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quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Unidos Podemos fraudar os Indignados


El País online 16-11-2016, por Francesco Manetto e Elsa García de Blas

Unidos Podemos, el nombre de la coalición de Podemos e IU
La federación de Garzón renuncia a la palabra izquierda en la marca electoral para el 26-J

Protestantes alzan sus manos durante una asamblea general
de los "indignados" en la plaza de Puerta del Sol en Madrid.
(La Semana 29-05-2011)
Foto: AP/Pedro Acosta

Se frentes de esquerda servissem para alguma coisa não teria havido o 15-M na Puerta del Sol. 

Sob a liderança de Iglesias, Podemos se converte naquilo contra o quê foi criado. E dá à moribunda Izquierda Unida de Garzon a ilusão de enganar o Destino fantasiando-se de Indignada.
 
2016-11-17

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Se for mexer em vespeiro...

El País (in English) 28-11-2014, por Francesco Manetto, 
http://elpais.com/elpais/2014/11/28/inenglish/1417170085_999647.html


Podemos abandons most radical proposals in economic program

New Spanish leftist party seeking to present itself as genuine “social-democratic” force

Depois de semanas de imensa apreensão, El País e toda a casta social que domina a Espanha parecem respirar aliviados. Faz sentido.
 

Montagem Avebarna
Mas para quem, como o blogueiro, acompanha com autêntico interesse a trajetória de Podemos, o problema não é tanto o fato de o partido haver trocado - quem sabe por motivos de aproximação com o seu público - um programa democrático radical por um programa democrático reformador: é saber com que grau de obstinação ele pretende defender esse programa democrático reformador. 

Porque se o fizer com um grau de obstinação à altura das esperanças que vem despertando no povo espanhol e nas pessoas comuns de todo o mundo, não apenas acabará desembocando, tarde ou cedo, no programa democrático radical ora deixado de lado como se verá na contingência de ter de começar a cogitar, e pôr em prática, um programa de transição para uma democracia socialista - em toda a Europa!

Não se trata de uma opção ideológica, mas da natureza – e da profundidade abismal – do conflito entre os fins de qualquer democracia substantiva e a mecânica da economia mundial (des)governada pelos mega capitais industriais e bancários que a parasitam e controlam.

A alternativa, para Podemos, é concluir que não era sua real intenção mexer nesse vespeiro e se deixar converter, mais cedo do que tarde, em uma espécie de PSOE Sub-23.


Para acessar o projeto econômico de Podemos,
Un Proyecto económico para la gente - Podemos - Democratizar la economía para salir de la crisis mejorando la equidad, el bienestar y la calidad de vida - Una propuesta de debate para solucionar los problemas de la economía española Por Vicenç Navarro y Juan Torres López – Noviembre 2014
clique em 

2014-11-28
 

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Quem os representará?

Jornal de Notícias 12-05-2013, por Maria João Morais
https://www.jn.pt/mundo/interior/indignados-tomam-as-ruas-de-espanha-no-segundo-aniversario-do-15m-3215485.html

Indignados tomam as ruas de Espanha no segundo aniversário do 15M

Prestes a cumprirem-se dois anos desde aquele 15 de Maio de 2011, em que milhares de cidadãos decidiram ocupar as praças de várias cidades espanholas para demonstrar a revolta contra o sistema politico e económico, os "indignados" voltaram, este domingo, a sair à rua para atualizar os protestos contra os cortes nos direitos sociais aplicados pelo Governo de Mariano Rajoy.
Sob o lema "Da indignação à rebelião", milhares de pessoas marcharam em mais de 20 cidades entoando palavras de ordem como
"Não nos representam".
Em Madrid, a simbólica praça Puerta del Sol voltou a encher-se de manifestantes e cartazes reivindicativos. O protesto, que culminou com um grito de "Sim, podemos", dividiu-se depois em várias assembleias populares que fizeram reavivar o espírito do movimento que conhecido como 15-M.
Caracterizado inicialmente pela espontaneidade, o massivo movimento popular deu progressivamente lugar a uma rede de associações autónomas, dirigidas a problemas concretos.
Nas marchas eram bem visíveis os distintos ramos a que foram aderindo os ativistas: batas brancas na defesa da saúde pública, maré verde na luta pela educação, plataforma de apoio aos afetados pelas hipotecas... entre muitos outros.
Entretanto, o apoio aos dois principais partidos espanhóis continua em queda livre. Uma sondagem publicada ontem pelo El País indica que o PP não alcançaria mais de 22,5% dos votos (metade do obtido nas eleições de 2011), enquanto o PSOE ficaria pelos 20%. Esquerda Unida e UPyD seriam os beneficiados. 
2013-05-13

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Juventude transviada

El País English 08-05-2013, por Miguel Ángel Medina

Socialist youth leader claims “right could be behind” 15-M protest movement 

Montagem: Avebarna
The secretary general of the International Union of Socialist Youth (IUSY), Beatriz Talegón,
(..) turned her focus on the 15-M popular movement: "I am not one for conspiracy theories but at that time of attending protests and assemblies I started to see things that bothered me, and now I say it more strongly: there are those that say that the right might be behind this movement," the 29-year-old told Argentinean station Radio Hache.

Although the interview was taped several months ago, the recording started to circulate on social networking sites on Monday. Talegón states that at the beginning, 15-M was "a cry out against everything, against the system, and was quite right in much of what it said."

However, she then accuses 15-M of "opening the door to the right so it can destroy the welfare state."

2013-05-09

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Madri, 25 de setembro de 2012


Desconheço a autoria desse manifesto, que recolhi no facebook, mas acredito que milhões de espanhóis, gregos, portugueses, italianos, franceses, islandeses, húngaros, alemães, russos e até estadunidenses - gente de todo o mundo, por quê não? - nele estarão hoje se sentindo representados. 

"Nós, pessoas comuns, cansadas de viver as consequências de um sistema condicionado e forçado a adaptar a si próprio aos mercados, o qual é em todos aspectos insuportável, e nos conduziu a sermos vítimas de um golpe em larga escala -o qual chamam 'crise'. Nós nos unimos para redigir esse manifesto e convidamos todos os cidadãos a se unirem às exigências que aqui fazemos.

Consideramos que a situação atual ultrapassou todos os limites toleráveis e que somos vítimas de um ataque sem precedentes por parte do poderio econômico, que utilizando a crise como pretexto, estão arruinando nossas vidas. Os culpados são aqueles que se apresentam como oligarquia intocável, com a cumplicidade de todas as forças políticas representadas no parlamento, manipulando todos os instrumentos do Estado para manter seu privilégio e enriquecimento excessivo e ilícito.

Não há como esconder que vivemos numa gigantesca fraude social, com governos que sistematicamente nos traem fazendo exatamente o oposto do prometido em seus discursos eleitorais; e que não há justiça alguma para os banqueiros, políticos e empresários culpados por tal situação.

Nós acreditamos que o problema é de uma envergadura tal e suas raízes tão profundas que a solução não será fundamentada por reformas baseadas nos mecanismos do sistema político atual, por isso exigimos:

- A completa demissão do governo, assim como a dissolução das Cortes e da Chefia do Estado, por terem traíção ao país e à cidadania de forma premeditada, levando-nos ao desastre.

- A abertura de um processo constituinte transparente e democrático, a fim de redigir uma nova Constituição, com participação de todos os cidadãos, de maneira que lhes seja própria, pois não reconhecemos qualquer caráter democrático no atual texto constitucional, redigido por uma corja de costas para o povo, que consagrou a dominação dos herdeiros do franquismo e aqueles que com eles compactuaram. Deve ser o povo quem determina o modelo de organização social no qual quer viver e não o contrário.

- A auditoria da dívida pública da Espanha, com moratória para pagamento da dívida até que se tenha definido claramente aquilo que não deverá ser pago pela nação por ter servido a interesses privados que utilizaram o país para os seus próprios fins e não aos do conjunto de cidadãos espanhóis. Do mesmo modo, exigimos que sejam processadas todas aquelas pessoas que se demonstrem suspeitas de tais manobras, e que respondam com seus bens em caso de condenação.

- A reforma da lei eleitoral com o desenho de um novo processo eleitoral, a fim de que represente verdadeiramente a vontade do povo diante de qualquer eleição que seja necessária para facilitar o desenvolvimento de um processo constituinte democrático.

- A imediata suspensão de todos os cortes e reformas contra o Estado de bem-estar tomados com a desculpa da crise, e que supõem restrições de direitos e liberdade dos cidadãos, pois não somente são um desastre para o país, mas foram impostos pela traição à vontade popular.

- Uma profunda reforma fiscal, que faça pagar mais a quem mais benefícios obtém da sociedade. Igualmente, exigimos a abolição da anistia fiscal decretada pelo governo, cuja injustiça é uma verdadeira gozação com os contribuintes honrados.
- A supressão de todos os privilégios de quem ostenta cargos políticos ou públicos, e a implantação de mecanismos eficazes de controle no desempenho de suas funções.

- A paralisação imediata de todos os desalojamentos, e a colocação à disposição da população a preço social dos imóveis em propriedade dos bancos e caixas que foram ajudados com as reservas públicas.

- A criação de novos empregos, cuja primeira premissa seja a sustentabilidade, e cujos fins sejam o desenvolvimento da humanidade, assim como a gestão coerente dos empregos disponíveis de tal modo que toda a população possa trabalhar e viver sem que se veja obrigada a viver para trabalhar. É um grande engano que se deva trabalhar cada vez mais, falácia sustentada na avareza dos grandes interesses e contrária aos interesses das pessoas comuns.

Por tudo que foi exposto, convocamos os cidadãos ao dia 25 de Setembro de 2012 a manifestarem-se de forma indefinida nas portas do Congresso até conseguir a demissão do Governo e a abertura de um Processo Constituinte, fazendo deste, o chamado de união de todas as lutas por uma Sociedade mais justa.
Somos a imensa maioria, somos o povo, temos razão e não vamos deixá-los passar." 

2012-09-26



segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Indignados de Norteamérica

El País 18-09-2011, por Bárbara Celis

La Puerta del Sol se traslada a Wall Street
"Tras la primavera árabe y la revolución española, puede que haya llegado la hora del otoño americano". Gary Louisa, un neoyorquino de 21 años, en paro, "sin posibilidades de pagar estudios universitarios porque los préstamos de los bancos tienen intereses disparatados", lo sugería esta mañana en el parque Zuccotti de Nueva York, el lugar escogido por los indignados estadounidenses para inciar una protesta cuyas repercusiones a medio y largo plazo aún no pueden predecirse.

(..) Fueron 296 personas las que se atrevieron a acampar en este parque público pero de propiedad privada, del que los dueños, una empresa inmobiliaria, les habrían echado inmediatamente sino fuera porque "era sábado y había demasiada burocracia de por medio", explica Matt. Él es uno de los miembros de la Asamblea NYC, bajo la que se agrupan personas de todo tipoque desde primeros de agosto se preparaban para su 15-M, en este caso 17-S. Jóvenes estudiantes y jóvenes en paro, más gente que comenzó a unirse entre ayer y hoy, que han visto como sus coetáneos tomaban las calles en otros países y han decidido emular la protesta y sus métodos.

(..) "En Nueva York está prohibido que 20 personas se congreguen en la calle sin permiso y te pueden arrestar por estar en un parque público pasadas las diez de la noche, así que esto es un reto" comentaba Matt frente a una pancarta con el orden del día de la asamblea, que arrancaría por la tarde para decidir qué pasos dar. Junto a él había gente como Louisa, que se había unido al movimiento por la mañana, tras enterarse por Internet, y quien con su saco de dormir al hombro, y sin conocer a nadie, explicaba por qué quería estar allí: "Mi padre trabajó en la Zona Cero como soldador y murió de un cáncer provocado por lo que respiró. Se arruinó pagando las facturas del hospital. Este país no hizo nada por él y no está haciendo nada por mí. Yo tengo que elegir entre comer o ir al dentista, y hace tres años que escojo comer. Estoy en paro pero cuando trabajaba cobraba menos que mi padre hace 20 años. Vamos hacia atrás, no hacia delante. Y la situación es global. La gente corriente está harta de mentiras. Por eso hoy dormiré en Wall Street".

2011-09-19

sábado, 4 de junho de 2011

Blair twitch

El País 02-06-2011

Blair sobre el 15-M: "Hay que escuchar a quien protesta pero que no te gobierne"
El ex primer ministro británico Tony Blair sabe mucho de protestas masivas. Las sufrió cuando decidió que su país participara en la guerra de Irak, en 2003. De visita en España, el británico ha afirmado, en referencia al movimiento 15-M que ha tomado plazas por toda España, que, como líder político, en una democracia hay que "escuchar las protestas que hay en la calle, pero no puedes dejar que te gobiernen".

"Mi problema con las protestas callejeras es que, si no tienes cuidado, los medios acaban creando una situación en la que [los manifestantes] tienen legitimidad no solo en su derecho a protestar, sino en lo que están diciendo", ha declarado Blair en la cuarta edición del Foro Novartis de Excelencia, informa Europa Press.

(..) En su calidad de representante del Cuarteto para Oriente Próximo, Blair se ha entrevistado en La Moncloa con el presidente del Gobierno, José Luis Rodríguez Zapatero. Ambos han hablado sobre las revueltas democráticas en el mundo árabe y las perspectivas de paz entre palestinos e israelíes. 

2011-06-04

terça-feira, 31 de maio de 2011

Democrático e internacionalista

Semana Mundo 29-05-2011
https://www.semana.com/mundo/articulo/el-movimiento-indignados-madrid-acuerda-permanecer-puerta-del-sol/240598-3

El Movimiento "indignados" de Madrid acuerda permanecer en la Puerta del Sol
Protestantes alzan sus manos durante
 una asamblea general de los "indignados" 
en la plaza de Puerta del Sol en Madrid.
Foto: AP/Pedro Acosta

A lo largo del sábado y el domingo fueron miles las personas que se reunieron en diferentes barrios madrileños para discutir sobre la continuidad de la acampada.

El movimiento de "indignados" acampados en la Puerta del Sol acordó en asamblea y a mano alzada esta medianoche permanecer en la céntrica plaza madrileña y dejó para más tarde la decisión de hasta cuándo mantenerse allí.

A la asamblea popular, que duró unas cuatro horas, asistieron varios miles de personas según un portavoz del movimiento, quien no precisó cuándo se tomará la decisión de seguir o no acampados ni si se volvió a debatir una respuesta a los comerciantes de la zona, que días atrás denunciaron que la acampada ha causado una caída drástica de las ventas en sus establecimientos.

"Hace unos días estaba claro que nos íbamos, pero con lo que ha pasado en París hoy (domingo) y porque representantes de las acampadas de muchas ciudades nos han pedido que continuemos, hemos decidido quedarnos", señaló uno de los portavoces.
Éste hizo referencia a la utilización de gases lacrimógenos que la policía francesa hizo esta noche en un intento de desalojar al millar de simpatizantes galos del movimiento de indignados que habían tomado la plaza de la Bastilla de París.

Durante la reunión se planteó la posibilidad de hacer de mañana una jornada de reflexión y retomar el martes el debate, aunque quedó sin concretar, y se aseguró que la policía no intervendría si, como hasta la fecha, los acampados respetaban el orden público.

Entre las propuestas planteadas se expuso la posibilidad de levantar el campamento de la capital, aunque se dejaría una representación para que los ciudadanos puedan trasladar sus propuestas, y continuar la movilización en los barrios.

A lo largo del sábado y el domingo fueron miles las personas que se reunieron en diferentes barrios madrileños para discutir sobre la continuidad de la acampada en la Puerta del Sol y del movimiento, que desde hace medio mes demanda un cambio político y social y una profundización de la democracia española.

Al finalizar la asamblea, que siguieron por internet más de 8.000 personas, sonó La Marsellesa en solidaridad con el millar de personas que en La Bastilla parisina mostraron su apoyo al movimiento español de los indignados y que soportaron la carga policial y los gases lacrimógenos.

La de la Puerta del Sol madrileña fue la última asamblea de los indignados de las varias celebradas hoy en otras poblaciones españolas para debatir la estrategia a seguir.

En Barcelona, donde el viernes hubo enfrentamientos con la policía que les quiso desalojar a la fuerza, centenares de "indignados" en la plaza de Catalunya se levantaron tarde, pero de buen ánimo porque ayer la protesta social no se contagió de los violentos altercados que anoche vivió la ciudad durante la celebración de la victoria del Barça en la Champions.

Los acampados en la turística Toledo comenzaron sin embargo a recoger sus bártulos al haber decidido levantar el campamento aunque decidieron seguir haciendo asambleas.

No así, en otras ciudades españolas como Sevilla, Bilbao, Logroño o Santiago de Compostela se decidió mantener la presencia para presionar por sus reivindicaciones sociales.

En Madrid, como en Sevilla y Valencia, numerosas personas marcharon entrada la noche hacia los consulados de Francia, como señal de protesta por los sucesos de La Bastilla.

Miles de personas, en su mayoría jóvenes, han permanecido desde hace dos semanas en campamentos instalados en las plazas de las principales ciudades españolas, para pedir un cambio político y social y una mayor democracia en España, cuyas simpatías han traspasado sus fronteras en Europa.

2011-05-31

sábado, 21 de maio de 2011

Indignados

BBC Brasil 21-05-2011
http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2011/05/110521_espanha_suite_ji

Manifestações se espalham pela Espanha apesar de proibição

Puerta del Sol, Madri, 15 de maio de 2011

Milhares de pessoas voltaram a se reunir em cidades ao redor da Espanha neste sábado para protestar contra o índice de desemprego e medidas de austeridade do governo. Os protestos continuam em desafio a uma proibição a manifestações políticas na véspera de eleições, que acontecem neste domingo no país.

O protesto começou em Madri há seis dias na principal praça da capital, a Puerta del Sol, pela iniciativa de jovens espanhóis, que protestam contra o índice de 45% de desemprego em sua faixa etária.Cerca de 25 mil manifestantes permaneceram no nocal, a maioria acampados, durante a noite desta sexta-feira.

Eles desafiaram uma proibição da Comissão Eleitoral da Espanha, que ordenou sua retirada da praça até a meia-noite de sexta-feira, quando entrou em vigor a proibição contra manifestações.
(..) Segundo a agência Efe, os protestos deste sábado reuniram cerca de 60 mil pessoas pela Espanha, em cidades como Barcelona, Valência, Sevilha e Bilbao, além da capital.

A multidão cresceu na capital, e os protestos se espalharam para cidades ao redor da Espanha.
Os manifestantes pedem emprego, melhores condições de vida, um sistema democrático mais justo e mudanças nos planos de austeridade do governo socialista espanhol. 

"Eles querem nos deixar sem saúde pública, sem educação pública, metade de nossos jovens está desempregada, eles aumentaram a idade para a aposentadorai também", disse a manifestante Natividad Garcia. "Isso é um ataque contra o pouco Estado de bem-estar social que temos".

(..) Outro manifestante diz que se juntou aos protestos por não ter perspectivas de emprego, apesar de ter um diploma.

"As classes políticas devem saber que isso não está certo", disse Inma Moreno, de 25 anos.
Muitos dos participantes traçaram paralelos entre suas ações e os protestos pró-democracia no centro do Cairo, que culminaram com a derrocada do presidente Hosni Mubarak.

2011-05-21