sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Colpo, ma non troppo

Congresso Nacional, junho de 2013
Se, nas condições de funcionamento “normal” das instituições democráticas, o PT defendia uma Constituinte Exclusiva para reformar o "sistema político" brasileiro, como entender que, em face do golpe de Estado perpetrado pelo Congresso, com a chancela do STF, não defenda uma Constituinte Inclusiva para retrofitar soberanamente a democracia no país?


2016-08-12