sábado, 16 de setembro de 2017

Lulalá, la bourgeoisie c'est moi!

Deu na Piauí
Setembro de 2017 (No 132), por Fernando Haddad 
(Des)ilusões liberais - FHC, Lula e a ficção histórica de Marcos Lisboa
Fernando Haddad não tem o
menor pejo de admitir que a
política externa do governo 
do Partido dos Trabalhadores 
brasileiro incentivou a exploração 
dos trabalhadores dos países 
vizinhos pelas nossas empresas 
campeãs nacionais. E entre os 
apoiadores dessa barbaridade na 
Internet há quem costume se 
apresentar com santinhos 
de Karl Marx
Montagem: Avebarna
Imagem original Internet
(..) FHC, desde sempre, não depositava muita confiança na burguesia nacional e imaginava um acoplamento da economia nacional à ordem mundial de tipo subcapitalista. Em outras palavras, FHC via a burguesia nacional apenas como um sócio menor e dependente do capital internacional. Lula, ao contrário, sem negar nossas dificuldades históricas, imaginava a possibilidade do exercício de um subimperialismo, de tipo regional, mediante a internacionalização do capital nacional feita com o apoio do Estado nacional, mas limitada pela ação do capital internacional. O BNDES, sob Lula, agiu para promover essa internacionalização regionalizada, impulsionando os setores que demonstravam maior aptidão para a tarefa: o agronegócio e a construção pesada. (Destaques Avebarna)

2017-09-16