quarta-feira, 18 de outubro de 2017

A República Insepulta II

Deu no El País Brasil online
18-10-2017, por Afonso Benites
Senado salva mandato de Aécio Neves 
Brasília, junho de 2013


Presidente usurpador, Congresso impostor, STF fiador.
E tudo em nome da Constituição.
Qual é a saída?

2017-10-18


A República Insepulta

Deu no El País Brasil online
18-10-2017, por Afonso Benites
Senado salva mandato de Aécio Neves 
Alegando agir em nome da soberania do Senado e embasados na Constituição, e não de olho em seus próprios problemas judiciais, os senadores devolveram as funções parlamentares do senador Aécio Neves (PSDB-MG) nesta terça-feira. O placar foi de 44 votos a favor do tucano e 26 contrários. O senador mineiro estava afastado do Congresso Nacional e impedido de deixar sua residência no período noturno desde 26 de setembro. O afastamento foi determinado por decisão da 1a Turma do Supremo Tribunal Federal, mas foi o próprio Supremo, desta vez em sua formação completa, que decidiu na semana passada que os parlamentares deveriam ter a última palavra sobre esse tipo de restrição (Continua)


2017-10-18


segunda-feira, 16 de outubro de 2017

A força é a união dos diferentes (Zao tsi fu)

No íntimo de cada brasileiro que um dia elegeu Lula presidente, e que, independentemente do grau de desilusão com os governos do PT-PMDB, percebeu no impeachment de Dilma uma manobra descarada para beneficiar clubes empresariais em estresse recessivo e proteger escroques parlamentares em pânico investigativo, há de haver a indagação do motivo pelo qual os dois grandes partidos nacionais autoidentificados como de esquerda, o PT e PSOL, se mostram tão desinteressados de buscar um mínimo denominador, vale dizer uma iniciativa comum capaz de reunir as multidões brasileiras em prol dos objetivos de quase todos: defenestrar o presidente usurpador, encurralar o Congresso impostor e, por tabela, neutralizar o STF fiador dessa ordem malsã para abrir passo – no mais curto prazo possível – a eleições gerais verdadeiramente democráticas, isto é, livres da influência predatória do poder do dinheiro.

Não é, definitivamente, a unidade ou frente das esquerdas o que importa – cada indivíduo tem a sua opinião e cada organização o seu programa. Quem, afinal, precisa do pensamento único? O que importa é a unidade dos diferentes - lulistas e não lulistas; nacionalistas e internacionalistas; socialistas e ambientalistas - em luta por objetivos democráticos comuns; é a frente das multidões por metas compartilhadas que sirvam à construção de uma democracia substantiva em nosso país.

Esperar passivamentecada um na sua, as eleições previstas para 2018 é passar recibo da vampiragem generalizada em que se transformou a Nova República; e deixar crescer o desconcerto e a frustração, ambiente ideal para a multiplicação das chances do azar.



2017-10-15


domingo, 15 de outubro de 2017

O Império contra-ataca



Europa dice no a la secesión
(..) Es necesario, en primer lugar, ser muy respetuosos con el principio de realidad. Ni la Unión Europea, ni los principales países del mundo están dispuestos a favorecer la ruptura de España. Al contrario. Los pronunciamientos de los últimos días no dejan ninguna duda al respecto. El presidente del Consejo Europeo, Donald Tusk, principal figura institucional de la Unión, ha recomendado diálogo entre Madrid y Barcelona dentro de la Constitución. Diálogo sin uso de la fuerza. El presidente de la Comisión Europea, Jean-Claude Juncker, declaraba ayer que la Unión se opone a una hipotética independencia de Catalunya, entre otras razones, por el efecto dominó en otros países. Juncker añadía que la Comisión Europea no piensa efectuar ninguna labor de mediación. En el mismo sentido se pronunciaba hace unos días el presidente de la República Francesa, Emmanuel Macron. El ministro de Asuntos Exteriores alemán, el socialdemócrata Sigmar Gabriel, calificó hace unos días de “irresponsable” cualquier intento de declaración unilateral de independencia en Catalunya y abogó por una solución dialogada dentro de la Constitución. El jueves, coincidiendo con la fiesta del 12 de Octubre, el secretario de Estado norteamericano, Rex Tillerson, despejaba cualquier sombra de duda que pudiese haber sobre la Administración norteamericana: “Estados Unidos quiere una España fuerte y unida”. En el mismo sentido se ha pronunciado Canadá, país de referencia en el asunto que nos ocupa. El Vaticano rechaza llevar a cabo un papel mediador. El presidente de México ha dicho que jamás reconocería una Catalunya independiente. Los mensajes son rotundos y claros. Rusia también dice apoyar la integridad de España, aunque algunos de sus medios de propaganda e intoxicación en internet deslicen noticias falsas que algunos soberanistas creen muy ingenuamente. No hay apoyos en el horizonte. Ninguna instancia internacional de relieve se propone para una mediación. Esa es la verdad. (Continua)


2017-10-15


quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Lei Seca - conclusão

Viena, 1961.
O presidente John F. Kennedy
e o premier Nikita Krushchev
discutem a adoção de um
novo e revolucionário
instrumento para
a manutenção da
ordem, da estabiidade e da
 paz dos cemitérios em
todo o mundo.

Montagem: avebarna.blogspot.com.br
Foto original: Internet
O escasso interesse e a fraquíssima mobilização dos ativistas virtuais em defesa da insurgência nacional, republicana, democrática e popular da Catalunha independentista muito provavelmente deriva, no caso dos simpatizantes do PT, do silêncio sepulcral do baronato partidário, fruto de seu compromisso inabalável com a Ordem... dos tempos da Guerra Fria (!) e sua fidelidade canina às lealdades herdadas - aí incluído o Pacto de La Moncloa, de 1978, pelo qual a Coroa e o franquismo concederam aos espanhóis, supostamente representados, dentre outros, pelos partidos Socialista e Comunista, o direito à democracia parlamentar. E com a agravante do oportunismo: se o que teria para dizer sobre dado acontecimento corre o risco de não ser adequadamente compreendido pela própria base, o saite da legenda prefere fazer de conta que nada está acontecendo.

2017-10-10


terça-feira, 10 de outubro de 2017

Somos todos lulas

Deu na CartaCapital online
03-10-2017, por Redação
https://www.cartacapital.com.br/politica/o-lula-nao-e-o-lula-o-lula-e-uma-ideia-diz-lula-no-rio


"O Lula não é o Lula. O Lula é uma ideia", diz Lula no Rio
Montagem: avebarna.blogspot.com.br
Imagens originais: Internet
“O Lula é uma ideia assumida por milhões de pessoas. E eles não sabem que o Lula já renasceu em milhões de mulheres e homens”, afirmou o petista em palanque montado em frente à sede da Petrobras durante protesto contra a privatização das estatais, organizado por centrais sindicais. (Continua)

Acesse a matéria completa pelo link

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

É o bicho

Deu na CartaCapital online
03-10-2017, por Redação
https://www.cartacapital.com.br/politica/o-lula-nao-e-o-lula-o-lula-e-uma-ideia-diz-lula-no-rio


"O Lula não é o Lula. O Lula é uma ideia", diz Lula no Rio
Montagem: avebarna.blogspot.com.br
Imagem original: Internet
“O Lula é uma ideia assumida por milhões de pessoas. E eles não sabem que o Lula já renasceu em milhões de mulheres e homens”, afirmou o petista em palanque montado em frente à sede da Petrobras durante protesto contra a privatização das estatais, organizado por centrais sindicais. (Continua)

Acesse a matéria completa pelo link

sábado, 7 de outubro de 2017

Lei Seca

Esquerdômetro padrão
Fonte: Internet
O escasso interesse e a fraquíssima mobilização dos ativistas virtuais em defesa da insurgência nacional, republicana, democrática e popular da Catalunha independentista talvez derive, no caso dos simpatizantes  do PSOL, do fato de que, a despeito da declaração oficial do partido a favor do referendo, importantes gurus intelectuais da legenda ainda não concluíram os mais de 2 milhões de laudos do Teste do Esquerdômetro que mandaram aplicar aos catalães que paralisaram o país e tomaram as ruas em 3 de outubro para defender o direito de sua nacionalidade à autodeterminação.

No caso dos simpatizantes do PT...


2017-10-06


sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Procrastinação fatal?

Imagem: Internet
A terça-feira 3 de outubro era o momento crítico para que o Parlamento autonômico - sob impulso da maré de desobediência civil que assombrou o planeta, do resultado inequívoco do referendo independentista e da greve geral da nação insurgente - se reunisse, proclamasse a República da Catalunha e declarasse aberto o processo Constituinte.

De preferência com um apelo à solidariedade ativa dos democratas, indignados e pessoas comuns - las gents - de todo o mundo, a começar, e principalmente, da própria Espanha.

Restaria ao Estado espanhol o recurso extremo de enviar os tanques, como pediu Alfonso Guerra, verdugo histórico do PSOE a serviço da Coroa e do franquismo insepulto.

A insurgência poderia ser contida, talvez até derrotada pela onipresença da força bruta contra a nação pacífica e desarmada, mas a República permaneceria em carne viva, abrindo uma ampla via para a solidariedade dos trabalhadores e dos povos da Espanha e Europa e impondo um patamar significativamente mais elevado para as negociações subsequentes.

A procrastinação da sessão do Parlamento até a segunda-feira 9 de outubro foi um erro da liderança republicana, potencialmente fatal tendo em vista a mobilização rápida, ainda que tardia, de todos os recursos políticos, econômicos, midiáticos, burocráticos, ideológicos, jurídicos e policiais ao alcance da reação mundial contra a "insensatez independentista" - da Catalunha e do Curdistão.

Aguardemos – com o coração apertado.


2017-10-05

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

A Catalunha insurgente está só. Está?

Foto: Juan Medina / Reuters.
  Fonte: El Punt Avui / Internet
 
Os Estados do mundo passaram os últimos anos, meses e semanas - e até mesmo os dias que antecederam o referendo independentista - ignorando os desenvolvimentos da luta do povo catalão por sua autodeterminação política. 

De súbito, o afluxo de um autêntico tsunami cidadão ao referendo obstinadamente garantido pelas instituições autonômicas, organizações independentistas e lideranças civis da nação – a despeito dos confiscos, da sabotagem, das ameaças e da truculência policíaco-judicial do Estado central – converteu, como num passe de mágica, a indiferença generalizada em desconcerto, inquietação e pânico. 

Aonde poderia levar a insurreição nacional, republicana e popular, ao mesmo tempo radicalmente democrática e deliberadamente gandhiana, de 1º de Outubro? Que consequências poderia ter para a ordem espanhola, europeia e mundial? 

A começar da própria União Europeia - na qual milhões de catalães depositavam suas esperanças de um trânsito relativamente suave rumo à República, la desconexió -, um a um os chefes de Estado de todo o mundo passaram a manifestar sua adesão à indivisibilidade do território espanhol e à incolumidade de seu Estado, acompanhada de palavras de apoio ao governo Rajoy e melífluas exortações aos líderes catalães para que "se abram ao diálogo” e "busquem uma solução pactuada” - isto é, para que se submetam, pela enésima vez, ao pacto franqui-monárquico-parlamentar de 1978.

A Catalunha insurgente está só - ante a real possibilidade de uma intervenção policial-militar - no que respeita aos Estados nacionais. Resta saber se está só também no que respeita aos partidos e lideranças políticas que, em todo o mundo, exercem o papel de representantes das aspirações dos povos pela democracia, pela República, pelo progresso social e pelo socialismo. 

A Catalunha insurgente precisa, desde já e urgentemente, do apoio efetivo do Podemos espanhol, do França Insubmissa, do Syriza grego, do Partido Trabalhista britânico, do PT e do PSOL brasileiros, do Partido Democrata norte-americano, do Partido Comunista Cubano, dentre muitos outros que minha desmemória e minha ignorância política não me permitem citar. 

A Catalunha insurgente precisa, desde já e urgentemente, de manifestações inequívocas e iniciativas práticas por parte de lideranças políticas de expressão mundial como Iglesias, Corbyn, Mélenchon, Varoufakis, Piketty, Bernie Sanders, Lula, Mujica, Obama e tantos quantos sobrevenham à lembrança do leitor. 

Como, porém, essas importantes organizações e personagens - com raras e honrosas exceções - até aqui têm demonstrado menos apreço pela fama que ostentam do que por suas lealdades constituídas, resulta que a Catalunha insurgente continua virtualmente só, e no momento do maior perigo. 

Mas não desesperemos. Tudo é possível à Catalunha autodeterminada enquanto ela puder se alimentar da energia libertária das multidões de trabalhadores urbanos e indignados de todas as idades da Praça Tahir, da Porta do Sol, do Occupy Wall Street, do Junho de 2013 na Turquia e no Brasil, do Nuit Debout e, principalmente, do seu próprio 1º de Outubro. 

Vejamos o que sucede.


2017-10-05


quarta-feira, 4 de outubro de 2017

¡A por ellos! (2)

Deu no El Punt Avui
04-10-2017, por Agências - Barcelona
http://www.elpuntavui.cat/politica/article/17-politica/1252895-alfonso-guerra-psoe-recomana-enviar-l-exercit-a-catalunya.html

Alfonso Guerra (PSOE) recomana enviar l’exèrcit a Catalunya
Montagem: avebarna.blogspot.com.br

Imagem original: Internet
El dirigent històric del PSOE Alfonso Guerra ha defensat avui, en una entrevista radiofònica, que s’enviï l’exèrcit a Catalunya si la policia no es capaç de controlar la situació, que ha qualificat de “moviment prefeixista” , i intent de fer “un cop d’Estat”. Segons ell, a París ja fa un any que està desplegat l’exèrcit arran de l’amenaça terrorista, “i això no fa que França deixi de ser un país democràtic”.
Alfonso Guerra manté que a Catalunya hi ha un cop d’Estat i és necessari “actuar” contra els responsables: “No es pot negociar amb colpistes”, avisa.
Ha reclamat al seu partit que voti a favor de l’aplicació de l’article 155 de la Constitució per restituir l’ordre legal a Catalunya.
“La gent s’escandalitza de les càrregues policials perquè mentalment encara viuen en la dictadura. L’Estat només usa la seva força legítima”, ha assegurat Guerra, a l’hora que ha criticat el president del Govern, Mariano Rajoy, perquè “no sap prendre decisions”. Això no obstant, també creu que el PSOE hauria de retirar la sol·licitud de reprovació de la vicepresidenta del Govern, Soraya Sáenz de Santamaría, per les càrregues policials de l’1-O.
Sobre el discurs ahir a la nit del Rei, ha afirmat que li va semblar “impecable” i que el que va fer “va ser just el que havia de fer”. (Continua)

2017-10-04


terça-feira, 3 de outubro de 2017

Me imprensa que eu gosto III

Deu no El País online
03-10-2017, por El País

 
Fonte: El País


Poucas semanas atrás o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, declarou num depoimento à revisa Piauí acreditar que as "ações virtuais" ligadas ao movimento de junho de 2013 estariam "sendo patrocinadas" e que a presidenta Dilma, segundo soube, teria recebido telefonemas de Erdogan e Putin para alertar para tal fato. 

Muita gente, nos dias que correm, parece preocupada em encontrar culpados outros que não a deliquescência da economia monopolista global para a ruína da ordem política pretensamente inquebrantável do pós-Segunda Guerra Mundial e suas consequencias sociais e políticas.

Promotores, agentes e beneficiários da longa e confortante etapa histórica patrocinada pelo Estado do bem-estar social - em que o termo democracia passou a ser sinônimo da inexpugnável alternância de governos conservadores e liberais, democratas-cristãos e social-democratas, falcões e pombas, rightists e leftists - se vêem atônitos com o desmoronamento político da social-democracia, e de seus congêneres espalhados pelo mundo, depois que as ondas de choque da debacle econômico-financeira de 2007 a privaram de sua base material.

Na confusão, ninguém se entende a respeito de que lado estão os russos. Mas o enigmático Putin está sempre ao alcance da mão de quem precisa de uma explicação rápida e fácil para aquilo que não está nem nos compêndios de sociologia nem nos manuais de jornalismo e é mais temido do que a peste, a guerra, a fome e o aquecimento global: as multidões urbanas do século XXI em movimento. 

Vai ser interessante o dia em que os russos resolverem sair de casa.


2017-10-03


segunda-feira, 2 de outubro de 2017

"Diversa, viva, militante e fecunda"

Deu no Ara.cat online
02-10-2017, por Suso de Toro

Vuestra historia ya es vuestra
Vosotros habéis tenido la fuerza para hacer lo que en el Estado no se ha hecho: romper con el pasado
Escribo a bordo de un avión de vuelta a mi ciudad, a mi país, y sé que, cuando vuelva, el país que dejo, Catalunya, será distinto y mejor. Allí, como en otras ciudades, está convocada una manifestación en solidaridad con ustedes, catalanes, catalanas, (..)
Las personas que acudan a esas manifestaciones están seriamente comprometidas con la suerte que ustedes enfrentan, pero no tendrán la oportunidad histórica que hemos tenido quienes hemos compartido unas horas con este momento tenso y duro, pero espléndido, que han creado millones de personas libres. Un momento histórico que ya ha fundado una nación diversa, viva, militante y fecunda, la República de Catalunya. (..)
Comprendo perfectamente lo que he visto, un día en la historia de Europa, una revolución democrática. (Continua)


Acesse o artigo completo pelo link



2017-10-02


domingo, 1 de outubro de 2017

E como!

Deu no El Punt Avui online
01-10-2017, por A. Gala, Barcelona


Fonte: El Punt Avui


2017-01-10


But we want it to win!

Deu no The Guardian online
01-10-2017, por Editorial


Fonte: Internet


(..) But if Catalan leader Carles Puigdemont was right to say that the Spanish state had “lost much more than what it had already lost”, his assertion that Catalonia had won is at best half true. Most Catalans wished both for a referendum and to remain in a united country. They have been ill-served by both the state and the independence movement. Mr Verhofstadt urged de-escalation, a negotiated solution bringing in all parties – including the opposition in Catalonia – and respect for Spain’s constitutional and legal order. He is right. Finding a way out of this mess will require a willingness to listen, to Catalans most of all. (Destaque Avebarna)


2017-01-10

Diz que me ama e eu não sonho mais*


Fonte: La Vanguardia 01-10-2017


__
* Chico Buarque, "Não Sonho Mais", 1980


2017-10-01

Fiasco


Fonte: La Vanguardia 01-10-2017 

Ou Podemos forja uma liderança digna dos Indignados da Porta do Sol ou Iglesias transformará Podemos em um PSOdaE (PSOEdoB, em português do Brasil moderno). 


2017-10-01