente e a Saúde conclui que o mundo já ultrapassou o ponto das crises hídricas temporárias. Muitos sistemas hídricos não são mais capazes de retornar às suas condições naturais históricas. (..)

2026-02-13

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Avebarna Fridays for Future

CNN Brasil 23-01-2026, por Pedro Côrtes / ClimaInfo
https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/pedro-cortes/ciencia/falencia-global-da-agua-o-ativo-invisivel-que-o-mundo-ja-esgotou/

Um novo relatório da ONU Brasil muda de forma radical a maneira como o mundo enxerga a crise hídrica. Segundo o Global Water Bankruptcy, publicado em 2026 pelo instituto da ONU para Água, Meio Ambiente e Saúde, a escassez deixou de ser um fenômeno pontual e passou a refletir um desequilíbrio estrutural entre a capacidade de reposição da natureza e o volume de água consumido pela economia global.

O diagnóstico aponta que rios, lagos, aquíferos, solos e geleiras estão sendo explorados além de seus limites seguros, comprometendo a capacidade dos sistemas hídricos de se regenerar. Parte dele foi literalmente retirada do sistema, parte tornou-se inutilizável por contaminação, e outra se perdeu com o degelo acelerado das geleiras, desmontando mecanismos naturais de regulação climática e hidrológica.

Diante desse cenário, a ONU defende abandonar a lógica de gestão de crises e adotar uma gestão da falência hídrica, baseada no reconhecimento dos limites físicos do planeta, na redução de usos incompatíveis e na incorporação de justiça social. Ignorar a insolvência, alerta o documento, apenas aprofunda os riscos do ativo mais essencial da economia global.

2026-01-30

sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

Avebarna Fridays for Future

O Estado de S Paulo 11-11-2025, por Karla Spotorno
https://www.estadao.com.br/ciencia/a-meta-que-carlos-nobre-defende-mudar-para-salvar-planeta-de-colapso-climatico-risco-de-epidemias/

"Tem de mudar a meta do Acordo de Paris”, disse Nobre, que está em Belém para a COP-30, em entrevista ao Estadão / Broadcast. 


“Estamos muito perto de chegar ao 1,5º Celsius de aquecimento global. Se mantivermos a direção de zerar as emissões líquidas só em 2050, vamos passar de 2º Celsius”, afirmou Nobre, acrescentando que alguns estudos mostram o risco de a temperatura média global do planeta aumentar em 2,5º Celsius. Além do derretimento de geleiras e da extinção de 18% a 25% da biodiversidade dos oceanos, um aquecimento mais alto vai aumentar o já “risco gigantesco de epidemias, como já vimos na Amazônia em 2024”, segundo Nobre.

“Se continuarmos a perturbar a natureza desse jeito, vamos ver mais epidemias e pandemias. No ano passado, a região da Amazônia já viu epidemias da febre mayaro e da febre oropouche”, afirmou Nobre, único cientista brasileiro a participar da coalizão de universidades e organizações científicas chamada Planetary Science. (..)


2025-12-05

sexta-feira, 28 de novembro de 2025

Avebarna Fridays for Future

CNN COP 30 22-11-2025, por Fernando Nakagawa
https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/fernando-nakagawa/internacional/analise-cop30-mostra-que-o-mundo-precisa-vender-veneno-para-pagar-antidoto/

COP30 mostra que mundo precisa vender veneno para pagar antídoto


Belém não alcança consenso para combustíveis fósseis; Brasil da energia verde e Margem Equatorial resumem contradição climática e econômica


Os combustíveis fósseis drenaram parte do capital político da presidência brasileira nos últimos meses, mas o esforço diplomático esbarrou na dura realidade econômica.

Em Belém, o recado foi claro: o mundo ainda não está pronto para desligar as máquinas que nos trouxeram até aqui. E, assim, a COP30 explicitou que a transição energética continua refém do dinheiro do petróleo.

Para compreender esse impasse global, não é necessário olhar para longe. Basta examinar o quintal – ou melhor, o mar – do anfitrião. O Brasil de 2025 encarna, com precisão cirúrgica, as contradições do planeta Terra.

Nas últimas duas semanas, diplomatas brasileiros agiram como nunca para costurar um compromisso de redução da dependência fóssil.

O argumento era claro: essa é a energia que mais polui, e uma transição desordenada será infinitamente mais cara e instável do que um declínio planejado. A ministra Marina Silva liderou o discurso, tentando vender a ideia de que a “ordem” no abandono do petróleo é tão vital quanto o abandono em si.

No entanto, a proposta naufragou nas salas de reunião bem refrigeradas de Belém. E a ironia é que os argumentos usados pelas potências globais para derrubar o plano são os mesmos ouvidos nos corredores de Brasília para defender a exploração da Margem Equatorial.

O governo Lula vive esse dualismo, essa incongruência: advoga pela descarbonização no palco, mas, na prática, segue com o petróleo como uma prioridade nos bastidores e principalmente nas contas.

A exploração de novas fronteiras de óleo e gás não é apresentada como um projeto de futuro, mas como uma necessidade fiscal — uma "vaca leiteira" indispensável para financiar a própria revolução verde.

A lógica do “mal necessário” prevaleceu. Sem os royalties do petróleo, argumentam os pragmáticos de Brasília, não há capacidade econômica para subsidiar eólicas, solares ou hidrogênio.

Ao final, a COP30 expôs a realpolitik climática.

O Brasil defendeu a necessidade urgente de um antídoto para a febre do planeta. É um remédio amargo e caríssimo. E o mundo respondeu a esse plano: a única forma para pagar a conta é continuar vendendo o veneno.

2025-11-28

domingo, 23 de novembro de 2025

Anais do capitalismo mais-que-tardio

rfi Brasil 22-11-2025
https://www.rfi.fr/br/brasil/20251122-acordo-fraco-da-cop30-decepciona-em-bel%C3%A9m-mas-brasil-impulsiona-debate-para-afastamento-do-petr%C3%B3leo

Não foi desta vez que os países reunidos para a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas atacaram o cerne do problema à altura da emergência climática. O acordo final da COP30 não menciona a necessidade de um roteiro para os países diminuírem a dependência dos combustíveis fósseis. No lugar, foi lançada uma iniciativa para debater o assunto entre os países.


Jura? Mas por quê só pensou nisso depois, e não antes, da COP30? 

2025-11-23

sexta-feira, 21 de novembro de 2025

Avebarna Fridays for Future

CNN Brasil 10-11-2025, por CNN Brasil
https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/amazonia-esta-no-limite-da-degradacao-diz-pesquisador/

A Amazônia está próxima de atingir um ponto crítico de degradação ambiental que pode resultar em mudanças irreversíveis para o bioma, alerta Carlos Nobre, meteorologista e pesquisador pioneiro no estudo do fenômeno da savanização da região, em entrevista ao CNN Novo Dia.


O cientista, que iniciou suas pesquisas no final dos anos 1980, quando a Amazônia apresentava apenas 7% de área desmatada, revela que atualmente o desmatamento atinge entre 17% e 18% de toda a região, chegando a 22% na porção brasileira do bioma. (..)

Se o ponto de não-retorno for ultrapassado, Nobre adverte que entre 30 e 50 anos cerca de 70% da floresta amazônica pode ser perdida. O pesquisador ressalta que o bioma desenvolveu, ao longo de milhões de anos, mecanismos únicos de estabilidade climática, tendo absorvido mais de 150 bilhões de toneladas de carbono. (..)

2025-11-28

sexta-feira, 7 de novembro de 2025

Avebarna Fridays for Future

Folha de S Paulo 08-10-2025 / via Clima info
https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2025/10/nao-da-para-discutir-carro-eletrico-na-cop30-se-45-da-africa-nao-tem-eletricidade-diz-negociador.shtml


A fala do negociador Richard Muyungi, da Tanzânia, expõe uma das maiores contradições do debate climático global: enquanto países desenvolvidos pressionam por metas de descarbonização e adoção de veículos elétricos, quase metade da população africana ainda vive no escuro, sem acesso sequer à energia básica para cozinhar, estudar ou trabalhar.

Muyungi destacou que o continente africano enfrenta uma crise estrutural de energia, com redes elétricas frágeis, alto custo de expansão e dependência de fontes fósseis, mesmo tendo grande potencial em renováveis como solar e eólica. Para ele, antes de cobrar metas de eletrificação “verde”, é preciso garantir que a energia chegue a quem nunca teve. A prioridade deve ser o desenvolvimento, a infraestrutura e a inclusão energética, não apenas a substituição tecnológica.

Sem acesso universal à eletricidade, qualquer “transição energética” será apenas um privilégio de poucos. A justiça climática começa garantindo energia limpa e acessível para todos, não deixando quase meio continente para trás.


2025-11-07

sexta-feira, 31 de outubro de 2025

Avebarna Fridays for Future

The Guardian 28-10-2025
https://www.theguardian.com/environment/2025/oct/28/change-course-now-humanity-has-missed-15c-climate-target-says-un-head

In his only interview before next month’s Cop30 climate summit, António Guterres acknowledged it is now “inevitable” that humanity will overshoot the target in the Paris climate agreement, with “devastating consequences” for the world.


He urged the leaders who will gather in the Brazilian rainforest city of Belém to realise that the longer they delay cutting emissions, the greater the danger of passing catastrophic “tipping points” in the Amazon, the Arctic and the oceans.

“Let’s recognise our failure,” he told the Guardian and Amazon-based news organisation Sumaúma. “The truth is that we have failed to avoid an overshooting above 1.5C in the next few years. And that going above 1.5C has devastating consequences. Some of these devastating consequences are tipping points, be it in the Amazon, be it in Greenland, or western Antarctica or the coral reefs. (..)

2025-10-31

sexta-feira, 26 de setembro de 2025

Avebarna Fridays for Future

CNN Brasil 21-09-2025, por Laura Paddison
https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/ciclo-global-da-agua-esta-cada-vez-extremo-alerta-relatorio-da-onu/

O ciclo global da água se tornou "cada vez mais errático e extremo", com oscilações bruscas entre secas e inundações, o que representa grandes problemas para economias e sociedades, de acordo com um relatório publicado na quinta-feira (18) pela OMM (Organização Mundial de Meteorologia), agência especializada da Organização das Nações Unidas. (..)


Quase dois terços das bacias hidrográficas globais não apresentaram "condições normais" no ano passado, enfrentando excesso ou escassez de água, de acordo com o relatório "Estado dos Recursos Hídricos Globais" da OMM, uma análise anual da água doce global, incluindo córregos, rios, lagos, reservatórios, águas subterrâneas, neve e gelo.

Muitas regiões enfrentaram a escassez de água em 2024, o ano mais quente já registrado no planeta.

Os rios do Amazonas atingiram níveis sem precedentes, partes do sul da África sofreram uma seca tão extrema que governos disseram que precisaram sacrificar centenas de animais, incluindo elefantes, e as plantações murcharam em áreas dos Estados Unidos, como Texas, Oklahoma e Kansas. (..)

2025-09-26

domingo, 14 de setembro de 2025

Anais do capitalismo mais-que-tardio

NY Times 12-09-2025, por Maxine Joselow
https://www.nytimes.com/2025/09/12/climate/epa-emissions-data-collection-halt.html

(..) The Environmental Protection Agency moved on Friday to stop requiring thousands of polluting facilities to report the amount of heat-trapping greenhouse gases that they release into the air. The E.P.A. proposal would end requirements for thousands of coal-burning power plants, oil refineries, steel mills and other industrial facilities across the country. The government has been collecting this data since 2010 and it is a key tool to track carbon dioxide, methane and other gases that are driving climate change. (..)


2025-09-14

sexta-feira, 8 de agosto de 2025

Avebarna Fridays for Future


The Guardian 05-08-2025
https://www.theguardian.com/us-news/2025/aug/05/environmental-agency-climate-justice-grants-freeze-lawsuit
The Trump administration’s decision to abruptly terminate a $3bn program helping hundreds of communities prepare for climate disasters and environmental hazards is unconstitutional and should be overturned, a court will hear on Tuesday.



A coalition of non-profits, tribes and local governments is suing the Environmental Protection Agency (EPA) and the agency’s administrator, Lee Zeldin, for terminating the entire Environmental and Climate Justice (ECJ) block grant program – despite a legally binding mandate from Congress to fund the Biden-era initiative. It’s a first-of-a-kind proposed class-action lawsuit that would force the EPA and Zeldin to reinstate the program and each individual grant, rather than forcing the recipients to sue individually.

2025-08-08

sexta-feira, 18 de julho de 2025

Avebarna Fridays for Future


The Guardian 15-07-2025
https://www.theguardian.com/environment/2025/jul/15/climate-groups-call-uk-wealth-tax-make-super-rich-fund-sustainable-economy
A growing number of climate groups are campaigning for the introduction of a wealth tax to ensure the transition to a sustainable economy is not done “on the backs of the poor”. Last week campaigners from Green New Deal Rising staged a sit-in outside the Reform UK party’s London headquarters as part of a wave of protests targeting the offices, shops and private clubs of the super-rich across the UK.


The Pay Up Campaign – backed by more than 20 civil society groups including Friends of the Earth, the National Education Union and Tax Justice UK – is calling on the government to bring in a series of wealth taxes as an alternative to spending cuts. It is one of a number of campaign initiatives focused on overhauling the tax regime being run by climate groups who say the revenue from the ultra-rich could fund investment, restore crumbling public services and help tackle the climate emergency.

2025-07-18

sexta-feira, 11 de julho de 2025

Avebarna Fridays for Future


The Guardian 26-06-2-25
https://www.theguardian.com/environment/ng-interactive/2025/jun/26/tippping-points-amazon-rainforest-climate-scientist-carlos-nobre

For more than three decades, Brazilian climate scientist Carlos Nobre has warned that deforestation of the Amazon could push this globally important ecosystem past the point of no return. Working first at Brazil’s National Institute for Space Research and more recently at the University of São Paulo, he is a global authority on tropical forests and how they could be restored. In this interview, he explains the triple threat posed by the climate crisis, agribusiness and organised crime.

2025-07-11

sexta-feira, 4 de julho de 2025

Avebarna Fridays for Future

The Guardian 30-06-2025
https://www.theguardian.com/environment/2025/jun/30/un-expert-urges-criminalizing-fossil-fuel-disinformation-banning-lobbying


A leading UN expert is calling for criminal penalties against those peddling disinformation about the climate crisis and a total ban on fossil fuel industry lobbying and advertising, as part of a radical shake-up to safeguard human rights and curtail planetary catastrophe. Elisa Morgera, the UN special rapporteur on human rights and climate change who presents her damning new report to the general assembly in Geneva on Monday, argues that the US, UK, Canada, Australia and other wealthy fossil fuel nations are legally obliged under international law to fully phase out oil, gas and coal by 2030 – and compensate communities for harms caused. (..)

2025-07-04

domingo, 29 de junho de 2025

Anais do capitalismo mais-que-tardio


The Guardian 27-06-2025
https://www.theguardian.com/technology/2025/jun/27/trump-tax-bill-ai-climate-emissions


US Republicans are pushing to pass a major spending bill that includes provisions to prevent states from enacting regulations on artificial intelligence. Such untamed growth in AI will take a heavy toll upon the world’s dangerously overheating climate, experts have warned. About 1bn tons of planet-heating carbon dioxide are set to be emitted in the US just from AI over the next decade if no restraints are placed on the industry’s enormous electricity consumption, according to estimates by researchers at Harvard University and provided to the Guardian. (..)

2025-06-29

sexta-feira, 20 de junho de 2025

Avebarna Fridays for Future


The Guardian 18-06-2025
https://www.theguardian.com/environment/2025/jun/18/only-two-years-left-of-world-carbon-budget-to-meet-15c-target-scientists-warn-climate-crisis

The planet’s remaining carbon budget to meet the international target of 1.5C has just two years left at the current rate of emissions, scientists have warned, showing how deep into the climate crisis the world has fallen. Breaching the target would ramp up the extreme weather already devastating communities around the world. It would also require carbon dioxide to be sucked from the atmosphere in future to restore the stable climate in which the whole of civilisation developed over the past 10,000 years.


2025-06-20

sexta-feira, 23 de maio de 2025

Avebarna Fridays for Future


Observatório do Clima 21-05-2025
https://www.oc.eco.br/senado-aprova-desmonte-do-licenciamento-ambiental-no-pais/

Texto patrocinado pelo presidente da Casa é o maior ataque à legislação ambiental das últimas quatro décadas; votação ocorre a menos de seis meses da COP30 e amplia retrocessos do projeto que havia sido aprovado na Câmara

https://www.cnnbrasil.com.br/politica/licenciamento-ambiental-sofreu-golpe-de-morte-no-congresso-diz-marina/

Tudo indica que a 'questão ambiental' - do licenciamento de projetos à extração de petróleo na foz do Amazonas - está acima do poder presidencial de Lula, mais exatamente do papel político que escolheu desempenhar. Vejo, por isso, a presença de Marina Silva em seu governo como um enorme desperdício. Muito melhor para todos nós, Lula incluído, seria ela se juntar aos inumeráveis movimentos ecológicos que pululam pelo mundo sem perspectiva clara de como se tornar forças relevantes. O movimento de alerta e mobilização para evitar o colapso ambiental que assoma no horizonte é, antes de mais nada e por definição, internacionalista e independente de Estados e governos nacionais.

2025-05-23