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quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Jogos Verazes II

UOL online 24-07-2016, por Guilherme Costa e Rodrigo Mattos

COI admite problemas na Vila Olímpica e vai realocar mais atletas

Montagem: www.avebarna.blogspot.com.br

2016-08-04

quinta-feira, 25 de junho de 2015

O Capital no Séc ¾ XX: acumulação temporã

A corrupção generalizada no futebol mundial, e quem sabe no olimpismo também, tem raízes num vasto processo, iniciado em meados da década de 1970, de conversão de valores culturais difusos em direitos econômicos privados em favor das entidades desportivas – FIFA e COI à cabeça – cujos burocratas virtualmente vitalícios se tornaram, assim, "concessionários" de fabulosos patrimônios e beneficiários de suas rendas. 

O enclosure* do futebol contemporâneo não consistiu no cercamento dos campos de pelada, mas no patenteamento 
da FIFA, UEFA, CONMEBOL, CBF e seus "produtos de entretenimento".

Dá para entender perfeitamente por que razão essa gente não quer largar o osso!

A seleção brasileira de futebol é Patrimônio Cultural do país tanto quanto a Copa do Mundo de futebol e os Jogos Olímpicos são Patrimônio da Humanidade. 
___
* Para uma descrição sucinta dos enclosures na Inglaterra do século XVIII, clique em http://www.brasilescola.com/historiag/cercamentos-revolucao-industrial-inglesa.htm

2015-06-25

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Ladrão que rouba ladrão

UOL esporte / Blog do Erich Beting 06-01-2014

Fifa notificará Decolar por se “apropriar” da Copa
www.avebarna.blogspot.com.br
O site de compras de passagens aéreas e pacotes de estadia Decolar.com receberá uma notificação da Fifa por apropriação indevida da Copa do Mundo em promoção. Nos próximos dias a empresa deverá ser notificada a tirar do ar o site “Viva o Mundial'', hospedado sob o domínio www. mundialdecolar.com. 

(...) Apesar de a Copa parecer um torneio de domínio público, pelo alcance e força que tem, ela tem um dono. E esse precisa zelar pelo uso correto da marca que ele detém. Um dos legados que a Copa do Mundo pode trazer ao mercado de patrocínio e promoção no Brasil é exatamente a criação de um sentimento de proteção ao evento. É função de quem organiza um torneio cuidar pela boa reputação dele. E isso significa, também, evitar o uso indevido dessa marca.

2014-01-06

quarta-feira, 3 de abril de 2013

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Olimpo: de píncaro divino a poço sem fundo

ESPN 19-12-2012, por Thiago Arantes, São Paulo, 
http://espn.estadao.com.br/noticia/299720_orcamento-privado-do-rio-2016-aumenta-68-em-tres-anos-e-governo-pagara-a-conta

Orçamento privado da Rio 2016 aumenta 68% em três anos e governo pagará a conta

Montagem: Avebarna
Imagem original: Internet
Que novidade! Nossa brava (em todos os sentidos) presidenta Dilma Roussef precisa vir a público explicar como funciona o contrato do governo brasileiro com a transnacional do entretenimento chamada Comitê Olímpico Internacional. 

Supõe-se que o Tesouro brasileiro esteja investindo bilhões nesse empreendimento privado para obter retornos para o país, certo? Onde está, porém, essa avaliação? Que instituição do Estado brasileiro avaliou ganhos e perdas do investimento olímpico, com base na experiência recente, para saber que se trata de um bom negócio? As noções de "prestígio internacional" e "não podemos ficar para trás" falam por si mesmas? Os intangíveis são fabulosos? 

A nação tem o direito de saber o que pensam, de fato, sobre a matéria, os governantes que ela elegeu. O país inteiro aplaudiria se a presidenta viesse à TV explicar porque a Olimpíada de 2016 é um bom negócio para a maioria trabalhadora do país. Talvez seja. Discutamos, pois. Democracia é isso.

2012-12-20

domingo, 9 de outubro de 2011

Copa e Olimpíada: política anticíclica, de desenvolvimento ou de prestígio?


Montagem: Avebarna
A chamada para um artigo publicado no IG Economia em 28/09, assinado por Ilton Caldeira, sobre as conclusões do debate “Macroeconomia Global: O Brasil da Copa e das Olimpíadas”, diz: “Copa e Olimpíada viram receita anticrise”. Reflexo das iniciativas da presidenta para colocar rédeas nos gastos da Copa e enquadrar a FIFA?

Nos Estados Unidos, a classe empresarial voltou a ser resolutamente a favor do equilíbrio das contas públicas depois que o governo abriu a torneira do Tesouro – a fundo perdido – para salvar bancos e financeiras da bancarrota por eles mesmos organizada, episódio que, reitero, foi descrito pelo insuspeito Joseph Stiglitz como “O grande roubo americano”. 

O patronato brasileiro não é diferente. Ele também não perde ocasião de se manifestar enfaticamente favorável à contenção de gastos públicos depois que os três níveis de governo tenham aberto as torneiras de seus respectivos Tesouros para bancar os estádios e os equipamentos e sistemas complementares requeridos pela FIFA e o COI, além da hotelaria privada, aeroportos, transportes urbanos etc, quer seja pela via dos juros subsidiados, da doação de terrenos, das isenções fiscais ou, finalmente, do aporte direto. Para ser exato, não é tanto uma questão de antes e depois quanto de foco seletivo: o patronato é a favor da contenção dos gastos públicos sempre que estes não o beneficiem direta e imediatamente. 

O interessante é que, se há um país onde o investimento em estádios de futebol não tem porque dar prejuízo, é o Brasil. Dada a paixão brasileira pelo futebol, um programa governamental de reforma, ampliação e até construção de novos estádios de futebol poderia ser, sim, um componente relevante da política dita “anticíclica”. Mas não precisa ser analista de projetos para saber que a construção de estádios “padrão FIFA” em Manaus, Natal, Campo Grande e Brasília só pode ser feita pelo Estado e implica ou bem criar um ônus eterno sobre o erário público ou bem jogar todo o investimento na lata do lixo em cinco anos, caso em que o único efeito benéfico do gasto público terá sido o de curtíssimo prazo – o emprego. A conta final dá negativa. 

Em compensação, ali onde muito provavelmente a construção de um novo estádio é lucro garantido – o caso do Corínthians – o BNDES empresta a metade do custo a juros subsidiados e a prefeitura entra com o terreno e um “engenhoso” pacote de incentivos fiscais – a pretexto da urgência, como toda a torcida do Flamengo já sabia – que cobre quase todo o resto. Conta pesadamente negativa.


No Rio, três anos depois da reforma do Maracanã e da construção do Engenhão para os Jogos Panamericanos, chega-se à conclusão de que nem um nem outro se prestam à Copa do Mundo. O Engenhão é alugado ao Botafogo por uma ninharia e o Maracanã virtualmente demolido para se fazer outro em seu lugar. Conta final negativa, uma vez mais. 

Desse jeito, vamos à Grécia! 

A querela em torno da Lei da Copa tem em seu centro os direitos que a FIFA reclama de livre exploração do negócio que lhe pertence – a essência da economia de mercado. Ocorre que a Copa do Mundo tem muito pouco a ver com economia de mercado: é uma gigantesca operação estatal não escrita, não planejada, não delimitada e, principalmente, não contabilizada de isenções e investimentos públicos federais, estaduais e municipais em benefício, principalmente, dos proprietários internacionais e nacionais do negócio do futebol, de suas marcas, empreiteiras, construtoras, hotéis etc. Aos capitalistas, as internalidades; aos trabalhadores, as externalidades: emprego agora, diversão em seguida e, depois, apertar os cintos para pagar as dívidas. 

O mais preocupante é que, desde a candidatura e a hierática cerimônia de “escolha” da sede da Copa de 2014 (a platéia era tão hirta e ensaiada que mais parecia um pleno do CC do extinto PCUS), tudo isso tem o aspecto de uma barganha entre a indústria mais popular do mundo – tão popular que o mundo mal se lembra tratar-se de uma indústria – e um governo de coalizão de todas as classes cada vez mais ávido de prestígio internacional. Tem razão Juca Kfouri ao lembrar que o ex-presidente Lula não levou à FIFA a proposta da candidatura brasileira sem conhecer os termos do negócio. 

O fato de Lula ser um líder sumamente inteligente e empenhado em criar políticas sociais para o Brasil não desobriga o governo de prestar contas ao país nem o PT de colocar em discussão o financiamento dos grandes eventos planetários. Mas é inútil procurar no site do partido um verdadeiro e saudável debate  militante sobre a política de apoio governamental à Copa do Mundo e às Olimpíadas. Por quê? 

Voltando ao início, o fato de que nem uma única voz de peso no mundo empresarial brasileiro tenha se erguido para conclamar o Estado em geral, e os governos em particular, a serem parcimoniosos, responsáveis, transparentes e – por que não? – eficientes nos gastos públicos para a Copa do Mundo e as Olimpíadas só vem confirmar que a nossa classe dominante não apenas é um zero à esquerda como liderança histórica como, a bem da verdade, não parece nem um pouco preocupada com a nação. “Farinha pouca, meu pirão primeiro”  - é a palavra de ordem - ainda que servido por um governo que ela odeia, por suas origens bastardas, quase tanto quanto despreza os trabalhadores e pobres em geral. 

Se liga, PT!

2011-10-09

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Informação sigilosa: o mar não está para peixe

Dado que a grande imprensa não é mesmo confiável, eu tratei de ir à fonte. 


Não foi fácil de achar, em meio a disposições sobre a organização da Presidência da República e dos Ministérios, a legislação da ANAC e da INFRAERO, a autorização para contratação de controladores de tráfego aéreo e outros que tais, mas lá está: pelo artigo 39, parágrafo único do RDC (Regime Diferenciado de Contratações Públicas), o governo PT-PMDB-sei-lá-mais-o-quê – que apesar de certas nefandas alianças teve, e ainda tem, o meu voto por uma questão de perspectiva política e histórica que talvez um dia eu tente defender junto aos meus leitores – propõe dar ao COI e à FIFA o direito de decidir quanto dinheiro do Tesouro do Brasil eles irão gastar com seu coliseu itinerante!! (As competições de alto nível são muito legais, leitor, mas se a gente pensar bem, a Olimpíada, como sugere o próprio nome, não passa de um Cirque du Soleil de semi-deuses do esporte).

Em postagem anterior, insinuei que episódios desse tipo guardariam estreita relação com o “pacote de salvamento” que, por ocasião da quebra da roleta financeira norte-americana em 2008, o insuspeito Joseph Stiglitz, ex-economista-chefe do Banco Mundial, qualificou, em seu livro O Mundo em Queda Livre, de “O Grande Roubo Americano”.

Não me tome, caro leitor, por filosoficamente cético ou pessimista. Posso lhe assegurar, ademais, que estou feliz e de bem com a vida. Mas tenho cada vez mais presente a sensação de que, num futuro que já deu a largada, os Estados Unidos, indo daqui para lá, a China, vindo de lá para cá, com o Japão a reboque, e a Europa, como sempre no meio do caminho junto com os emergentes seus amigos, o Brasil incluído, acabarão misturados numa caótica sociedade burocrática pseudo-capitalista e pseudo-globalizada controlada por proprietários de imóveis, donos e executivos de bancos e gestores de fundos de pensão, com poderes equivalentes ao de concessionários – como nos tempos da tomada inglesa de Bengala – dos Tesouros dos Estados nacionais. 

Tudo isso, é claro, em meio a cataclismos climáticos cada vez mais severos e freqüentes. 

O COI, a FIFA e congêneres garantirão que as nacionalidades continuem a ser celebradas com a execução de seus hinos triunfantes nas batalhas desportivas e os “homens bons” irão regularmente à igreja pedir à mão invisível do mercado que assuma também o controle das intempéries. 

Resumindo, uma louca mistura de 1984 com Rollerball e Blade Runner. 

Possibilidades alternativas certamente existem, mas acho que vai ser preciso, de quando em quando, um showdown - em bom português, “botar o pau na mesa”. Porque não vai ser só com boas maneiras que sairemos desse imbróglio. 

Já lá se vão 23 anos da assinatura dos protocolos de Kioto e a impressão que se tem, a julgar pelas conferências de Copenhagen-2009 e Cancún-2010, é que o planeta não tem pressa. O cidadão instruído faz a coleta seletiva direitinho, nossas crianças aprendem a economizar água, os excluídos, porém honestos, dão sua contribuição ao esforço mundial de reciclagem vivendo da recolha de latinhas e o companheiro Minc faz das tripas coração com seus vistosos coletinhos étnicos (nesse quesito ele poderia, como dizia a minha avó, dar o braço ao companheiro Evo e sair correndo), mas os proprietários de terra estão mais preocupados em derrubar a floresta e se lixando para o problema de onde os pobres das cidades vão morar. Já os banqueiros, financistas e seus ventríloquos à testa dos Estados ricos têm coisas mais urgentes a tratar (a solvência da Grécia, Irlanda, Portugal, Espanha e... Estados Unidos !) do que o derretimento das calotas polares, o desemprego estrutural, o planeta-favela e a economia bandida. (Alguém duvida seriamente de que tudo isso são aspectos de uma única sociedade planetária?)

Eu sugiro começarmos a pensar em democracias sem banqueiros (para que eles servem, afinal? – indagaria o proto-funcionalista Aristóteles) nem latifundiários rurais e urbanos e que os mesmos poderes soberanos dados no Brasil ao COI e à FIFA sejam outorgados, no mundo inteiro, em caráter experimental, ao Painel da ONU sobre Mudanças Climáticas! Pior do que está, eu acho que dificilmente iria ficar.

2011-06-23


quarta-feira, 11 de maio de 2011

O Maracanã em pó e o capitalismo do desastre

Postagem de abertura gentilmente cedida por À beira do urbanismo. www.abeiradourbanismo.blogspot.com. A redação agradece.


Montagem: Avebarna

Meus poucos, porém fiéis leitores interessados em temas urbanísticos hão de achar enfadonha a insistência no tema dos jogos olímpicos e pan-americanos. 

Não os culpo. Eles estão cobertos de razão. 

Peço-lhes apenas considerar a possibilidade de que não se trate de uma obsessão particular, mas, digamos, de um reflexo profissional e cidadão em face da obsessão dos homens públicos que, democraticamente encarapitados nos três níveis de governo, decidiram que organizar Jogos Olímpicos e Copas do Mundo nos termos ditados pelo COI e pela FIFA é um bom negócio para o nosso país e as nossas cidades. Eles não fazem contas (deixam para que os Tribunais de Contas tampouco façam), só cálculos... 

A Olímpiada, à primeira e segunda vista um objeto lateral ao urbanismo, é há pelo menos duas décadas a filha dileta do casamento da indústria internacional dos grandes eventos com a gestão urbanística guiada por princípios de livre mercado. Em breve postarei um artigo dando meu testemunho de como e porque, em meados da década de 1990, essa perspectiva foi abraçada pela prefeitura do Rio de Janeiro, sob o nome de “Plano Estratégico”, como solução para o baixíssimo nível de investimento público e, portanto, de desenvolvimento da cidade. 

Fato é que, enquanto eu cogitava a próxima postagem de À beira do urbanismo – e traduzia uma coletânea de artigos curtos sobre as melhores bandas de pop e rock da última década (recomendo a Dirty Projectors, em especial “Cannibal Resource” e a celestial “Two Doves” na voz doce e sussurrante de Angel Deradoorian) – uma nova pérola pan-olímpica caiu rolando no meu widescreen. 

Dias atrás, o jornal online Lancenet informou que os Jogos Panamericanos de Guadalajara de 2011 acusavam um déficit de 70 milhões de dólares. Até aí, nenhuma novidade. O que me chamou a atenção foi a declaração do presidente do comitê organizador, Carlos Andrade Garín: “O governo tem avalizado os jogos e o que faltar terão (sic) que nos dar. Já não estamos pensando em quanto dinheiro falta, mas de quanto precisamos”. O mesmo artigo atribui o buraco financeiro dos Jogos “à recusa do Congresso Federal de conceder 1,75 bilhão de pesos de subsídio extraordinário”. 

Três vivas ao Congresso Federal mexicano! Afinal, por que dar subsídios extraordinários a um mega-negócio privado cujos custos e benefícios públicos ninguém – a começar pelo Caderno de Encargos do COI – faz a menor questão de sequer estimar? O legado! Ah, o legado! O legado da reforma do Estádio do Maracanã e do Parque Aquático Julio Delamare para o Panamericano de 2007 no Rio de Janeiro é... a montanha de entulho da completa demolição de ambos para a construção de um novo estádio para a Copa do Mundo de 2014! Dinheiro público literalmente transformado em pó. Inspirado em Naomi Klein, pensei: "Que extraordinária lição de 'capitalismo do desastre': onde a natureza recalcitra, o governo arbitra!" 

Impossível não dar asas a este tema fascinante. À parte o conteúdo esportivo sem o qual não poderiam existir – estamos falando de espetáculos de primeira linha (até já reservei o melhor lugar do meu sofá) –, os Jogos Olímpicos e a Copa do Mundo pertencem a um ramo transnacional da economia dita de livre (!) mercado (!) muito pouco discutido e menos ainda compreendido. 

Não tenho a pretensão de cobrir tal lacuna: faltam-me o conhecimento e o tempo necessário para adquiri-lo. Mas quero compartilhar com os leitores algumas idéias, semana a semana, ainda que à custa de me afastar totalmente de nosso objeto. 

A mera intuição me diz que tudo isso guarda certa relação com os sucessos a que o ex-Economista Chefe do Banco Mundial Joseph Stigliz, em seu recém publicado livro sobre a debacle financeira de fins de 2008, O Mundo em Queda Livre, se refere como “O grande roubo americano” (Capítulo 6): a transferência de centenas de milhões de dólares dos cidadãos estadunidenses, a fundo perdido, para o salvamento dos grandes apostadores da roleta financeira em que se transformou o sistema bancário do país. 

Como, ao contrário de nossos eternamente narcisistas irmãos do Norte, não creio que esta classe de roubo se resuma aos Estados Unidos nem seus beneficiários a Wall Street, sugiro em nosso caso uma série chamada, à moda dos escritos científicos do século XVII, “A pilhagem globalizada dos tesouros nacionais por certas classes de negócios privados que têm livre acesso aos cofres públicos”. 

Em alguma postagem futura falarei também sobre um aspecto correlato, verdadeiramente orwelliano (outra vez!), dos Jogos modernos: a recente tentativa do Comitê Olímpico Brasileiro de monopolizar o direito de uso das expressões “Olimpíadas”, “Jogos Olímpicos” e seus derivados. Acreditem, é verdade. 

Retornando ao ponto de onde começamos, sou forçado a admitir que muitas dessas postagens não caberão, nem com muita boa vontade, no plano temático de À beira do urbanismo. É para dar asas a tais digressões que levanta vôo esta velha e autêntica obsessão particular – agora sim! – chamada Uma estranha e gigantesca ave sobre Barcelona. Os leitores poderão se informar sobre suas enigmáticas aparições e acompanhar minha busca por seus rastros em www.avebarna.com. À beira do urbanismo seguirá seu caminho, atendo-se na medida do possível ao objeto para o qual foi criado, à sombra do misterioso fenômeno mediterrâneo. Salve, monstro!

2011-05-11