quinta-feira, 31 de março de 2016

Comitê suprapartidário Avebarna contra o impeachment - em defesa do MANDATO Dilma Rousseff






“Gilberto Gil pede que povo se manifeste contra impeachment” TudoBH, 08-12-2015
http://tudobh.com.br/gilberto-gil-diz-que-processo-de-impeachment-e-delirio-politico/
"Ele afirmou ainda que não se sente capacitado para o exercício da política e classificou de uma contribuição passageira a experiência que teve no campo político quando ocupou os cargos de secretário de Cultura da Bahia e, depois, de ministro da Cultura durante o governo Lula. Gil disse que essa contribuição se deu mais na gestão da questão pública, no sentido de conceber e dirigir à população políticas públicas e refletir as necessidades delas."  

“Quarteto de arruaceiros”
Blog do Juca Kfouri, 29-03-2016
http://blogdojuca.uol.com.br/2016/03/quarteto-de-arruaceiros/
 "Quatro arruaceiros, num Honda Civic cinza, placas FES 5544, pararam na esquina da rua onde moro, por volta da meia-noite, um deles de máscara e camisa da CBF, e fizeram uma algazarra de acordar a vizinhança. Com buzinas nas mãos, xingavam: “Juca Kfouri, maldito, fdp, petista!”. Na segunda-feira retrasada já tinham feito o mesmo, com dois carros, e eram oito. Eu não estava em casa, mas minha mulher os viu, assim como o guarda-noturno, que não anotou as placas. Hoje, desci, anotei a placa e os abordei.
Logo fui dizendo que eles estavam enganados, que não sou e nunca fui petista e que sou contra o impeachment.”  

“Para além do espetáculo da crise”
Blog da Raquel Rolnik, 16-03-2016
https://raquelrolnik.wordpress.com/
 "(..) Aos que, como eu, se entusiasmaram com a possibilidade de imaginar o tal país do futuro chegando, com mais oportunidades e menos desigualdade, com uma democracia na qual todos pudessem ter direito a ter direitos. Também me dirijo aos que, como eu, se decepcionaram ao descobrir que a trilha das mudanças estava cada vez mais implicada no caminho da continuidade. Continuidade do quê? Da política como negócio.
(..) Ora, não é preciso muita profundidade analítica para saber que a saída de Dilma ou do PT do governo não resolve minimamente o tema da política como negócio que tanto nos revolta. Muito menos a necessidade de aprofundamento da democracia, quando, em nome da execração pública dos “culpados”, afronta-se, justamente, a institucionalidade democrática. (..)"


“Pela legalidade”
Wagner Moura, Folha de São Paulo, 30-03-2016
http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2016/03/1755375-pela-legalidade.shtml?cmpid=compfb
 Tenho feito inúmeras críticas públicas ao governo nos últimos 5 anos. O Brasil vive uma recessão que ameaça todas as conquistas recentes. A economia parou e não há mais dinheiro para bancar, entre outras coisas, as políticas sociais que mudaram a cara do país. Ninguém é mais responsável por esse cenário do que o próprio governo.
O esfacelamento das ideias progressistas, que tradicionalmente gravitam ao redor de um partido de esquerda, é também reflexo da decadência moral do PT, assim como a popularidade crescente de políticos fascistas como Jair Bolsonaro.
É possível que a esquerda pague por isso nas urnas das próximas eleições. Caso aconteça, irei lamentar, mas será democrático. O que está em andamento no Brasil hoje, no entanto, é uma tentativa revanchista de antecipar 2018 e derrubar na marra, via Judiciário politizado, um governo eleito por 54 milhões de votos. Um golpe clássico."

“Erundina se filia ao PSOL, critica Dilma, mas é contra impeachment - Ex-prefeita de São Paulo diz que o partido se juntou a forças conservadoras”
O globo, por Evandro Éboli, 14-03-2016
http://oglobo.globo.com/brasil/erundina-se-filia-ao-psol-critica-dilma-mas-contra-impeachment-18873385#ixzz44Q0G8sGg
 “Esse pedido de impeachment não tem base jurídica. Não se sustenta. O que está ocorrendo é o jogo baixo do poder. A dita oposição faz esse jogo por ter perdido a eleição. Há uma composição hoje na Câmara muito ruim, de união de forças conservadoras — disse.”


“Olívio Dutra fala em “enjambração ideológica”, mas rejeita palavra golpe - Ex-governador defendeu que articulação pró-impeachment é promovida por aqueles que querem reduzir políticas sociais e de inclusão”
Rádio Guaíba, 09-12-2015
http://www.radioguaiba.com.br/noticia/olivio-dutra-fala-em-enjambracao-ideologica-mas-rejeita-palavra-golpe/
“Esse processo, da forma como foi desencadeado, evidentemente é uma ‘enjambração’ política e ideológica. Que se aproveita de um instituto previsto na Constituição do impeachment. Mas isso é apenas um gancho. (..) É uma enjambração daqueles que entendem que o estado brasileiro não pode ter políticas sociais, de inclusão, no nível que está tendo, tem que se encolher o estado, o estado tem que ser mínimo para maioria da população, e máximo para alguns que vêm se beneficiando há anos. Não concordo, não (com a denominação de golpe). Acho que tem é essa ‘enjambração’”, disse Olívio.
O ex-governador gaúcho defende ainda que é direito da presidente terminar o mandato. De outro lado, Olívio cobra que Dilma cumpra a agenda econômica que a elegeu, sem fazer concessões políticas a alianças e conveniências.”  


“Proposta de referendo em vez de impeachment irrita oposição: ‘oportunismo’”
BBC Brail, por Ricardo Senra, 23-03-2016
http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/03/160323_proposta_referendo_oposicao_rs?post_id=842797265773985_998855840168126#_=_
 “O líder do DEM no Senado prossegue: “E por acaso parlamentar não responde pelo povo?” 
Para o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), na configuração atual do Congresso, não. 
"Não há legitimidade neste Congresso para a discussão do impeachment. Há, na comissão (especial do impeachment), 38 deputados que sofrem ações judiciais. Não é possível que essas pessoas decidam sobre o tema", disse Alencar à reportagem nesta terça-feira, frisando que a posição oficial do PSOL é contrária ao impedimento da presidente.”



2016-03-31