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segunda-feira, 4 de abril de 2016

Pero no mucho

Demonstrando uma vez mais ter a exata noção de seu lugar na situação política - a retaguarda dos movimentos populares - bem como do momento oportuno para a sua intervenção dirigente - sempre a reboque dos acontecimentos -, a liderança do Partido dos Trabalhadores (que Deus os proteja!) vem de admitir, em seu jornal online, que as jornadas democráticas contra o impeachment de 31 de março foram, em boa medida, um movimento em defesa do mandato, não do governo Dilma Rousseff - uma das razões, creio, de seu relativo sucesso num momento particularmente delicado para as hostes governistas (sendo a outra a absoluta incapacidade de Michel Temer de unir o polegar e o indicador da mão direita, que dirá O Globo, Estadão, Folha, FIESP, FIRJAN, FEBRABAN, latifúndio, agronegócio, incorporadores, concessionários, empreiteiros e uma parte não desprezível do Novo Brasil de classe média preconizado, num momento de raro descortino, pela nossa querida presidenta).

Clique na imagem para ampliar


Modere, contudo, o seu entusiasmo, leitor independente. Isto era só quando passávamos o mouse por cima da figura! Na foto de capa, pura e simples, pontificava a associação explícita das manifestações de 31 de março com a originalíssima solução política "Lula 2018" - um direito inalienável, obviamente, da publicação que o patrocina. Quem não se sentir representado, azar - que vá procurar a sua turma! 

A do blogueiro, já se sabe, é a turma da Mônica Iozzi: "Ser legalista não é o mesmo que ser governista". 

Não ao impeachment! Por um COMITÊ SUPRAPARTIDÁRIO NACIONAL em defesa do MANDATO Dilma Rousseff!

2016-04-04

domingo, 3 de abril de 2016

Adesões em massa!

Lançando mão, sem a menor cerimônia, dos direitos que lhe são proporcionados pela vigência, na Internet, e sabe Deus até quando, das liberdades idiossincráticas, o blogueiro tem a satisfação de anunciar aos seus leitores duas importantíssimas adesões ao Comitê Suprapartidário Avebarna Contra o Impeachment - Em Defesa do Mandato Dilma Rousseff:


  • Chico Buarque de Holanda, Deus da MPB e semideus das boas causas, que, por ocasião da manifestação de 31 de março, no Largo da Carioca, não só desceu à Terra - onde, aliás, prefere viver - como empunhou o microfone para, diante da multidão delirante, cantar a sua própria versão do sucesso popular "Não vai ter Golpe":
— Gente que votou no PT, gente que não gosta do PT, gente que foi do PT e se desiludiu, gente que votou na Dilma, gente que votou na Dilma e está decepcionado com o seu governo. Mas, sobretudo, a gente não pode pôr em dúvida a integridade da presidente Dilma Rousseff (..). Vamos fortalecer a democracia. Não vai ter golpe. De novo não. (O Globo 31-03-2016)
  • Monica Iozzi, a noviça rebelde das Organizações Globo, trânsfuga, desertora, autêntica ovelha negra da Grande Imprensa Pró-Impeachment, que, sentindo-se inadequadamente representada na notícia da GloboNews sobre a mesma manifestação - "Manifestantes vão às ruas em defesa da presidente Dilma no Largo da Carioca, no Rio" -, sapecou em seu twitter:

Para depoimentos dos demais membros do Comitê Avebarna sobre o caráter da batalha em curso, clique em 

2016-04-03

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Dois coelhos com uma só monicada

O Dia 01-04-2016, por IG, 
Monica Iozzi corrige manchete da GloboNews e gera nova polêmica
Após rebater uma chamada do canal que paga seu salário, seguidores da apresentadora divergiram opiniões

Rio - Como de costume, Monica Iozzi usou suas redes sociais para se posicionar sobre o momento político do Brasil. A apresentadora compartilhou uma notícia da GloboNews e "corrigiu" a manchete dada pelo canal.
O título original dizia que: "Manifestantes vão às ruas em defesa da presidente Dilma no Largo da Carioca, no Rio". Indo contra a afirmação, Monica replicou: "Corrigindo a manchete. Manifestação em DEFESA DA DEMOCRACIA. 'Ser legalista não é o mesmo que ser governista'".

Os seguidores da apresentadora não chegaram a um acordo sobre sua posição e deixaram comentários divergentes. "Corrigindo a própria emissora, gosto assim", escreveu um seguidor. "Enganadíssima de novo. Era uma passeata de apoio à Dilma. Era governista SIM", disse outro. 
(..)
2016-04-01