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segunda-feira, 4 de junho de 2018

Indignante!

El País 01-06-2018, por José Marcos
https://politica.elpais.com/politica/2018/06/01/actualidad/1527842212_228376.html

Iglesias insiste a Sánchez en entrar en el Gobierno

Montagem Avebarna

"Ahora toca responsabilidad, espero que Sánchez sea capaz de armar un Gobierno fuerte y estable (..), ha expresado Iglesias, que se ha mostrado "a disposición de lo
 que decida el nuevo presidente del Gobierno" en respuesta si estaría dispuesto a entrar en el Gobierno.

2018-06-04

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Síndrome de Podemos

Deu no Correio do Estado online
19-02-2018, por Brasil 247
https://www.correiodoestado.com.br/politica/frente-de-esquerda-prepara-manifesto-para-reconstruir-o-brasil/321850/
PT, PDT, PSB, PCDOB E PSOL: Frente de esquerda prepara manifesto para reconstruir o Brasil 
Os braços de formação política das legendas, representados pelas fundações Lauro Campos (PSB), Leonel Brizola-Alberto Pasqualini (PDT), Perseu Abramo (PT), Maurício Grabois (PCdoB) e João Mangabeira (PSOL) lançarão no próximo dia 20 de fevereiro o Manifesto Unidade para Reconstruir o Brasil.
(..) A frente de esquerda reúne quatro pré-candidatos à Presidência: Lula, que lidera as intenções de votos em todos os cenários, mas pode ser inabilitado da disputa, Manuela D'Ávila pelo PCdoB, Ciro Gomes pelo PDT e o PSOL já anunciou o nome do coordenador do MTST Guilherme Boulos. Eles ainda não estão confirmados no evento. (Continua)
*

Pergunta: a liderança do PSOL não se dá conta de que reivindicar as jornadas democráticas de Junho de 2013 e tê-la como parte de seu patrimônio político é incompatível com a estratégia da “frente de esquerda”?

Av Presidente Vargas - Rio de Janeiro
Junho de 2013

Não vê que a intelligentsia do maior partido “de esquerda”, alvo prioritário dessa estratégia sem o qual ela não faz o menor sentido, considera Junho de 2013 um movimento de origem suspeita, no melhor dos casos, ou manifestamente “de direita”, no pior, uma espécie de Marcha da Família responsável pela desestabilização política e queda do governo Dilma?

Não percebe que na "Unidade" de PT e PCdoB "para Reconstruir o Brasil" não cabem, e nunca caberão, multidões de indignados como as que tomaram as ruas do país para exigir, do governo desses mesmos partidos, a prestação de contas das nebulosas transações com os sócios maiores do milagre social lulista - empreiteiras, concessionárias, bancos, impérios de comunicação, FIFA, Comitê Olímpico Internacional etc? 

A frente de esquerda é o caminho mais curto e certo para o PSOL dilapidar o prestígio duramente conquistado junto a importantes segmentos da juventude libertária e do trabalhadorado brasileiro do século XXI.

2018-02-20


domingo, 1 de outubro de 2017

Papelão


Fonte: La Vanguardia 01-10-2017 

Ou Podemos forja uma liderança digna dos Indignados da Porta do Sol ou Iglesias transformará Podemos em um PSOdaE (PSOEdoB, em português do Brasil moderno). 


2017-10-01


terça-feira, 26 de setembro de 2017

Viagem ao fundo do centro


Podemos rechaza “rotundamente” una declaración unilateral de independencia
Iglesias e Errejón combinam 
explicar aos catalães que 
só depois de ajudar Podemos a 
vencer a resistência do PSOE
e derrotar Rajoy é que eles
terão legitimidade para pedir
a El Rey Felipe VI um
referendo independentista
“pactado e com garantias”
Podemos ha remarcado este lunes que rechazaría una declaración unilateral de independencia de Catalunya tras el referéndum del 1 de octubre, una consulta que sigue defendiendo como una “movilización” legítima de los catalanes en defensa del derecho a decidir.
En rueda de prensa tras la reunión de su ejecutiva, la portavoz de Podemos, Noelia Vera, y el secretario de Organización, Pablo Echenique, han vuelvo a lanzar un llamamiento al PSOE para que se aleje del inmovilismo del PP y Ciudadanos y se ponga del lado de los que, como la formación morada, defienden un referéndum pactado y con garantías para que los catalanes puedan expresarse.
Vera ha mostrado el orgullo de su partido por el resultado de la asamblea de cargos públicos que se celebró ayer en Zaragoza y por haber sido capaces de en la actual situación reunir a una decena de partidos para apostar por el diálogo, el derecho a decidir y la convivencia frente a la “represión” y la “violación de derechos” que atribuyen al PP.
Ambos han admitido que el mensaje de esa asamblea iba dirigido fundamentalmente al PSOE para que se sume a la hoja de ruta de Podemos y trabajen juntos a partir del 1 de octubre por una solución dialogada a la crisis en Catalunya.
No obstante, sobre el referéndum unilateral del próximo domingo, Vera ha defendido que será una movilización de los catalanes en esa misma línea de seguir “peleando por el derecho a decidir y el reconocimiento de la plurinacionalidad”,
“No compartimos la hoja de ruta del Gobierno porque tampoco da respuestas a lo que está pidiendo el pueblo catalán”, “ni el bloque del inmovilismo ni el independentismo ni el unilateralismo van a solucionar nada”, ha añadido.
Preguntada sobre si apoyarían una eventual declaración de independencia de Catalunya por parte de la Generalitat tras el 1-O, Vera ha respondido: “Rotundamente no, no compartimos una declaración unilateral de independencia en ningún sentido”.
Aun así, ha señalado que el referéndum unilateral del 1 de octubre será una “movilización legítima” que no se puede criminalizar, pero a la que “todo el que quiera” debe poder asistir o participar como considere. Vera ha insistido en que Podemos defiende una salida pactada y dialogada y ha confiado en que la asamblea de Zaragoza sea un primer escalón para atraer al PSOE a ese camino.
En cualquier caso, Podemos asume que ese diálogo llegará ya después del referéndum del domingo debido a que en este momento algunas fuerzas políticas, como el PSOE, tienen difícil cambiar de posición. Lo que sí tienen claro es que el primer paso para que se pueda resolver la “cuestión catalana” con un referéndum pactado y con garantías es “echar a Rajoy” y al PP del Gobierno.
Es decir, que su ruta sigue siendo una moción de censura con el PSOE antes de las próximas elecciones generales, y de eso quieren convencer a los socialistas. Pablo Echenique ha hecho hincapié en este punto señalando ese llamamiento al PSOE como otro de los objetivos de la asamblea de Zaragoza.
“No podemos tener en nuestro país, por la cuestión catalana, económica, la cuestión social y de libertades civiles, a este señor en Moncloa hasta 2020 porque estará bloqueando toda posibilidad de recuperar derechos y de dar una solución democrática para Catalunya”, ha recalcado Echenique.


2017-09-26

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Unidos Podemos fraudar os Indignados


El País online 16-11-2016, por Francesco Manetto e Elsa García de Blas

Unidos Podemos, el nombre de la coalición de Podemos e IU
La federación de Garzón renuncia a la palabra izquierda en la marca electoral para el 26-J

Protestantes alzan sus manos durante una asamblea general
de los "indignados" en la plaza de Puerta del Sol en Madrid.
(La Semana 29-05-2011)
Foto: AP/Pedro Acosta

Se frentes de esquerda servissem para alguma coisa não teria havido o 15-M na Puerta del Sol. 

Sob a liderança de Iglesias, Podemos se converte naquilo contra o quê foi criado. E dá à moribunda Izquierda Unida de Garzon a ilusão de enganar o Destino fantasiando-se de Indignada.
 
2016-11-17

terça-feira, 30 de junho de 2015

Dentro da UE, fora da UE ou por outra UE?


Se era para desembocar num referendo, por que deixar para fazê-lo aos 48 minutos do segundo tempo – quando Atenas já há de estar exausta de ansiedade, frustração e incerteza, quem sabe a ponto de desfalecer nos braços dos banqueiros que se propõem a “resgatá-la”, a peso de ouro, do caos que eles mesmos criaram? 

Acaso Tsipras acreditava que Hollande viria em seu socorro? 

Por que Tsipras perdeu tanto tempo numa negociação em que se tratava de saber se a Troika exigiria de Atenas dez ou nove e meio de seus dedos, em vez de preparar gregos, troianos e tebanos para a inevitável moratória da dívida, o controle dos bancos e a consequente batalha pelo significado da União Europeia para todos os povos do continente? 

E por que cargas d'água Syriza não usou o tempo gasto nessas negociações, que todos sabiam ser um beco sem saída, para convocar Podemos, Guanyem e todas as organizações europeias anti-Troika nascidas dos indignados de 2013, além, é claro, dos partidos e sindicatos tradicionalmente ligados aos trabalhadores, para uma campanha continental contra as políticas de austeridade, precariedade e desemprego que assolam todos os países da Europa - e em defesa da Grécia? 

Teria sido para evitar constrangimentos com Hollande e os chefes da social-democracia europeia? Ou por desconfiar que os partidos e sindicatos tradicionalmente ligados aos trabalhadores se alinhariam com seus banqueiros pátrios contra a Grécia?

Acaso terão sonhado alguma vez as lideranças de Syriza que os barões da social-democracia, da UGT, da CGT, de CCOO sairiam, por livre e espontânea vontade, em defesa dos trabalhadores gregos? 

Se a mais grave crise social europeia desde a Segunda Guerra Mundial não é o momento para a abertura de uma janela autenticamente socialista - vale dizer plebeia, democrática e internacionalista - sobre o continente europeu, um espaço plurinacional com fronteiras franqueadas a cidadãos comuns e trabalhadores de 28 cidadanias diferentes, eu me pergunto: quando então será? 


2015-06-30


terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Eu entendi direito, companheiro?

"(…) En Reino Unido, los laboristas y los conservadores no se tiraban piedras hablando de algo tan serio como la politica antiterrorista. Utilizar el dolor de las víctimas o que unos partidos se ataquen a otros en cuestiones de Estado es lo que nos convierte en um país bananero. Esto no puede ser. Los temas de Estado, como la política antiterrorista, como la política de seguridad, en este caso tienen que ser elementos que cuenten con el consenso de mucha gente”.
(Entrevista de Pablo Iglesias, Secretário Geral de Podemos, ao Canal 24 Horas da TVE 08-12-2014)

 
2014-12-09

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Se for mexer em vespeiro...

El País (in English) 28-11-2014, por Francesco Manetto, 
http://elpais.com/elpais/2014/11/28/inenglish/1417170085_999647.html


Podemos abandons most radical proposals in economic program

New Spanish leftist party seeking to present itself as genuine “social-democratic” force

Depois de semanas de imensa apreensão, El País e toda a casta social que domina a Espanha parecem respirar aliviados. Faz sentido.
 

Montagem Avebarna
Mas para quem, como o blogueiro, acompanha com autêntico interesse a trajetória de Podemos, o problema não é tanto o fato de o partido haver trocado - quem sabe por motivos de aproximação com o seu público - um programa democrático radical por um programa democrático reformador: é saber com que grau de obstinação ele pretende defender esse programa democrático reformador. 

Porque se o fizer com um grau de obstinação à altura das esperanças que vem despertando no povo espanhol e nas pessoas comuns de todo o mundo, não apenas acabará desembocando, tarde ou cedo, no programa democrático radical ora deixado de lado como se verá na contingência de ter de começar a cogitar, e pôr em prática, um programa de transição para uma democracia socialista - em toda a Europa!

Não se trata de uma opção ideológica, mas da natureza – e da profundidade abismal – do conflito entre os fins de qualquer democracia substantiva e a mecânica da economia mundial (des)governada pelos mega capitais industriais e bancários que a parasitam e controlam.

A alternativa, para Podemos, é concluir que não era sua real intenção mexer nesse vespeiro e se deixar converter, mais cedo do que tarde, em uma espécie de PSOE Sub-23.


Para acessar o projeto econômico de Podemos,
Un Proyecto económico para la gente - Podemos - Democratizar la economía para salir de la crisis mejorando la equidad, el bienestar y la calidad de vida - Una propuesta de debate para solucionar los problemas de la economía española Por Vicenç Navarro y Juan Torres López – Noviembre 2014
clique em 

2014-11-28
 

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Avebarna courier: Ecos da Puerta del Sol


El País 23-11-2014, por Miguel Ángel Noceda / Javier Ayuso
http://politica.elpais.com/politica/2014/11/21/actualidad/1416591615_481451.html

Podemos agita a los empresarios

Los líderes empresariales reclaman a los partidos que reaccionen al ascenso del grupo

El empresariado vive con inquietud el ascenso de Podemos. La presencia cada vez mayor de esta formación, que ha dado un meneo descomunal al panorama político nacional, genera zozobra e incertidumbre.

“Hay que tomarse a Podemos muy en serio, ya se ha convertido en algo más que el experimento que se probó en las elecciones europeas. Es una realidad y también diría que una amenaza”.

La cita es de un empresario que, como suele habitual en este colectivo cuando habla de cuestiones políticas, prefiere guardar el anonimato. Y así ha ocurrido con la práctica totalidad de los consultados para este reportaje, que lo han puesto como condición para recoger su opinión. (..)

2014-11-25




sábado, 15 de novembro de 2014

Avebarna Courier: Podemos e os sindicatos

El País 07-11-2014, por M. V. Gómez/F. Manetto
http://politica.elpais.com/politica/2014/11/07/actualidad/1415389078_528615.html

Somos, el sindicato de Podemos, busca un hueco entre las centrales

Podemos ya tiene un sindicato afín. No está vinculado formalmente al partido de Pablo Iglesias, pero nació en el círculo de sindicalistas simpatizantes de la formación. Su vocación, señalan los estatutos registrados el pasado 31 de octubre, es la de ser “un movimiento independiente y transversal, aunque con los mismos principios éticos de honestidad, participación y transparencia”. Y su principal objetivo “es modernizar las actuales estructuras sindicales”.

El sindicato, que aún no tiene el visto bueno del Ministerio de Empleo, tampoco puede contar, de momento, con libro de afiliados. Lo que de momento tiene son unas intenciones muy claras sobre el cambio de unas dinámicas sindicales “que se han acomodado” y en las que “unos pocos privilegiados toman las decisiones que afectan a todos”.

La portavoz del sindicato, Julia Pastor, señala que la intención es presentarse a las elecciones sindicales en todas las empresas que decidan las futuras bases del sindicato. La creación de Somos tiene también una consecuencia política con vistas al próximo calendario electoral, porque sitúa en la órbita de influencia de Podemos un sector de la sociedad muy vinculado tradicionalmente a Izquierda Unida y a las mareas ciudadanas que en esta legislatura han rechazado los recortes del Gobierno en sanidad y educación. (..) 

2014-11-15

sábado, 8 de novembro de 2014

"Podemos: más democracia, nuevo tablero"

El País (opinião) 07-11-2014, por Gemma Ubasart/Íñigo Errejón  
Reconocer el derecho a decidir del pueblo catalán es radicalizar la democracia
La mayor parte de la ciudadanía de Cataluña y sus representantes políticos han mostrado de manera masiva que quieren votar para decidir el tipo de vinculación de su territorio con el Estado. Lo han hecho con manifestaciones, declaraciones parlamentarias, mociones en los Ayuntamientos y una extraordinaria vitalidad cívica que corroboran los datos demoscópicos: más de un 80% de los catalanes y las catalanas está de acuerdo con ser consultada.

Podemos apoya el derecho a decidir del pueblo catalán. No podría ser de otra manera: la organización nace con el fin de radicalizar la democracia. Hemos nacido desafiando la resignación y la alienación de la esfera pública que la descomposición del régimen podría provocar: reivindicando que de la crisis orgánica se sale con más democracia, con una irrupción plebeya, de la gente común, que recupere la política frente a la minoría privilegiada que se ha situado por encima del Estado de derecho.

Dicho esto, estamos convencidos que el debate político sobre el derecho a decidir se puede ver bloqueado por la cerrazón de las élites. Nos parece que debe ser puesto en relación con la discusión de qué condiciones hoy han ido produciendo un estrechamiento de las condiciones democráticas, y con qué transformaciones pueden garantizar el derecho de la ciudadanía a decidir sobre cuestiones territoriales, económicas y sociales. Este es el punto ciego que comparten hoy dirigentes en España y en Cataluña: la desconfianza hacia la soberanía popular y su supeditación a otros criterios y poderes de origen no democrático. (..) 

2014-11-08