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domingo, 4 de agosto de 2024

Avebarna Herald: O capital no século XXI


Valor Econômico 02-08-2024
https://valor.globo.com/financas/criptomoedas/noticia/2024/08/02/bitcoin-vira-para-queda-com-temor-de-recesso-nos-eua-e-despenca-74-pontos-percentuais-em-sete-dias.ghtml
(..) Os números bem piores do que o esperado do Relatório de Emprego dos Estados Unidos de julho, que revelou uma criação de 114 mil vagas, contra 185 mil esperadas, e um aumento da taxa de desemprego para 4,3%, levaram investidores no mundo inteiro a se preocuparem com a desaceleração da atividade econômica do país. Agora, o risco de recessão passou a fazer mais preço do que a maior probabilidade de um corte dos juros. (..)


2024-08-04

domingo, 11 de junho de 2023

Avebarna Domingo: O capital no século XXI


La Vanguardia 08-06-2023
https://www.lavanguardia.com/economia/20230608/9027150/eurozona-recesion-economia-crisis-energia-precios.html
No se lo esperaba nadie. O casi. Ni el propio BCE, que presumía de haber evitado una contracción de la economía pese a las turbulencias energéticas y geopolíticas que han golpeado a Europa en los últimos meses. Pero ayer los europeos amanecieron por sorpresa con la economía en recesión técnica, es decir con dos trimestres seguidos de contracción del PIB (todo lo que se produce). Era algo que no se veía desde el año pandémico del 2020. (..)

2023-06-11

sábado, 22 de outubro de 2022

Avebarna Herald: Recessão sem fim


El País 21-20-2022
https://elpais.com/economia/2022-10-21/frenazo-economico-en-latinoamerica-las-grandes-economias-pierden-impulso.html
"(..) La firma de análisis Focus Economics prevé que el Producto Interno Bruto (PIB) de la región crezca 2,9% este año y pierda fuerza en 2023, afectada por el la tensión geopolítica entre Rusia y occidente, las condiciones financieras y un debilitamiento de uno de los principales mercados de exportación, China. Por su parte, el especialista Benito Berber, economista jefe para América Latina del banco suizo Natixis, coincide con este punto de vista. “La mayoría de los índices mensuales del PIB de la región registraron tasas de crecimiento mensuales negativas en los últimos meses”, escribió Berber en su reporte a clientes esta semana. “Este es un desarrollo importante porque el crecimiento había sido muy resistente en el primer semestre... los vientos de una recesión global han comenzado a soplar”. (..)"


2022-10-22

sábado, 21 de abril de 2018

A luz no fim do túnel

Deu no El País online
20-04-2018, por José Carlos Díez

El FMI lanza su advertencia
Estamos viendo otra vez niveles muy bajos de aversión al riesgo, como antes de la crisis
El FMI ha presentado sus previsiones de primavera. El crecimiento de la economía mundial seguirá próximo al 4%. Sigue siendo un punto inferior al crecimiento de antes de la crisis, y ha cambiado mucho su composición. Hoy China y la India suponen ya el 25% del PIB mundial y explican casi la mitad del crecimiento global.
Montagem Avebarna
Imagens originais Internet
China tenía un superávit exterior próximo al 10% de su PIB antes de la crisis y era una economía dependiente del consumo privado en EE UU y Europa. Hoy ha reducido su superávit al 1% del PIB. India tiene un déficit exterior del 2%, y ambas economías crecen principalmente gracias a su consumo interno, favoreciendo las exportaciones y el empleo industrial europeo y estadounidense.
Pero lo más relevante y preocupante ha sido el informe de estabilidad financiera del Fondo, donde advierte que estamos de nuevo viendo niveles muy bajos de aversión al riesgo por parte de los inversores y comportamientos como los que provocaron la Gran Recesión. Los precios de la vivienda vuelven a subir próximos al 10% en varios países que siguen teniendo un elevado endeudamiento. EE UU, Reino Unido, Suecia, España e Irlanda replican el comportamiento que nos llevó a la crisis. (Continua)

2018-04-21




sexta-feira, 24 de abril de 2015

"A culpa é da Dilma!"

Preocupado, por força das circunstâncias, mais com o bosque do que com a árvore, o recente alerta do FMI para as perspectivas nada auspiciosas das economias latino-americanas tem o mérito de explicar ao público que as razões essenciais da recessão brasileira não são - como se tornou moda deduzir, por ilação, dos cambalachos revelados pela Lava Jato - “culpa da Dilma”, mas fundamentalmente o produto de processos derivados da internacionalidade do sistema econômico, o principal deles “a desaceleração da China [que] tem tido efeitos negativos sobre os preços das matérias primas em todo o mundo” (O Globo online 12-04-2015). 

Quando muito, considera o FMI que “particularidades internas acentuam [itálico nosso] os problemas econômicos [brasileiros]: desafios de competitividade que não foram enfrentados [leia-se precarização do trabalho, que aliás está sendo providenciada], o risco de racionamentos de energia e água no médio prazo e os desdobramentos da investigação da Petrobras”. (O Globo online 14-04-2015). Sequer o desajuste fiscal - causa fundamental, recorrente e corriqueira dos nossos problemas no entender do doutor Delfim Neto (“Nada de novo sob o sol…”, Valor Econômico 07-04-2015) - é mencionado. 

De fato, nunca se ouviu dos chefes do FMI, tampouco dos analistas de economia da grande imprensa nacional, críticas, por exemplo, aos generosos gastos governamentais com o investimento de capital necessário à realização da Copa do Mundo, dos Jogos Olímpicos, do Porto Maravilha e até do Comperj, que só entrou na lista negra da mídia depois que o fluxo de dinheiro entre o governo e as empreiteiras emperrou. Como já dito em algum outro lugar deste blog, a contradição da nossa classe dominante com o gasto público é seletiva: só são “excessivos” os gastos que não a beneficiem direta e imediatamente e, obviamente, o conjunto dos gastos depois que todo mundo esqueceu em que foram feitos.

O FMI não diz, nem poderia, mas a leitura do noticiário econômico - sobretudo na imprensa europeia - permite deduzir que as circunstâncias desfavoráveis à América Latina fazem parte de um ambiente econômico planetário extremamente adverso e instável, em que mesmo as avaliações momentaneamente positivas de países como Estados Unidos, Inglaterra e Espanha se fazem geralmente acompanhar de ressalvas relacionadas à baixa dos salários, à precariedade do emprego, ao aumento irrefreável da desigualdade e, por último mas não menos importante, a uma apreensão mais ou menos generalizada com o destino do oceano de títulos de dívidas públicas que hoje constitui a “substância” de boa parte da riqueza privada mundial. Uma situação a tal ponto esdrúxula que o risco de calote da Grécia (0,32% do PIB mundial e 1,3% do PIB da UE) é uma permanente ameaça de pânico nas bolsas de todo o planeta! 

Um avião lotado de passageiros, sem GPS, com piloto e co-piloto trancafiados no lavatório e o trem de pouso avariado - parece uma metáfora adequada para o capitalismo do século XXI, produto da competição predatória entre redes virtualmente indecifráveis de potentados financeiros, oligopólios industriais e seus Estados nacionais associados pela valorização dia a dia mais problemática dos respectivos capitais. 

Se culpa tem Dilma Rousseff - o PT nem se fala -, não é, definitivamente, a de ter causado a desaceleração chinesa e a queda dos preços das commodities, mas a de não ter alertado o seu eleitorado, e a classe trabalhadora em especial, para as inevitáveis turbulências econômicas vindouras e a consequente necessidade de estarem preparados para defender suas conquistas. 

Dessa responsabilidade, evidentemente, os analistas econômicos VIPs não querem nem ouvir falar: afinal, a economia é, para eles, um processo tão natural quanto a gravitação universal e a evolução as espécies, restando aos ignorantes cidadãos comuns nada além de entoar loas, nas boas colheitas, aos senhores do século por sua sábia governança e, nos eventos catastróficos, orar pela misericórdia dos céus.

2015-04-22

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

And the winner is...

NYTimes 09-11-2014, por Hugo Dixon | Reuters
http://www.nytimes.com/2014/11/10/business/international/spains-problems-leave-parties-at-a-loss.html


Spain's Problems Leave Parties at a Loss

Imagem: Internet
Spain has been held up to other eurozone countries as an example of the benefits of structural reform.

That is fair enough, up to a point. And government debt is still climbing and expected to exceed 100 percent of gross domestic product next year. (..)

Corruption scandals embroiling politicians from all the traditional governing parties are coming out of the woodwork. The conservative government’s bank rescues and labor overhauls have stabilized the financial system and improved competitiveness. The economy is expected to grow 1.2 percent this year and 1.7 percent next year, according to the European Commission.

But the country is troubled. The unemployment rate may be falling but it is expected to end next year at an eye-popping 23.5 percent.

What the country really needs is a second wave of reforms. There should be another dose of labor reform, as those in permanent jobs still have excessive privileges with the result that most new jobs are short-term contracts. (..)

2014-11-24

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Arcanos

Crise financeira de 2008 poderia ter sido evitada

Comissão americana conclui que Fed e outros órgãos do governo dos EUA falharam

*

Desde 1825, ano em que estalou a primeira crise geral, não se passam dez anos seguidos sem que todo o mundo industrial e comercial, a distribuição e a troca de todos os povos civilizados e de seu séquito de países mais ou menos bárbaros, saia dos eixos. O comércio é paralisado, os mercados são saturados de mercadorias, os produtos apodrecem nos armazéns abarrotados, sem encontrar saída; o dinheiro torna-se invisível; o crédito desaparece; as fábricas param; as massas operárias carecem de meios de subsistência precisamente por tê-los produzido em excesso; as bancarrotas e falências se sucedem.

O paradeiro dura anos inteiros. As forças produtivas e os produtos são malbaratados e destruidos em massa até que, por fim, os estoques de mercadorias acumuladas, mais ou menos depreciadas, encontram saída e a produção e a troca se vão reanimando pouco a pouco. Paulatinamente, a marcha se acelera, a andadura converte-se em trote, o trote industrial em galope e, finalmente, em carreira desenfreada - uma corrida de obstáculos da indústria, do comércio, do crédito, da especulação, para terminar, por fim, depois dos saltos mais arriscados, na fossa de um novo crack. E assim sucessivamente. 

Cinco vezes repetiu-se a mesma história desde 1825 e, presentemente (1877), estamos vivendo-a pela sexta vez. E o caráter dessas crises é tão nítido e marcante que Fourier as abrangia todas ao descrever a primeira, dizendo que era uma crise plétorique, uma crise nascida da superabundância.

Nas crises estala, em explosões violentas, a contradição entre a produção social e a apropriação capitalista. A circulação de mercadoria fica, por um momento, paralisada. O meio de circulação, o dinheiro, converte-se num obstáculo para a circulação; todas as leis da produção e da circulação das mercadorias viram pelo avesso. O conflito econômico atinge seu ponto culminante: o modo de produção rebela-se contra o modo de distribuição. (Friedrich Engels, 1877)

2011-06-03