Raúl Castro pede devolução de Guantánamo e fim do embargo
Reaproximação diplomática não fará nenhum sentido caso esses problemas não sejam resolvidos’, afirmou presidente cubano
Foto: Handout/Reuters/O Globo
Está coberto de razão, o Raúl. Já passou da hora de abrir esse baú. E me admira que não exista, há décadas, uma campanha internacional permanente nesse sentido!
"Assim como a presidente do Fundo Monetário Internacional (FMI) Christine
Lagarde indicou que a Grécia tem que manter os compromissos assumidos
com a comunidade europeia mas, sobretudo, tem que realizar as reformas
na economia que darão estabilidade ao país, muitos outros líderes, nos
debates acontecidos em Davos, mostraram-se preocupados com a falta de
reformas estruturais na região."
Merval Pereira, "O enigma grego"
Adepto de seringadas no traseiro alheio, o
Professor Merval,Medical Doctor, manifesta a sua contrariedade com a
injeção monetária do Banco Central Europeu e advoga para a Europa, a
Grécia, o Brasil e o mundo - inclusive o da lua - uma rigorosa terapia
que permita à economia planetária iniciar um novo ciclo virtuoso de
crescimento.
O remédio se chama "Reforma Estrutural" e consiste no
seguinte: implode-se o edifício existente, com tudo o que tem dentro - móveis, roupas, utensílios, Chaves, Castros, Lula, Evo, Syriza, Hezbollah, Estado Islâmico, Kim Jong-il (os chineses não, porque significaria a bancarrota geral) - e constrói-se um residencial novo, no
mesmo terreno, com apartamentos de 12m2,
toilette gourmet e generosos serviços da dívida pública!
Os residentes que não puderem pagar pela benfeitoria
deverão ser removidos junto com o entulho.
Há entre as pedras
e as almas
afinidades
tão raras
como vou dizer?
Elas têm cheiro
de gente
queira ou não queira
se sente:
têm esse poder
Pedra e homem
comovem
sobem e descem
e somem
e ninguém sabe bem
O homem desce do
dos céus
e a pedra nasce
de Deus
que tudo contém
Mas o templo eu faria assim
puro de uma pedra bruta
de uma fruta bem calada
diminuta furta-cor
de granito assim a cintilar
no seu olhar.
JADE
João Bosco
Aqui, meu irmão, ela é coisa rara de ver
E joia do Xá, retina de um mar
De olhar verde já derramante
Abriu-se sésamo em mim
Ah! meu irmão aqualouca tara que tem ímã
Mergulha no ar, me arrasta, me atrai
Pro fundo do oceano que dá
Pra lá de babá, pra cá de ali
Pedra que lasca seu brilho
E que queima no lábio um quilate de mel
E que deixa na boca melante
Um gosto de língua no céu
Luz talismã, misterioso cubanacã
Delícia sensual de maçã
Saborosa manhã
Vou te eleger, vou me despejar de prazer
Essa noite o que mais quero é ser
1001 pra você
El abandono de las instalaciones de Atenas 2004 es una parábola del presente de Grecia
Foto: Luis Prados / El Pais
“Los Juegos vuelven a casa” fue el lema que anunciaba la celebración de los Juegos de la XVIII Olimpiada en Atenas aquel mes de agosto de 2004. Grecia había celebrado los primeros juegos de la historia, en el año 776 antes de Cristo y también los primeros de la era moderna en 1896. Iban a ser también los primeros después de los atentados del 11 de septiembre de 2001 lo que incrementaría los costes de seguridad -650 millones de euros fue el presupuesto oficial para esta partida, tres veces más que en los anteriores de Sídney 2000-, y los primeros en los que volvía a participar Afganistán, expulsado del evento en 1999 tras hacerse los talibanes con el control del país. Pero, sobre todo, eran la gran oportunidad para mostrar al mundo la modernidad del Grecia.
A vantagem da oposição se alicerça na irritação de uma população que viu o desemprego e os impostos crescerem, e a renda encolher junto com toda a economia, como resultado do plano de austeridade necessário para restabelecer a saúde das contas do governo, após anos e anos de farra e irresponsabilidade fiscais. O plano foi a contrapartida necessária para o recebimento do pacote de resgate financiado pelos países-membros da UE — ou seja, dinheiro dos contribuintes dos países do bloco — e negociado com o atual governo pela chamada troika: Comissão Europeia, Fundo Monetário Internacional (FMI) e Banco Central Europeu (BCE).
Copa e Olimpíada: política anti-crise, de desenvolvimento ou de prestígio?
(..) A classe dominante brasileira não é diferente. Ela também não perde ocasião de se manifestar enfaticamente favorável à contenção de gastos públicos depois que os três níveis de governo tenham aberto as torneiras de seus respectivos Tesouros para bancar os estádios e os equipamentos e sistemas complementares requeridos pela FIFA e o COI, além da hotelaria privada, aeroportos, transportes urbanos etc, quer seja pela via dos juros subsidiados, da doação de terrenos, das isenções fiscais ou, finalmente, do aporte direto. Para ser exato, não é tanto uma questão de antes e depois quanto de foco seletivo: a classe dominante é a favor da contenção dos gastos públicos sempre que estes não a beneficiem direta e imediatamente.
(..) O fato de que nem uma única voz de peso no mundo empresarial brasileiro tenha se erguido para conclamar o Estado em geral, e os governos em particular, a serem parcimoniosos, responsáveis, transparentes e – por que não? – eficientes nos gastos públicos para a Copa do Mundo e as Olimpíadas só vem confirmar que a nossa classe dominante não apenas é um zero à esquerda como liderança histórica como, a bem da verdade, não parece nem um pouco preocupada com a nação. “Farinha pouca, meu pirão primeiro” - é a palavra de ordem - ainda que servido por um governo que ela odeia, por suas origens bastardas, quase tanto quanto despreza os trabalhadores e pobres em geral. (..)
A jornal, Del Nero diz que dívida dos clubes brasileiros é 'quase impagável'
Montagem: Avebarna
Jogadores de futebol, assim como as localizações urbanas (terrenos ou frações ideais), são “bens de oferta
fixa”.
Isto significa que, ao contrário dos bens industriais em geral, seus preços são determinados pela concorrência entre demandantes,
prevalecendo, na compra ou arrendamento dos bens de maior "utilidade",
os demandantes com maior capacidade de pagamento (ou endividamento).
Dito de outra forma, o preço de um bem de oferta fixa equivale ao máximo* que um demandante está apto
e disposto a pagar para não ter de se contentar com o bem de utilidade imediatamente inferior.
E,
por essa mesma razão, a carga tributária, ao invés de se repartir, pela
via da concorrência entre vendedores e compradores, equitativamente
entre uns e outros, tende a recair integralmente sobre os primeiros -
como ocorre com os bens arrematados em leilões.
Nas
cidades, os impostos sobre a propriedade do solo (ITBI, IPTU) reduzem,
em valor equivalente, o aluguel, ou preço de transação dos imóveis,
razão pela qual os locadores são adversários viscerais dos aumentos de
IPTU e das taxas condominiais. De um modo geral, tudo o que a
municipalidade deixa de cobrar à propriedade do solo como imposto se transforma em renda privada sob a forma de aluguel ou preço de venda (aluguel capitalizado).
Transpondo
esse raciocínio para o futebol, é fácil deduzir que a dívida fiscal
(INSS, etc.) que o governo deixa de cobrar dos clubes se converte, como
uma espécie de subsídio à demanda, em maior capacidade de compra e, daí, em aumento dos preços dos jogadores.
E
se a inadimplência fiscal for uma prática comum nesse mercado, o
resultado será uma inflação generalizada de preços e a transferência
líquida da receita pública não arrecadada para os bolsos dos
proprietários dos direitos econômicos dos jogadores e dos intermediários das transações.
Em
outras
palavras, toda a dívida dos clubes com o governo há muito já se
converteu em capital privado pikettiano nas contas bancárias dos
espertalhões do
futebol.
E clubes como Flamengo e Fluminense, que vêm suando a camisa para honrar seus débitos com a Receita Federal, acabam, tal como o
comprador de um lote clandestino que recebe tempos depois um carnê de IPTU, pagando por seus craques pela segunda vez. Capisce? ____ *E também por causa disso, os negócios envolvendo futebolistas de alto nível são, como as transações de imóveis excepcionalmente bem localizados, muito propícios à lavagem de dinheiro proveniente de negócios obscuros.
(Together) We will go our way
(Together) We will leave someday
(Together) Your hand in my hand
(Together) We will make our plans
(Together) We will fly so high
(Together) Tell all our friends good-bye
(Together) We will start life new
(Together) This is what we'll do
(Go West) Life is peaceful there
(Go West) In the open air
(Go West) Where the skies are blue
(Go West) This is what we're gonna do
(Go West, this is what we're gonna do, Go West)
(Together) We will love the beach
(Together) We will learn and teach
(Together) Change our pace of life
(Together) We will work and strive
(I love you) I know you love me
(I want you) How could I disagree?
(So that's why) I make no protest
(When you say) You will do the rest
(Go West) Life is peaceful there
(Go West) In the open air
(Go West) Baby you and me
(Go West) This is our destiny
(Go West) Sun in wintertime
(Go West) We will do just fine
(Go West) Where the skies are blue
(Go West, this is what we're gonna do)
There where the air is free
we'll be (We'll be) what we want to be
Now if we make a stand
we'll find (We'll find) our promised land
(I know that) There are many ways
(To live there) In the sun or shade
(Together) We will find a place
(To settle) Where there's so much space
(Without rush) And the pace back East
(The hustling) Rustling just to feed
(I know I'm) Ready to leave too
(So that's what) We are gonna do
(What we're gonna do is
Go West) Life is peaceful there
(Go West) There in the open air
(Go West) Where the skies are blue
(Go West) This is what we're gonna do
(Life is peaceful there) Go West
(In the open air) Go West
(Baby, you and me) Go West
(This is our destiny)
Come on, come on, come on, come on
(Go West) Sun in wintertime
(Go West) We will feel just fine
(Go West) Where the skies are blue
(Go West) This is what we're gonna do
(Come on, come on, come on, come on)
(Go West)
Presidente do país atacado, François Hollande anuncia envio de navios com poder nuclear para enfrentar grupo radical islâmico
Que os líderes da social-democracia francesa são fiéis devotos da
plutocracia nacional - antigamente conhecida como "as 200 famílias" - o
mundo inteiro já sabia. A novidade é que François France, né Hollande,
parece acometido da Síndrome de Bush - um estado delirante em que o
enfermo acredita ser o líder supremo das forças do bem em luta contra
os senhores de guerra de Mordor.
France attacks: War with terrorism not Islam, PM Valls says
He told the French National Assembly that the Islamist gunmen who murdered 17 people in Paris had wanted to kill the "spirit of France", but had failed
Queriam matar "o espírito da França”! Por que será que os chefes da social-democracia francesa, diante do perigo, invariavelmente se refugiam atrás de bazófias patrióticas? Hipótese 1: porque é o caminho que lhes resta para tentar se salvar da crise histórica de representatividade junto às multidões trabalhadoras, que eles se acostumaram a manipular com vantagens econômicas diretas e indiretas desde a época gloriosa do Plano Marshall. Hipótese 2: para dissimular as responsabilidades, tanto histórias como muito recentes, do Estado francês no caos político, econômico, social e cultural a que está reduzida a região do mundo de onde provém o terrorismo islâmico. Para refletir: a matança de Paris, assumida pela Al Qaeda, tem de fato a sua marca: uma ação espetacular e chocante no coração – no ventrículo europeu, vá lá – da ordem mundial. Mas pode, também, ser uma reação dessa organização, de propósitos obscuros, ao prestígio recém-adquirido junto à juventude islâmica pelo EIIL, ou simplesmente EI (Estado Islâmico), cuja violência tem se concentrado na execução exemplar de estrangeiros indesejáveis no território que pretende circunscrever como “o Califado” e no massacre de comunidades que toma como "inimigos internos". Vale lembrar que: (1) o movimento pela unidade nacional dos povos do Oriente Médio e Magreb não é novo e teve a sua primeira materialização em formato laico na extinta República Árabe Unida (Egito e Síria), que existiu, não por acaso, entre 1958 e 1961, sob impulso dos baathistas sírios e dos nasseristas egípcios; (2) o prestígio da ideia de “nação islâmica” aflorou com a Revolução Iraniana de 1979, em que a teocracia xiita se substituiu à democracia laica – e, indiretamente, aos regimes bonapartistas herdeiros do baathismo e do nasserismo, apoiados por Moscou – como única alternativa política e militarmente eficaz (Guarda Islâmica) ao imperialismo anglo-estadunidense representado pelo xá deposto, Reza Pahlevi; (3) há apenas algumas semanas o recém-promovido “líder da democracia mundial” Netanyahu se propunha a inscrever definitivamente na Constituição o caráter judeu do Estado de Israel, em cuja formação, aliás, os métodos terroristas tiveram um papel nada desprezível. Os intermináveis conflitos que assolam o Oriente Médio e o Magreb são uma espécie de Guerra do Fim do Mundo contemporânea, sobre o pano de fundo da economia do petróleo, cujos efeitos colaterais podem alcançar, a qualquer momento e lugar, as “comunidades pacíficas e ordeiras do Ocidente”, seja na forma de um jihadista suicida armado até os dentes ou – por que não? – de um drone mortal teleguiado. O único fator capaz de modificar positivamente este cenário aterrorizante é o retorno da classe trabalhadora à cena política, com organização e objetivos próprios e uma perspectiva inflexivelmente internacionalista – livre, portanto, da tutela do baronato social-democrata e dos preconceitos de intelectuais saudosos do “socialismo real”. Se isto não acontecer - bem, com um pouco de sorte poderemos seguir desfrutando, no Brasil e na América Latina, e sabe Deus até quando, os até pouco tempo impensáveis benefícios do desenvolvimento desigual!
O ESPÍRITO DA FRANÇA SEGUNDO FRANÇOIS FRANCE, NÉ HOLLANDE "Hollande anuncia ampliação de luta contra
EI no Iraque Presidente diz que porta-aviões está pronto
para apoiar combate A França tem 800 militares, nove aviões de
combate, uma aeronave de patrulha marítima e um avião de reabastecimento em sua
base nos Emirados Árabes como parte da missão no Iraque “Chammal”, bem como um
navio de Guerra com dispositivos anti-aviões no Golfo. A França ainda opera
seis caças da Jordânia e tem ainda mais de três mil soldados que realizam
operações contra extremistas ligados à al-Qaeda na região do Sahel, no
Saara."