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domingo, 5 de maio de 2024

domingo, 14 de janeiro de 2024

Avebarna Domingo: O capital no século XXI

Bruegel newsletter 18-01-2023
The boom, bust and future of China's real estate sector (bruegel.org)

Since the global financial crisis in 2008, China’s real estate sector has emerged as one of the most important engines of growth in China, contributing more to the economy than even external exports.


A huge investment binge in infrastructure and real estate resulted in a policy push away from external product demand, and housing prices consequently grew at the speed of light. China’s well-known high saving ratio, together with capital controls, have been instrumental in channelling funds to finance the real estate bubble. Chinese households invested up to 80% of their wealth into real estate, and many bought up to several property units, depending on their ability to do so.

As a result, Chinese real estate developers became the largest in the world. That was until the bubble ended abruptly some 18 months ago. (..)

2024-01-14

quarta-feira, 15 de março de 2023

Capitalismo permissionário

DW 04-03-2023
https://www.dw.com/pt-br/o-mist%C3%A9rio-por-tr%C3%A1s-dos-sumi%C3%A7os-de-magnatas-na-china/a-64876253

Embora a comunidade internacional veja o desaparecimento forçado como um tipo de violação dos direitos humanos, alguns analistas dizem que o Partido Comunista Chinês (PCC) o vê como uma "prática padrão". (..) Alguns especialistas afirmam que a razão pela qual Pequim está tomando medidas severas contra os empresários é que eles precisam garantir que suas empresas ou práticas comerciais estejam alinhadas com as prioridades do PCC. (..)


2023-03-15

terça-feira, 31 de maio de 2022

Crescimento descrescente

Folha de S Paulo 27-05-2022
https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2022/05/china-admite-que-crescer-pib-virou-tarefa-bastante-dificil.shtml

Pela primeira vez, o premiê Li Keqiang admitiu a quadros do Partido Comunista que alcançar a meta de crescimento de 5,5% do PIB em 2022 será uma tarefa bastante difícil. A fala foi dada em uma conferência realizada na quarta (25) com quase 100 mil representantes vindos de 2.844 condados e distritos chineses. Li tem enfatizado desde o mês passado a necessidade de medidas extraordinárias para aquecer a economia, mas a sucessão de lockdowns para combater a Covid virou um grande obstáculo. (..)
  
Montagem: Avebarna

Não tenho dúvida de que a Covid é um sério embaraço ao crescimento econômico. Mas me pergunto se, mesmo desfrutando das vantagens da subordinação do capital ao Estado - por oposição a todos os demais países, onde o Estado se subordina ao capital -, a China pode fugir às leis de ferro do mercado mundial, a primeira delas a de que quanto mais cresce menos poderá crescer.

2022-05-31

quinta-feira, 7 de abril de 2022

Internacional Petrolária

Infomoney 01-04-2022
https://www.infomoney.com.br/mercados/casa-branca-liberacao-de-reservas-ja-reduziu-precos-do-petroleo-mas-mercado-e-global/

O conselheiro econômico da Casa Branca, Jared Bernstein, afirmou nesta sexta-feira, 1º, que os preços do petróleo e da gasolina recuaram após liberação de reservas especiais, mas disse que se trata de um “mercado global”, e que outros fatores interferem nas cotações. Em coletiva de imprensa, o economista disse que o movimento mão é o suficiente no longo prazo, e que “é uma ponte para ajudar consumidores” durante a recente alta nos preços.


2022-04-07

sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

À espera da tormenta

The Guardian 25-01-2022
https://www.theguardian.com/business/2022/jan/25/us-stock-markets-bubble-tech-results-investors

(..) The tech sector led US stock markets on a pandemic boom last year. Now markets are whipsawing on fears that the Federal Reserve will end the era of easy money, all while a potential war in Ukraine looms. Some warn of a bigger correction to come on a scale not seen since the dotcom collapse of the late 1990s. (..) Jeremy Grantham, the British co-founder of Boston-based investment manager GMO, believes the US is now in a “super-bubble” comparable to the dotcom era, the Wall Street crash of 1929, and the housing market madness of 2006. It is not just tech that has blown up, but housing prices, commodities and bond prices. (..)


2022-01-28

 


segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

O capital no século XXI (49)

Sin Permiso 02-12-2018, por Michael Roberts

¿Financiarización o rentabilidad?
“(..) En un capítulo de nuestro nuevo libro, El mundo en crisis, G. Carchedi proporciona pruebas empíricas convincentes a favor de la ley de la rentabilidad de Marx que muestra la relación entre los sectores financieros y productivos en las crisis capitalistas. Desde la década de 1980, los estrategas del capital trataron de revertir la baja rentabilidad existente. La rentabilidad aumentó en parte a través de una serie de grandes depresiones (1980, 1982, 1991, 2001, etc). Pero también se recuperó (algo) a través de las denominadas medidas neoliberales como las privatizaciones, poniendo fin a los derechos sindicales, reducción del gasto público y de las pensiones, etc.

Pero también había otro contratendencia: la transferencia de capital hacia los sectores financieros improductivos. “Frente a la caída de la rentabilidad en la esfera productiva, el capital se trasladó de los sectores de baja rentabilidad en los sectores productivos a los de alta rentabilidad en los sectores financieros (es decir, improductivos). Pero las ganancias de estos sectores son ficticias; sólo existen en los libros de contabilidad. Se convierten en beneficios reales sólo cuando son cobrados. Cuando esto sucede, los beneficios disponibles para los sectores productivos se reducen. Cuanto más tratan los capitales de obtener tasas de ganancia más altas desplazándose a los sectores no productivos, mayores son las dificultades de los sectores productivos. Este movimiento de contratendencia- el desplazamiento del capital a los sectores financieros y especulativos y las tasas de ganancia más altas en esos sectores puede no contener la tendencia, es decir, la caída de la tasa de ganancia en los sectores productivos”.

Los beneficios financieros han supuesto una parte creciente de los beneficios reales a lo largo de toda la fase posterior a la Segunda Guerra Mundial. “El crecimiento de las ganancias ficticias provoca un crecimiento explosivo de la deuda global a través de la emisión de instrumentos de deuda (por ejemplo, bonos) y de más instrumentos de deuda apoyados en los anteriores. El resultado es una montaña de deudas interconectada. ... Pero la deuda implica su pago. Cuando esto no puede suceder, sobrevienen las crisis financieras. Este enorme crecimiento de la deuda en sus diferentes formas es el sustrato de la burbuja especulativa y de las crisis financieras, incluida la próxima. Así que esta contratendencia también puede superar la tendencia general sólo temporalmente. El crecimiento de la tasa de ganancia debido a las ganancias ficticias alcanza su propio límite: las crisis financieras recurrentes, y las crisis que catalizan en los sectores productivos”. (..)

2018-12-03

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Na democracia capitalista do Prof. Merval

El País 27-04-2015, por José Manuel Abad Liñán

Japón retoma la carrera de los ‘supertrenes’ con un ‘maglev’ que supera los 600 km/h

(..) La tecnología del Shinkansen se ha exportado a Taiwán, China, incluso al Eurotúnel, pero con el ‘maglev’ y la competencia de los alemanes el país parece dañado en su orgullo. Las compañías Siemens y ThyssenKrupp consiguieron el contrato de la única línea de este tipo —aunque basada en otra tecnología— que ya está en uso comercial para unir los 34 kilómetros que separan el aeropuerto de Shanghái de uno de los extremos de su red de metro. El país [Japão] compite por vender su ingenio fuera. Sobre todo, a Estados Unidos, que recupera su tiempo perdido construyendo una red de la alta velocidad a la que España también quiere hincar el diente. El primer ministro japonés, Shinzo Abe, ha ofrecido a los estadounidenses ahorrarse los costes de licencia con tal de que escojan a empresas de su país para unir por alta velocidad, convencional o maglev, Washington y Baltimore, a 60km de distancia, y más adelante para llegar a Boston. (..) (Destaques PJ

Montagem: Avebarna
A matéria do jornal espanhol El País corrobora, sem margem para dúvida, o ensinamento do Professor Merval segundo o qual o Brasil e - devo inferir - por extensão os Estados Unidos, a Espanha e o Japão são democracias capitalistas que ainda não praticam o "capitalismo de Estado" como o chinês. 

Contudo, ainda estou tentando diferenciar corretamente a prática criminosa de se exigir propina para que este ou aquele cartel seja escolhido, pelos executivos de uma estatal, como executor de uma grande refinaria no país, dita 'corrupção', e o serviço prestado por chefes de Estado a tais e quais carteis e monopólios privados para que sejam escolhidos - sabe Deus como - executores de grandes projetos de infraestrutura e fornecedores de tecnologia em outros países, dito 'promoção do interesse nacional'!

2015-04-27

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Elixir da rentabilidade

Económico 29-04-2013

Montagem: Avebarna
Mercado imobiliário anima Wall Street

Os mercados norte-americanos abriram hoje em alta com os investidores optimistas em relação ao dados do mercado imobiliário nos EUA, que vão ser divulgados hoje, e com a possibilidade de o Banco Central Europeu anunciar uma descida da taxa de juro directora. (..)

Os investidores acreditam que o número de contratos de promessa de compra e venda de casas aumentou quase 1% em Março, mais um sinal de que o sector da construção está a recuperar nos EUA. (..)

2013-05-06

sexta-feira, 6 de julho de 2012

O futebol e o mundo tentam se entender

Apud Franklin Foer

Montagem: Avebarna
O campeonato brasileiro de futebol virou o Retiro dos Artistas.


Com o devido respeito aos craques que tantas alegrias nos têm dado com sua arte, o que estamos testemunhando não seria o sucateamento da indústria do futebol no Brasil?

Haveria aqui alguma lição a ser tirada sobre o lugar da pujante economia brasileira no sistema mundial?

Os grandes craques oriundos de todas as partes do mundo atuam na Europa; ao encerrarem suas carreiras, vão ganhar um dinheiro extra com sua classe inexcedível em mercados em ascensão, mas sem tradição futebolística, como os Estados Unidos, os emirados árabes, a China e o Brasil.

2012-07-06

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Arcanos

Crise financeira de 2008 poderia ter sido evitada

Comissão americana conclui que Fed e outros órgãos do governo dos EUA falharam

Desde 1825, ano em que estalou a primeira crise geral, não se passam dez anos seguidos sem que todo o mundo industrial e comercial, a distribuição e a troca de todos os povos civilizados e de seu séquito de países mais ou menos bárbaros, saia dos eixos. O comércio é paralisado, os mercados são saturados de mercadorias, os produtos apodrecem nos armazéns abarrotados, sem encontrar saída; o dinheiro torna-se invisível; o crédito desaparece; as fábricas param; as massas operárias carecem de meios de subsistência precisamente por tê-los produzido em excesso; as bancarrotas e falências se sucedem.

O paradeiro dura anos inteiros. As forças produtivas e os produtos são malbaratados e destruidos em massa até que, por fim, os estoques de mercadorias acumuladas, mais ou menos depreciadas, encontram saída e a produção e a troca se vão reanimando pouco a pouco. Paulatinamente, a marcha se acelera, a andadura converte-se em trote, o trote industrial em galope e, finalmente, em carreira desenfreada - uma corrida de obstáculos da indústria, do comércio, do crédito, da especulação, para terminar, por fim, depois dos saltos mais arriscados, na fossa de um novo crack. E assim sucessivamente. 

Cinco vezes repetiu-se a mesma história desde 1825 e, presentemente (1877), estamos vivendo-a pela sexta vez. E o caráter dessas crises é tão nítido e marcante que Fourier as abrangia todas ao descrever a primeira, dizendo que era uma crise plétorique, uma crise nascida da superabundância.

Nas crises estala, em explosões violentas, a contradição entre a produção social e a apropriação capitalista. A circulação de mercadoria fica, por um momento, paralisada. O meio de circulação, o dinheiro, converte-se num obstáculo para a circulação; todas as leis da produção e da circulação das mercadorias viram pelo avesso. O conflito econômico atinge seu ponto culminante: o modo de produção rebela-se contra o modo de distribuição. (Friedrich Engels, 1877)

2011-06-03