Fred, após vitória suada na estreia: 'Não era esperado tanto
sofrimento'
Montagem: Avebarna
O mistério continua. Por que razão o nosso simpático professor Cristóvão Borges
invariavelmente põe o Walter para jogar ao lado de Fred precisamente
quando, a 2/3 das partidas que estamos vencendo, começamos a perder o
meio-campo e tomar pressão?
No brasileirão passado, tomamos viradas absurdas por causa dessa louca teimosia. Com Fred, Walter (e Sobis) no segundo tempo, abria-se para os adversários uma
Praça da Paz Celestial na nossa intermediária defensiva! Ontem, quase
tomamos o empate. A queixa (justa) era de que não tínhamos atacantes de
velocidade para o contra-ataque.
Ora, para quê afinal (supostamente) os temos
agora?
Começo a desconfiar que seria melhor o Cristóvão ser apenas treinador, cabendo ao presidente do clube a complexa tarefa de escalar e substituir!
Justiça se lhe faça, antes tarde do que nunca o nosso artilheiro aprendeu a bater pênaltis; ou alguém o chamou num canto e disse que presepada em penalidade máxima tira até o direito de errar de vez em quando.