2025-10-19
2% das super-fortunas para financiar ações climáticas,
+ 2% para a renda mínima de bilhões de des-e-sub empregados tecnológicos,
+ 2% para o transporte dos trabalhadores em megalópoles que não param de crescer,
+ 2% para o retrofit dos hipercentros urbanos abandonados pela economia virtual,
+ 2% para os juros do Minha Casa Minha Vida planetário etc.*
Nessa toada, chegaremos à conclusão de que os super-ricos são fontes indispensáveis de recursos para compensar as fabulosas desigualdades criadas por um sistema econômico destinado à produção de super-ricos cada vez mais super-ricos.
É ou não é o cachorro tentando morder o próprio rabo?
(..) FHC, desde sempre, não depositava muita confiança na burguesia nacional e imaginava um acoplamento da economia nacional à ordem mundial de tipo subcapitalista. Em outras palavras, FHC via a burguesia nacional apenas como um sócio menor e dependente do capital internacional. Lula, ao contrário, sem negar nossas dificuldades históricas, imaginava a possibilidade do exercício de um subimperialismo, de tipo regional, mediante a internacionalização do capital nacional feita com o apoio do Estado nacional, mas limitada pela ação do capital internacional. O BNDES, sob Lula, agiu para promover essa internacionalização regionalizada, impulsionando os setores que demonstravam maior aptidão para a tarefa: o agronegócio e a construção pesada. (Destaques Avebarna)
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Montagem: avebarna.blogspot.com.br
Imagem original: Internet
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(..) Durante os protestos de 2013 no Brasil, a percepção de alguns estudiosos da rede social já era de que as ações virtuais poderiam estar sendo patrocinadas.
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