Mostrando postagens com marcador trabalho precário. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador trabalho precário. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 1 de abril de 2025

Ainda estamos aqui

CNN 01-04-2025
https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/brasil/greve-dos-entregadores-de-aplicativo-entra-no-segundo-dia-veja-impactos/

A paralisação dos entregadores de aplicativos, iniciada na última segunda-feira (31), continua nesta terça-feira (1) em todo o Brasil. As manifestações, que reivindicam melhores condições de trabalho e remuneração justa, têm gerado impactos significativos nos serviços de entrega, provocando reclamações por parte dos consumidores. (..)


Os manifestantes, que classificam o modelo de trabalho como “escravidão moderna”, exigem o pagamento mínimo de R$ 10 por entrega, R$ 2,50 por quilômetro rodado, limite de 3 quilômetros para entregas de bicicleta e o fim do agrupamento de entregas sem a devida compensação. (..)

2025-04-01

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023

Anais do capitalismo-mais-que-tardio

New York Times 25-02-2023
https://www.nytimes.com/2023/02/25/us/unaccompanied-migrant-child-workers-exploitation.html

(..) These workers are part of a new economy of exploitation: Migrant children, who have been coming into the United States without their parents in record numbers, are ending up in some of the most punishing jobs in the country, a New York Times investigation found. This shadow work force extends across industries in every state, flouting child labor laws that have been in place for nearly a century. Twelve-year-old roofers in Florida and Tennessee. Underage slaughterhouse workers in Delaware, Mississippi and North Carolina. Children sawing planks of wood on overnight shifts in South Dakota. Largely from Central America, the children are driven by economic desperation that was worsened by the pandemic. This labor force has been slowly growing for almost a decade, but it has exploded since 2021, while the systems meant to protect children have broken down. (..)

Montagem: Avebarna
Legenda da imagem (NYT): Cristian, 14, has been working in construction in North Miami for two years instead of going to school.
Crédito da imagem: Kirsten Luce para o NYT  

2023-02-27


quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Já?


Deu no Valor online
20-09-2018, por Assis Moreira 

Economia global atingiu pico de crescimento, diz a OCDE
Montagem Avebarna
Imagens originais Internet
O crescimento da economia global atingiu seu pico, está menos sincronizado e os riscos e incertezas se intensificam com a escalada da guerra comercial, alerta a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Economico (OCDE). Em suas projeções atualizadas, a entidade calcula que a expansão da economia mundial deve se estabilizar em 3,7% neste ano e em 2019., cerca de 0,25 ponto percentual a menos do que previsto em maio. Houve revisão para baixo do desempenho de boa parte das maiores economias desenvolvidas e emergentes que formam o G-20.
Um forte aumento do emprego e políticas monetária e fiscal de estímulo devem continuar a sustentar a demanda interna nas economias avançadas no curto prazo. A taxa de desemprego de 5,3% nos países ricos está abaixo da taxa de antes da crise de 2008. O crescimento dos salários, porém, decepciona. Isso cria incertezas sobre o tamanho da capacidade ociosa que persiste em várias economias e tem impacto na renda disponível. 
(Continua)
2018-09-20

sábado, 24 de dezembro de 2016

BR Uniclass

BBC Brasil 23-12-2016, por Mariana Schreiber

Montagem: Avebarna
Qual o impacto das mudanças trabalhistas anunciadas por Temer?

(..) "Não existe divisão de classe no Brasil, todos são brasileiros. E agora estamos unidos contra o pior de todos os problemas de nosso país, que é o desemprego", disse o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira. (..)

2016-12-24

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Rubber man

El País 02-05-2015, por María R Sahuquillo

Num acesso de fúria antipatronal,
trabalhador britânico flexibilizado
 morde o próprio rabo ante o olhar 
admirado  de seu cão, que há anos 
tenta sem sucesso realizar 
igual  façanha

Montagem Avebarna
Imagens originais Internet

Trabajadores ultraflexibles

Los 'contratos de cero horas', sin garantías de sueldo mínimo, proliferan en Reino Unido


(..) Desde hace un año, muchos de los días son así de imprevisibles para este hombre de 46 años, cabello ralo y ojos pequeños y vivarachos. Trabaja en una compañía de reparto con un ‘contrato de cero horas’, una modalidad en la que el empleador no garantiza al trabajador un mínimo de horas de carga al mes y, por tanto, tampoco un salario mínimo.

La fórmula no es nueva, pero se ha extendido paulatinamente en Reino Unido desde que empezó a sentirse la crisis financiera, en 2008. Hace cuatro años, quienes afirmaban tener como fuente única de ingresos un contrato de cero horas no llegaba ni por asomo al 1%; hoy son el 2,3% de los trabajadores en este país -- unas 700.000 personas --, según la Oficina Nacional de Estadísticas británica (ONS, por sus siglas en inglés). Mujeres, menores de 25 años y mayores de 65 son, según la ONS, los perfiles mayoritarios bajo este sistema. Empleados con contratos precarios que trabajan, de media, 25 horas a la semana y que cobran unas 7 libras la hora (el salario mínimo es de 6,50; 8,7 euros). 
2015-05-04