sábado, 28 de junho de 2014

Oitavas: sai o futebol, entram os pênaltis?


Montero e Dida, decisão da Liga dos Campeões da Europa 2003
Que os deuses do futebol nos protejam do ramerrame defensivo e das disputas de pênaltis, território preferido de burocratas do ludopédio do tipo CAParreira, PhD, que preferem se defender de olho no álibi de perder nos pênaltis a atacar correndo o risco de perder na bola.

E para piorar, as famigeradas "séries de tiros diretos da marca do pênalti" são sempre decididas de maneira irregular: os goleiros infringem sistematicamente a regra se adiantando à cobrança, com o beneplácito de árbitros de pulmões cansados, de bandeirinhas acometidos de bursite súbita, das (C)omissões de Arbitragem da FIFA e até da imprensa em geral, incluindo os mais contundentes críticos dos apitadores - um mistério mais obscuro do que  o Terceiro Segredo de Fátima.


Nesta disputa, entre Itália e Uruguai pela Copa da Confederações de 2013, os goleiros se adiantaram em 100% das cobranças. 

Minha opinião pessoal é pela mudança da regra vigente, por absolutamente anti-humana: é praticamente impossível um goleiro defender um pênalti sem pôr um pé à frente para impulsionar o corpo. Mas quem já não viu uma "disputa de pênaltis" ser decidida por goleiros que saem com os dois pés ou dão até três passos antes da cobrança? 

PS: Será que o general Scolari, "curvando-se ao craque" como a maioria dos treinadores, vai permitir que o Fred bata o pênalti com aquela presepada que o faz chegar na bola à velocidade próxima de zero para mandar um peteleco na mão do goleiro?


2014-06-28