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sexta-feira, 22 de julho de 2016

Esprits Criminels: unité sans frontières

El País 22-07-2016 por Carlos Yárnoz
Hollande ordena reforzar al Ejército iraquí con suministros de artillería pesada
Francia aumentará sus bombardeos en Siria e Irak a raíz de la matanza de Niza
Montagem: Avebarna

2016-07-22

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Hollande salva o Planeta

El País 13-12-2015, por Manuel Planelles  http://internacional.elpais.com/internacional/2015/12/13/actualidad/1450002024_762685.html 


www.avebarna.blogspot.com.br
El verbo que casi hizo naufragar el acuerdo contra el cambio climático
Francia cambió "deberá" por "debería" en el capítulo de obligaciones para que EE UU pudiera firmar el pacto de París
2015-12-16

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Hollande, holiste

Reuters Brasil 30-11-2015, por John Irish, 
http://br.reuters.com/article/worldNews/idBRKBN0TJ11320151130

Lutas contra mudanças climáticas e terrorismo estão relacionadas, diz Hollande
Imagem: Internet
François France, né Hollande, companheiro de lutas contra a estagnação econômica e o desemprego mundiais, apresentou-se à COP 21 em traje de escafandrista antiterror por não ter tido tempo de se trocar depois da última incursão da marinha de guerra francesa no mar de 500 milhas ao redor da Córsega, reclamado pelos jihadistas do Greenpeace como santuário da fauna mediterrânea. 

2015-12-01

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Salvar o planeta não é para qualquer um!

El País 05-11-2015, por Carlos Yárnoz 

Francia suspende Schengen durante un mes por la Cumbre del Clima

www.avebarna.blogspot.com.br
Enquanto velhos e novos partidos de esquerda europeus se permitem continuar sonhando - voluntariamente acorrentados aos seus leitos de Procusto nacionais, como se viu nas crises grega e migratória - o sonho da União Europeia dos conglomerados industriais e financeiros, François France, né Hollande, cuida de impedir que exércitos de europeus e imigrantes, desempregados e subempregados, jovens e trabalhadores de múltiplas nacionalidades, movidos por um instinto internacionalista represado, mas que o mundo do século XXI não pode senão impelir e aguçar, utilizem o direito que lhes confere o Tratado de Schengen para afluir a Paris em busca de seus direitos democráticos, trabalhistas e climáticos - vale dizer, uma economia mundial planejada e sustentável sob todos os aspectos, em todos os lugares e enquanto ainda há tempo!

2015-11-06

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Hollande vai à guerra

O Globo 10-09-2015, com agências internacionais 

França vai atacar Síria para conter fluxo de refugiados, diz premier
Segundo Valls, única forma de resolver crise migratória é se livrando de Assad e do Estado Islâmico 

www.avebarna.blogspot.com.br
Imagem http://www.wsj.com/articles/in-shattered-syria-war-divides-neighbors-1418990806 


2015-09-10

domingo, 26 de julho de 2015

Annales de la Commission Européenne III


Francia busca una refundación de la eurozona tras la crisis griega

París formará una vanguardia para consensuar medidas hacia una unión fiscal y social

Montagem: Avebarna
Depois de ajudar Mme Merkel a f* as mulheres, homens, velhos, adolescentes e crianças de Atenas, François France, né Hollande, também conhecido como FH Le Patriote, quer criar a Linha Maginot do século XXI para impedir que Mlle Liberté, sua protegée, acabe se  f* de verde e amarelo, digo, de bleu, blanc, rouge, no leito fatal da chanceler.

2015-07-26

Ver também
"Annales de la Commission Européenne"
http://avebarna.blogspot.com.br/2015/07/precisa-traducao.html

Ver também
"Annales de la Commission Européenne II"
http://avebarna.blogspot.com.br/2015/07/entreouvido-na-comissao-europeia-ii.html

terça-feira, 7 de julho de 2015

Annales de la Commission Européenne


Montagem: www.avebarna.blogspot.com.br
Fopto original: Internet

Legenda:
- A Grécia tem que pagar! Tudo!
- Com certeza, Madame, mas vamos precisar de um pouco de vaselina...

2015-07-07

terça-feira, 30 de junho de 2015

Dentro da UE, fora da UE ou por outra UE?


Se era para desembocar num referendo, por que deixar para fazê-lo aos 48 minutos do segundo tempo – quando Atenas já há de estar exausta de ansiedade, frustração e incerteza, quem sabe a ponto de desfalecer nos braços dos banqueiros que se propõem a “resgatá-la”, a peso de ouro, do caos que eles mesmos criaram? 

Acaso Tsipras acreditava que Hollande viria em seu socorro? 

Por que Tsipras perdeu tanto tempo numa negociação em que se tratava de saber se a Troika exigiria de Atenas dez ou nove e meio de seus dedos, em vez de preparar gregos, troianos e tebanos para a inevitável moratória da dívida, o controle dos bancos e a consequente batalha pelo significado da União Europeia para todos os povos do continente? 

E por que cargas d'água Syriza não usou o tempo gasto nessas negociações, que todos sabiam ser um beco sem saída, para convocar Podemos, Guanyem e todas as organizações europeias anti-Troika nascidas dos indignados de 2013, além, é claro, dos partidos e sindicatos tradicionalmente ligados aos trabalhadores, para uma campanha continental contra as políticas de austeridade, precariedade e desemprego que assolam todos os países da Europa - e em defesa da Grécia? 

Teria sido para evitar constrangimentos com Hollande e os chefes da social-democracia europeia? Ou por desconfiar que os partidos e sindicatos tradicionalmente ligados aos trabalhadores se alinhariam com seus banqueiros pátrios contra a Grécia?

Acaso terão sonhado alguma vez as lideranças de Syriza que os barões da social-democracia, da UGT, da CGT, de CCOO sairiam, por livre e espontânea vontade, em defesa dos trabalhadores gregos? 

Se a mais grave crise social europeia desde a Segunda Guerra Mundial não é o momento para a abertura de uma janela autenticamente socialista - vale dizer plebeia, democrática e internacionalista - sobre o continente europeu, um espaço plurinacional com fronteiras franqueadas a cidadãos comuns e trabalhadores de 28 cidadanias diferentes, eu me pergunto: quando então será? 


2015-06-30


segunda-feira, 20 de abril de 2015

Hollande contra os piratas

El País 19-04-2015, por Pablo Ordaz 
700 inmigrantes desaparecidos tras hundirse su barco en aguas líbias  
Montagem: Avebarna

Os trabalhadores migrantes contemporâneos morrem em terra, digo, mar de ninguém. Para todos os efeitos morais, não são cidadãos de país nenhum. A culpa é dos piratas. A civilização capitalista pode dormir em paz.

François France, né Hollande, que, como não desconhecem os leitores deste blog, é portador da "Síndrome de Bush", disse que os piratas são "terroristas". É uma maneira simples de resolver o problema: bombardeiam-se os "navios terroristas" e os migrantes mortos viram "danos colaterais"!

2015-04-20

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Síndrome de Bush

Estadão 15-01-2015, por Roberto Godoy
http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,franca-usara-porta-avioes-contra-estado-islamico-imp-,1620109
França usará porta-aviões contra Estado Islâmico
Presidente do país atacado, François Hollande anuncia envio de navios com poder nuclear para enfrentar grupo radical islâmico
Que os líderes da social-democracia francesa são fiéis devotos da plutocracia nacional - antigamente conhecida como "as 200 famílias" - o mundo inteiro já sabia. A novidade é que François France, né Hollande, parece acometido da Síndrome de Bush - um estado delirante em que o enfermo acredita ser o líder supremo das forças do bem em luta contra os senhores de guerra de Mordor.

2015-01-16

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

O terrorismo islâmico e o espírito da social-democracia

BBC News 13-01-2015
France attacks: War with terrorism not Islam, PM Valls says
He told the French National Assembly that the Islamist gunmen who murdered 17 people in Paris had wanted to kill the "spirit of France", but had failed
Fonte: http://archive.constantcontact.com/fs095/1101297535809/archive/1105739836051.html

Queriam matar "o espírito da França”!

Por que será que os chefes da social-democracia francesa, diante do perigo, invariavelmente se refugiam atrás de bazófias patrióticas?

Hipótese 1: porque é o caminho que lhes resta para tentar se salvar da crise histórica de representatividade junto às multidões trabalhadoras, que eles se acostumaram a manipular com vantagens econômicas diretas e indiretas desde a época gloriosa do Plano Marshall.

Hipótese 2: para dissimular as responsabilidades, tanto histórias como muito recentes, do Estado francês no caos político, econômico, social e cultural a que está reduzida a região do mundo de onde provém o terrorismo islâmico.

Para refletir: a matança de Paris, assumida pela Al Qaeda, tem de fato a sua marca: uma ação espetacular e chocante no coração – no ventrículo europeu, vá lá – da ordem mundial. Mas pode, também, ser uma reação dessa organização, de propósitos obscuros, ao prestígio recém-adquirido junto à juventude islâmica pelo EIIL, ou simplesmente EI (Estado Islâmico), cuja violência tem se concentrado na execução exemplar de estrangeiros indesejáveis no território que pretende circunscrever como “o Califado” e no massacre de comunidades que toma como "inimigos internos".

Vale lembrar que:

(1) o movimento pela unidade nacional dos povos do Oriente Médio e Magreb não é novo e teve a sua primeira materialização em formato laico na extinta República Árabe Unida (Egito e Síria), que existiu, não por acaso, entre 1958 e 1961, sob impulso dos baathistas sírios e dos nasseristas egípcios;

(2) o prestígio da ideia de “nação islâmica” aflorou com a Revolução Iraniana de 1979, em que a teocracia xiita se substituiu à democracia laica – e, indiretamente, aos regimes bonapartistas herdeiros do baathismo e do nasserismo, apoiados por Moscou – como única alternativa política e militarmente eficaz (Guarda Islâmica) ao imperialismo anglo-estadunidense representado pelo xá deposto, Reza Pahlevi;

(3) há apenas algumas semanas o recém-promovido “líder da democracia mundial” Netanyahu se propunha a inscrever definitivamente na Constituição o caráter judeu do Estado de Israel, em cuja formação, aliás, os métodos terroristas tiveram um papel nada desprezível.

Os intermináveis conflitos que assolam o Oriente Médio e o Magreb são uma espécie de Guerra do Fim do Mundo contemporânea, sobre o pano de fundo da economia do petróleo, cujos efeitos colaterais podem alcançar, a qualquer momento e lugar, as “comunidades pacíficas e ordeiras do Ocidente”, seja na forma de um jihadista suicida armado até os dentes ou – por que não? – de um drone mortal teleguiado.

O único fator capaz de modificar positivamente este cenário aterrorizante é o retorno da classe trabalhadora à cena política, com organização e objetivos próprios e uma perspectiva inflexivelmente internacionalista – livre, portanto, da tutela do baronato social-democrata e dos preconceitos de intelectuais saudosos do “socialismo real”. Se isto não acontecer - bem, com um pouco de sorte poderemos seguir desfrutando, no Brasil e na América Latina, e sabe Deus até quando, os até pouco tempo impensáveis benefícios do desenvolvimento desigual!


O ESPÍRITO DA FRANÇA SEGUNDO FRANÇOIS FRANCE, NÉ HOLLANDE

"Hollande anuncia ampliação de luta contra EI no Iraque
Presidente diz que porta-aviões está pronto para apoiar combate

A França tem 800 militares, nove aviões de combate, uma aeronave de patrulha marítima e um avião de reabastecimento em sua base nos Emirados Árabes como parte da missão no Iraque “Chammal”, bem como um navio de Guerra com dispositivos anti-aviões no Golfo. A França ainda opera seis caças da Jordânia e tem ainda mais de três mil soldados que realizam operações contra extremistas ligados à al-Qaeda na região do Sahel, no Saara."

2015-01-14

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

domingo, 11 de janeiro de 2015

Cretino, patético ou simplesmente abjeto?

O Globo / Agências internacionais 11-01-2015 

De braços dados, líderes mundiais comandam marcha de mais de um milhão nas ruas em Paris

Para quem vai a Bola de Ouro do Oportunismo Político? Para François France, né Hollande, ou para O Globo? 
O Troféu Estupidez Política da Década já tem dono, pela 2a vez consecutiva: Al Qaeda.

2014-01-11

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Debout! les enfants de la patrie

O Globo / Agências internacionais 09-01-2015 
Hollande pede que franceses ‘se levantem em nome da liberdade e da democracia’

François Françon, né Hollandon, francomaçom, porte-drapeau das liberdades francesas na França e porte-parole das franquias francesas na África francófona, no Oriente Médio francófilo e no Magreb francônico







2015-01-09

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

François France, sauver des africains

Le Monde 14-12-2013, por Thomas Wieder 
http://www.lemonde.fr/politique/article/2013/12/14/hollande-c-est-l-honneur-de-la-france-d-etre-intervenu-en-centrafrique_4334599_823448.html?xtmc=hollande_a_sao_paulo&xtcr=5

"Espelho, espelho meu, já houve na França um socialista 
mais chauvinista do que eu?"  

"Comme il l'avait fait jeudi soir devant la communauté française réunie dans un grand hôtel de Sao Paulo, au Brésil, le chef de l'Etat a défendu sa décision d'intervenir en RCA. Intervenir  en Centrafrique «est l'honneur de la France et sa responsabilité», a-t-il déclaré. «Quand j'imagine ce qu'était la situation il y a une semaine, ce qu'étaient les massacres, et que je vois la situation sanitaire, je me dis: heureusement que la France est là-bas; heureusement que la France est conforme à ses valeurs et à ses principes; heureusement que la France appuie les Africains; heureusement que la France évite les exactions et les massacres», a-t-il expliqué. (..) «C'est ça le rôle de la France. C'est parce qu'elle a une histoire, parce qu'elle a un avenir et parce qu'elle a des valeurs qu'elle doit être en Centrafrique. Pas longtemps, parce que si nous arrivons à désarner les milices et à éviter une crise humanitaire, nous n'aurons pas à stationer longtemps en Centrafrique », s'est justifié M. Hollande.(...) Avant d'ajouter cette pique à destination de ses prédécesseurs: «Quand je regarde en plus l'histoire de ces territoires, il y a eu beaucoup d'interventions militaires françaises ces trente ou quarante dernières années en Centrafrique. C'était soit pour protéger des dictateurs, soit pour les renvenser. Moi je préfère sauver des populations.»"
2014-01-07