sábado, 24 de janeiro de 2015

Porre das empresas, ressaca dos Estados

Deu no El Pais 
Por Luis Prados 24-01-2015 
http://internacional.elpais.com/internacional/2015/01/24/actualidad/1422114357_429065.html

Las nuevas ruinas olímpicas
El abandono de las instalaciones de Atenas 2004 es una parábola del presente de Grecia
Foto: Luis Prados / El Pais
“Los Juegos vuelven a casa” fue el lema que anunciaba la celebración de los Juegos de la XVIII Olimpiada en Atenas aquel mes de agosto de 2004. Grecia había celebrado los primeros juegos de la historia, en el año 776 antes de Cristo y también los primeros de la era moderna en 1896. Iban a ser también los primeros después de los atentados del 11 de septiembre de 2001 lo que incrementaría los costes de seguridad -650 millones de euros fue el presupuesto oficial para esta partida, tres veces más que en los anteriores de Sídney 2000-, y los primeros en los que volvía a participar Afganistán, expulsado del evento en 1999 tras hacerse los talibanes con el control del país. Pero, sobre todo, eran la gran oportunidad para mostrar al mundo la modernidad del Grecia.

Deu n'O Globo online Editorial 25-01-2015

Uma eleição que vai além da própria Grécia
A vantagem da oposição se alicerça na irritação de uma população que viu o desemprego e os impostos crescerem, e a renda encolher junto com toda a economia, como resultado do plano de austeridade necessário para restabelecer a saúde das contas do governo, após anos e anos de farra e irresponsabilidade fiscais. O plano foi a contrapartida necessária para o recebimento do pacote de resgate financiado pelos países-membros da UE — ou seja, dinheiro dos contribuintes dos países do bloco — e negociado com o atual governo pela chamada troika: Comissão Europeia, Fundo Monetário Internacional (FMI) e Banco Central Europeu (BCE).


Deu em Uma Estranha e Gigantesca Ave sobre Barcelona 
09 de outubro de 2011
http://www.avebarna.blogspot.com.br/2011/10/copa-e-olimpiada-politica-anti-crise-de.html
Copa e Olimpíada: política anti-crise, de desenvolvimento ou de prestígio?
(..) A classe dominante brasileira não é diferente. Ela também não perde ocasião de se manifestar enfaticamente favorável à contenção de gastos públicos depois que os três níveis de governo tenham aberto as torneiras de seus respectivos Tesouros para bancar os estádios e os equipamentos e sistemas complementares requeridos pela FIFA e o COI, além da hotelaria privada, aeroportos, transportes urbanos etc, quer seja pela via dos juros subsidiados, da doação de terrenos, das isenções fiscais ou, finalmente, do aporte direto. Para ser exato, não é tanto uma questão de antes e depois quanto de foco seletivo: a classe dominante é a favor da contenção dos gastos públicos sempre que estes não a beneficiem direta e imediatamente.  
(..) O fato de que nem uma única voz de peso no mundo empresarial brasileiro tenha se erguido para conclamar o Estado em geral, e os governos em particular, a serem parcimoniosos, responsáveis, transparentes e – por que não? – eficientes nos gastos públicos para a Copa do Mundo e as Olimpíadas só vem confirmar que a nossa classe dominante não apenas é um zero à esquerda como liderança histórica como, a bem da verdade, não parece nem um pouco preocupada com a nação. “Farinha pouca, meu pirão primeiro”  - é a palavra de ordem - ainda que servido por um governo que ela odeia, por suas origens bastardas, quase tanto quanto despreza os trabalhadores e pobres em geral. (Continua)

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2015-01-25