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domingo, 28 de janeiro de 2024

Avebarna Domingo: O capital no século XXI

Folha de S. Paulo 14-01-2024
https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2024/01/ia-afetara-cerca-de-40-dos-empregos-do-mundo-diz-fmi.shtml

A inteligência  artificial (IA) afetará 60% dos empregos nas economias avançadas, afirmou a diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, pouco antes de partir para o Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça. (..) O relatório indica que metade dos empregos afetados pela IA será prejudicada, enquanto o restante pode se beneficiar do aumento da produtividade devido à IA. "Seu trabalho pode desaparecer completamente, o que não é bom, ou a inteligência artificial pode aprimorar seu trabalho, tornando-o mais produtivo e aumentando sua renda", explicou Georgieva à AFP. (..) "Isso poderia agravar a lacuna digital e a disparidade de renda entre os países", continuou o relatório, acrescentando que os trabalhadores mais velhos provavelmente serão mais vulneráveis às mudanças causadas pela IA. (..)


Mme Kristalina prevê um futuro brilhante para a IA: administrar a fila do seguro-desemprego planetário  
   
Montagem e legenda: Avebarna
2024-01-28

domingo, 23 de abril de 2023

Avebarna Domingo: O capital no século XXI

Veja 06-04-2023
https://veja.abril.com.br/mundo/economia-global-tera-crescimento-mais-fraco-desde-1990-diz-chefe-do-fmi/

Kristalina Georgieva, diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), afirmou nesta quinta-feira, 6, que a economia global está a caminho de seu crescimento mais fraco em mais de 20 anos. De acordo com Georgieva, o aumento das taxas de juros pelos maiores bancos centrais do mundo elevam os custos de empréstimos para famílias e empresas, prejudicando o ritmo do avanço econômico. (..) Durante o seu discurso preparatório para cúpulas do FMI em Washington, nos Estados Unidos, que devem ocorrer ao longo deste mês, Georgieva disse que o crescimento global tende a permanecer em 3% até 2028, o índice mais baixo desde 1990.

2023-04-23

sábado, 9 de junho de 2018

Completando o óleo

Deu no La Vanguardia 09-06-2018, por Robert Mur
http://www.lavanguardia.com/economia/20180609/444222786362/fmi-rescate-argentina-prestamo.html
Argentina recibe el mayor préstamo en la historia del FMI
El Gobierno de Macri obtiene una línea de crédito de 50.000 millones de dólares 
Montagem Avebarna
Imagem original http://www.ebah.com.br/content/ABAAABTlwAF/4-lubrificacao?part=2

2018-06-09

sábado, 21 de abril de 2018

A luz no fim do túnel

Deu no El País online
20-04-2018, por José Carlos Díez

El FMI lanza su advertencia
Estamos viendo otra vez niveles muy bajos de aversión al riesgo, como antes de la crisis
El FMI ha presentado sus previsiones de primavera. El crecimiento de la economía mundial seguirá próximo al 4%. Sigue siendo un punto inferior al crecimiento de antes de la crisis, y ha cambiado mucho su composición. Hoy China y la India suponen ya el 25% del PIB mundial y explican casi la mitad del crecimiento global.
Montagem Avebarna
Imagens originais Internet
China tenía un superávit exterior próximo al 10% de su PIB antes de la crisis y era una economía dependiente del consumo privado en EE UU y Europa. Hoy ha reducido su superávit al 1% del PIB. India tiene un déficit exterior del 2%, y ambas economías crecen principalmente gracias a su consumo interno, favoreciendo las exportaciones y el empleo industrial europeo y estadounidense.
Pero lo más relevante y preocupante ha sido el informe de estabilidad financiera del Fondo, donde advierte que estamos de nuevo viendo niveles muy bajos de aversión al riesgo por parte de los inversores y comportamientos como los que provocaron la Gran Recesión. Los precios de la vivienda vuelven a subir próximos al 10% en varios países que siguen teniendo un elevado endeudamiento. EE UU, Reino Unido, Suecia, España e Irlanda replican el comportamiento que nos llevó a la crisis. (Continua)

2018-04-21




quinta-feira, 20 de outubro de 2016

A clínica itinerante da Dra Lagarde II

El País 13-10-2016, por C. Delgado e A. Maqueda
http://economia.elpais.com/economia/2016/10/13/actualidad/1476346969_072503.html 

Técnicos del FMI desembarcan en España para examinar su economía

Montagem www.avebarna.blogspot.com.br
Foto original Internet. Autor não identificado
2016-10-14

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

A clínica itinerante da Dra Lagarde

El País 13-10-2016, por C. Delgado e A. Maqueda
http://economia.elpais.com/economia/2016/10/13/actualidad/1476346969_072503.html 

Técnicos del FMI desembarcan en España para examinar su economía

Montagem avebarna.blogspot.com.br
Fotos originais Internet
2016-10-14

terça-feira, 12 de julho de 2016

Avebarna Courier: Lei da Competitividade


El FMI pide más fusiones en la banca ante la falta de rentabilidad

En una conferencia en la XXXII Reunión del Círculo de Economía en Sitges, Viñals ha concretado que el 30% de los activos bancarios de la zona euro, que suman 10 billones de euros, pertenecen a bancos con duros "ajustes pendientes en su modelo de negocio”, es decir, que no generan una rentabilidad suficiente. "Hay demasiados bancos y demasiado débiles", ha afirmado. Viñals ha descartado una nueva crisis a nivel global, pero ha advertido de la posibilidad de perder “un punto y medio de crecimiento” en los próximos cinco años en caso de que las economías avanzadas y emergentes no sigan con las reformas estructurales. (..) las reformas estructurales son fundamentales para mejorar el potencial de crecimiento económico y el empleo de calidad”.

Viñals también ha alertado de que si no se produce un “cambio” en las políticas económicas hacia un mayor equilibrio y a la adopción de medidas fiscales “inteligentes”, la situación puede derivar en una “pérdida de confianza de los ciudadanos” en los sistemas políticos y las democracias.

2016-07-12

quarta-feira, 24 de junho de 2015

sexta-feira, 24 de abril de 2015

"A culpa é da Dilma!"


Preocupado, por força das circunstâncias, mais com o bosque do que com a árvore, o recente alerta do FMI para as perspectivas nada auspiciosas das economias latino-americanas tem o mérito de explicar ao público que as razões essenciais da recessão brasileira não são - como se tornou moda deduzir, por ilação, dos cambalachos revelados pela Lava Jato - “culpa da Dilma”, mas fundamentalmente o produto de processos derivados da internacionalidade do sistema econômico, o principal deles “a desaceleração da China [que] tem tido efeitos negativos sobre os preços das matérias primas em todo o mundo” (O Globo online 12-04-2015). 

Quando muito, considera o FMI que “particularidades internas acentuam [itálico nosso] os problemas econômicos [brasileiros]: desafios de competitividade que não foram enfrentados [leia-se precarização do trabalho, que aliás está sendo providenciada], o risco de racionamentos de energia e água no médio prazo e os desdobramentos da investigação da Petrobras”. (O Globo online 14-04-2015). Sequer o desajuste fiscal - causa fundamental, recorrente e corriqueira dos nossos problemas no entender do doutor Delfim Neto (“Nada de novo sob o sol…”, Valor Econômico 07-04-2015) - é mencionado. 

De fato, nunca se ouviu dos chefes do FMI, tampouco dos analistas de economia da grande imprensa nacional, críticas, por exemplo, aos generosos gastos governamentais com o investimento de capital necessário à realização da Copa do Mundo, dos Jogos Olímpicos, do Porto Maravilha e até do Comperj, que só entrou na lista negra da mídia depois que o fluxo de dinheiro entre o governo e as empreiteiras emperrou. Como já dito em algum outro lugar deste blog, a contradição da nossa classe dominante com o gasto público é seletiva: só são “excessivos” os gastos que não a beneficiem direta e imediatamente e, obviamente, o conjunto dos gastos depois que todo mundo esqueceu em que foram feitos.

O FMI não diz, nem poderia, mas a leitura do noticiário econômico - sobretudo na imprensa europeia - permite deduzir que as circunstâncias desfavoráveis à América Latina fazem parte de um ambiente econômico planetário extremamente adverso e instável, em que mesmo as avaliações momentaneamente positivas de países como Estados Unidos, Inglaterra e Espanha se fazem geralmente acompanhar de ressalvas relacionadas à baixa dos salários, à precariedade do emprego, ao aumento irrefreável da desigualdade e, por último mas não menos importante, a uma apreensão mais ou menos generalizada com o destino do oceano de títulos de dívidas públicas que hoje constitui a “substância” de boa parte da riqueza privada mundial. Uma situação a tal ponto esdrúxula que o risco de calote da Grécia (0,32% do PIB mundial e 1,3% do PIB da UE) é uma permanente ameaça de pânico nas bolsas de todo o planeta! 

Um avião lotado de passageiros, sem GPS, com piloto e co-piloto trancafiados no lavatório e o trem de pouso avariado - parece uma metáfora adequada para o capitalismo do século XXI, produto da competição predatória entre redes virtualmente indecifráveis de potentados financeiros, oligopólios industriais e seus Estados nacionais associados pela valorização dia a dia mais problemática dos respectivos capitais. 

Se culpa tem Dilma Rousseff - o PT nem se fala -, não é, definitivamente, a de ter causado a desaceleração chinesa e a queda dos preços das commodities, mas a de não ter alertado o seu eleitorado, e a classe trabalhadora em especial, para as inevitáveis turbulências econômicas vindouras e a consequente necessidade de estarem preparados para defender suas conquistas. 

Dessa responsabilidade, evidentemente, os analistas econômicos VIPs não querem nem ouvir falar: afinal, a economia é, para eles, um processo tão natural quanto a gravitação universal e a evolução as espécies, restando aos ignorantes cidadãos comuns nada além de entoar loas, nas boas colheitas, aos senhores do século por sua sábia governança e, nos eventos catastróficos, orar pela misericórdia dos céus.

2015-04-24

terça-feira, 14 de abril de 2015

L'économie de Mme Lagarde

O Globo 12-04-2015 
http://oglobo.globo.com/economia/chegou-fim-do-tempo-das-vacas-gordas-hora-de-reformas-adverte-diretora-do-fmi-15852220#ixzz3XCaUXPHd
‘Chegou o fim do tempo das vacas gordas. A hora é de reformas’, adverte diretora do FMI 
Montagem: AvebarnaImagem original: Internet

2015-04-14

sábado, 11 de abril de 2015

La philosophie de Mme Lagarde

El País  10-04-2015, por Moisés Naim 
http://economia.elpais.com/economia/2015/04/10/actualidad/1428686840_221082.html

“El sistema capitalista deja margen suficiente para la renovación”

 
Montagem: Avebarna
Sem dúvida!

Ainda há, neste mundo de Deus, centenas de sistemas integrados de transporte por segmentar e privatizar, vastos serviços públicos essenciais por concessionar, imensas riquezas naturais por açambarcar, magníficos patrimônios culturais por patentear, fabulosos intangíveis por internalizar, inúmeras guerras locais por fomentar e terra urbanizada escassa o suficiente para se fartar de especular.

Produzir mercadorias – hélas! - já quase não é um bom negócio. Mas nem tudo está perdido: no outsourcing ainda há milhões de trabalhadores sem direitos por explorar e no insourcing outros tantos, com direitos, por terceirizar!

2015-04-11

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Avebarna Courier

El País online, 22-12-2014, por Miguel Ángel Criado

El FMI socavó el sistema de salud de los países castigados por el ébola

Los recortes impuestos debilitaron la capacidad de respuesta de los estados afectados, según un análisis de las políticas de austeridad aplicadas en la zona

(..) Más del 99% de los afectados de ébola (18.603, según las últimas cifras de la Organizacióm Mundial de la Salud , OMS) y los 6.015 fallecidos son de Guinea, Sierra Leona y Liberia. Los dos primeros países llevan una veintena de años bajo un programa de ayudas del FMI. En el caso liberiano, la financiación empezó más recientemente, en 2008. Pero el apoyo del Fondo siempre tiene un precio, generalmente en forma de recortes del gasto público. ¿Cómo han afectado las políticas de austeridad a los sistemas nacionales de salud de estos tres países?


2014-12-24