O Globo 27/02/2015, por L E Magalhães e M Grillo
Sete empresas investigadas aparecem em 11 projetos considerados cruciais para a realização dos jogos de 2016
"Muitos desses projetos são contratos de longo prazo. Como o Porto Maravilha, conduzido pela empresa Porto Novo S/A, que tem entre os acionistas a Odebrecht Infraestrutura (37,5%) e a OAS (37,5%). Esta última, de acordo com uma das cláusulas do contrato, também ficará responsável por conservar as áreas revitalizadas por um período. No Parque Olímpico, sob a responsabilidade do consórcio Rio Mais (33,3% Odebrecht Realizações Imobiliárias Ltda e 33,3% Andrade Gutierrez), o contrato de concessão também prevê a manutenção das áreas públicas por 15 anos." (..)
2015-02-28
