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quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Unidos Podemos fraudar os Indignados


El País online 16-11-2016, por Francesco Manetto e Elsa García de Blas

Unidos Podemos, el nombre de la coalición de Podemos e IU
La federación de Garzón renuncia a la palabra izquierda en la marca electoral para el 26-J

Protestantes alzan sus manos durante una asamblea general
de los "indignados" en la plaza de Puerta del Sol en Madrid.
(La Semana 29-05-2011)
Foto: AP/Pedro Acosta

Se frentes de esquerda servissem para alguma coisa não teria havido o 15-M na Puerta del Sol. 

Sob a liderança de Iglesias, Podemos se converte naquilo contra o quê foi criado. E dá à moribunda Izquierda Unida de Garzon a ilusão de enganar o Destino fantasiando-se de Indignada.
 
2016-11-17

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Quem os representará?

Jornal de Notícias 12-05-2013, por Maria João Morais
https://www.jn.pt/mundo/interior/indignados-tomam-as-ruas-de-espanha-no-segundo-aniversario-do-15m-3215485.html

Indignados tomam as ruas de Espanha no segundo aniversário do 15M

Prestes a cumprirem-se dois anos desde aquele 15 de Maio de 2011, em que milhares de cidadãos decidiram ocupar as praças de várias cidades espanholas para demonstrar a revolta contra o sistema politico e económico, os "indignados" voltaram, este domingo, a sair à rua para atualizar os protestos contra os cortes nos direitos sociais aplicados pelo Governo de Mariano Rajoy.
Sob o lema "Da indignação à rebelião", milhares de pessoas marcharam em mais de 20 cidades entoando palavras de ordem como
"Não nos representam".
Em Madrid, a simbólica praça Puerta del Sol voltou a encher-se de manifestantes e cartazes reivindicativos. O protesto, que culminou com um grito de "Sim, podemos", dividiu-se depois em várias assembleias populares que fizeram reavivar o espírito do movimento que conhecido como 15-M.
Caracterizado inicialmente pela espontaneidade, o massivo movimento popular deu progressivamente lugar a uma rede de associações autónomas, dirigidas a problemas concretos.
Nas marchas eram bem visíveis os distintos ramos a que foram aderindo os ativistas: batas brancas na defesa da saúde pública, maré verde na luta pela educação, plataforma de apoio aos afetados pelas hipotecas... entre muitos outros.
Entretanto, o apoio aos dois principais partidos espanhóis continua em queda livre. Uma sondagem publicada ontem pelo El País indica que o PP não alcançaria mais de 22,5% dos votos (metade do obtido nas eleições de 2011), enquanto o PSOE ficaria pelos 20%. Esquerda Unida e UPyD seriam os beneficiados. 
2013-05-13

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Juventude transviada

El País English 08-05-2013, por Miguel Ángel Medina

Socialist youth leader claims “right could be behind” 15-M protest movement 

Montagem: Avebarna
The secretary general of the International Union of Socialist Youth (IUSY), Beatriz Talegón,
(..) turned her focus on the 15-M popular movement: "I am not one for conspiracy theories but at that time of attending protests and assemblies I started to see things that bothered me, and now I say it more strongly: there are those that say that the right might be behind this movement," the 29-year-old told Argentinean station Radio Hache.

Although the interview was taped several months ago, the recording started to circulate on social networking sites on Monday. Talegón states that at the beginning, 15-M was "a cry out against everything, against the system, and was quite right in much of what it said."

However, she then accuses 15-M of "opening the door to the right so it can destroy the welfare state."

2013-05-09

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Indignação transnacional

El País online 21-07-2011, por Ana Garralda / Jerusalém

Los indignados de Israel

Jóvenes llegados de varias ciudades de Israel han tomado las calles. Protestan por los precios de la vivienda, de la gasolina y los productos básicos. Se inspiran, dicen, en las revueltas de sus vecinos árabes.

"Gente de Israel, vosotros que estáis 
hoy reunidos en las plazas de vuestras ciudades. Este es un mensaje de esperanza y de solidaridad desde el movimiento 15-M en España". Así dice una de las indignadas del movimiento 15-M en el video que la plataforma ha enviado a los jóvenes israelíes que llevan días acampados en ciudades como Jerusalén, Tel Aviv, Beersheva, Jerusalén o Kfar Saba. Sus reivindicaciones: acceso a una vivienda digna, la bajada de precios en bienes de consumo básico. (..)
 
2011-07-22

sábado, 4 de junho de 2011

Blair twitch

El País 02-06-2011

Blair sobre el 15-M: "Hay que escuchar a quien protesta pero que no te gobierne"
El ex primer ministro británico Tony Blair sabe mucho de protestas masivas. Las sufrió cuando decidió que su país participara en la guerra de Irak, en 2003. De visita en España, el británico ha afirmado, en referencia al movimiento 15-M que ha tomado plazas por toda España, que, como líder político, en una democracia hay que "escuchar las protestas que hay en la calle, pero no puedes dejar que te gobiernen".

"Mi problema con las protestas callejeras es que, si no tienes cuidado, los medios acaban creando una situación en la que [los manifestantes] tienen legitimidad no solo en su derecho a protestar, sino en lo que están diciendo", ha declarado Blair en la cuarta edición del Foro Novartis de Excelencia, informa Europa Press.

(..) En su calidad de representante del Cuarteto para Oriente Próximo, Blair se ha entrevistado en La Moncloa con el presidente del Gobierno, José Luis Rodríguez Zapatero. Ambos han hablado sobre las revueltas democráticas en el mundo árabe y las perspectivas de paz entre palestinos e israelíes. 

2011-06-04

sábado, 21 de maio de 2011

Indignados

BBC Brasil 21-05-2011
http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2011/05/110521_espanha_suite_ji

Manifestações se espalham pela Espanha apesar de proibição

Puerta del Sol, Madri, 15 de maio de 2011

Milhares de pessoas voltaram a se reunir em cidades ao redor da Espanha neste sábado para protestar contra o índice de desemprego e medidas de austeridade do governo. Os protestos continuam em desafio a uma proibição a manifestações políticas na véspera de eleições, que acontecem neste domingo no país.

O protesto começou em Madri há seis dias na principal praça da capital, a Puerta del Sol, pela iniciativa de jovens espanhóis, que protestam contra o índice de 45% de desemprego em sua faixa etária.Cerca de 25 mil manifestantes permaneceram no nocal, a maioria acampados, durante a noite desta sexta-feira.

Eles desafiaram uma proibição da Comissão Eleitoral da Espanha, que ordenou sua retirada da praça até a meia-noite de sexta-feira, quando entrou em vigor a proibição contra manifestações.
(..) Segundo a agência Efe, os protestos deste sábado reuniram cerca de 60 mil pessoas pela Espanha, em cidades como Barcelona, Valência, Sevilha e Bilbao, além da capital.

A multidão cresceu na capital, e os protestos se espalharam para cidades ao redor da Espanha.
Os manifestantes pedem emprego, melhores condições de vida, um sistema democrático mais justo e mudanças nos planos de austeridade do governo socialista espanhol. 

"Eles querem nos deixar sem saúde pública, sem educação pública, metade de nossos jovens está desempregada, eles aumentaram a idade para a aposentadorai também", disse a manifestante Natividad Garcia. "Isso é um ataque contra o pouco Estado de bem-estar social que temos".

(..) Outro manifestante diz que se juntou aos protestos por não ter perspectivas de emprego, apesar de ter um diploma.

"As classes políticas devem saber que isso não está certo", disse Inma Moreno, de 25 anos.
Muitos dos participantes traçaram paralelos entre suas ações e os protestos pró-democracia no centro do Cairo, que culminaram com a derrocada do presidente Hosni Mubarak.

2011-05-21