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sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Avebarna Fridays for Future

 

The Guardian 21 09 2026 https://www.theguardian.com/environment/2026/sep/21/planetary-boundaries-breached-scientists-warn-climate-crisis 

The planetary life support systems relied upon by humans have deteriorated to their worst levels ever recorded amid ongoing pollution and habitat destruction, according to a key yet grim annual update by scientists.


Of the nine “planetary boundaries” that help determine whether life can flourish on Earth, seven are being breached at their highest ever levels of transgression, according to the latest planetary health check, a process that was established in 2009. (..)



sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Avebarna Fridays for Future

The Guardian 11-02-2026, por Damian Carrington
https://www.theguardian.com/environment/2026/feb/11/point-of-no-return-hothouse-earth-global-heating-climate-tipping-points

The world is closer than thought to a “point of no return” after which runaway global heating cannot be stopped, scientists have said.


Continued global heating could trigger climate tipping points, leading to a cascade of further tipping points and feedback loops, they said. This would lock the world into a new and hellish “hothouse Earth” climate far worse than the 2-3C temperature rise the world is on track to reach. The climate would also be very different to the benign conditions of the past 11,000 years, during which the whole of human civilization developed.

At just 1.3C of global heating in recent years, extreme weather is already taking lives and destroying livelihoods across the globe. At 3-4C, “the economy and society will cease to function as we know it”, scientists said last week, but a hothouse Earth would be even more fiery. (..)

2026-02-20


sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Avebarna Fridays for Future

G1 Globo 25-01-2026, por The Conversation Brasil
https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2026/01/25/mundo-entrou-em-estado-de-falencia-hidrica-alertam-pesquisadores-da-onu.ghtml

O mundo está usando tanta água doce em meio às consequências das mudanças climáticas que entrou em uma era de “falência hídrica”, com muitas regiões incapazes de se recuperar da frequente falta de água.

Cerca de 4 bilhões de pessoas — quase metade da população global — vivem sob escassez severa de água por pelo menos um mês por ano, sem acesso a água suficiente para atender a todas as suas necessidades. Muitas outras pessoas estão vendo as consequências do déficit hídrico: reservatórios secos, cidades afundando, quebras de safra, racionamento de água e incêndios florestais e tempestades de areia e poeira mais frequentes.


Os sinais de falência hídrica estão por toda parte, desde Teerã, onde as secas e o uso insustentável da água esgotaram os reservatórios dos quais a capital iraniana depende, alimentando as tensões políticas, até os EUA, onde a demanda por água ultrapassou a oferta do Rio Colorado, uma fonte crucial de água potável e irrigação para sete estados americanos.

A falência hídrica não é apenas uma metáfora para o déficit hídrico. É uma condição crônica que se desenvolve quando um local usa mais água do que a natureza pode reabastecer de forma confiável e quando os danos aos ativos naturais que armazenam e filtram essa água, como aquíferos e zonas úmidas, se tornam difíceis de reverter.

Um novo estudo que conduzi com o Instituto da Universidade das Nações Unidas para a Água, o Meio Ambiente e a Saúde conclui que o mundo já ultrapassou o ponto das crises hídricas temporárias. Muitos sistemas hídricos não são mais capazes de retornar às suas condições naturais históricas. (..)

2026-02-13

sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

Avebarna Fridays for Future

O Estado de S Paulo 11-11-2025, por Karla Spotorno
https://www.estadao.com.br/ciencia/a-meta-que-carlos-nobre-defende-mudar-para-salvar-planeta-de-colapso-climatico-risco-de-epidemias/

"Tem de mudar a meta do Acordo de Paris”, disse Nobre, que está em Belém para a COP-30, em entrevista ao Estadão / Broadcast. 


“Estamos muito perto de chegar ao 1,5º Celsius de aquecimento global. Se mantivermos a direção de zerar as emissões líquidas só em 2050, vamos passar de 2º Celsius”, afirmou Nobre, acrescentando que alguns estudos mostram o risco de a temperatura média global do planeta aumentar em 2,5º Celsius. Além do derretimento de geleiras e da extinção de 18% a 25% da biodiversidade dos oceanos, um aquecimento mais alto vai aumentar o já “risco gigantesco de epidemias, como já vimos na Amazônia em 2024”, segundo Nobre.

“Se continuarmos a perturbar a natureza desse jeito, vamos ver mais epidemias e pandemias. No ano passado, a região da Amazônia já viu epidemias da febre mayaro e da febre oropouche”, afirmou Nobre, único cientista brasileiro a participar da coalizão de universidades e organizações científicas chamada Planetary Science. (..)


2025-12-05

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2025

Avebarna Herald: Emergência climática


Rfi 06-02-2025
https://www.rfi.fr/br/ci%C3%AAncias/20250206-m%C3%AAs-de-janeiro-foi-o-mais-quente-de-todos-os-tempos-alerta-observat%C3%B3rio-europeu-copernicus

Segundo o Copernicus, as temperaturas predominantes em partes do Oceano Pacífico equatorial sugerem "uma desaceleração ou estagnação da transição para 'La Niña'". Os efeitos poderiam desaparecer completamente até março. No mês passado, o observatório afirmou que as temperaturas médias globais de 2023 e 2024 superaram 1,5ºC pela primeira vez. 


Isso não representou uma ruptura permanente do objetivo de aquecimento a longo prazo de 1,5ºC sob o Acordo do Clima de Paris, mas é um sinal claro de que o limite está próximo. Os cientistas alertam que cada fração de grau de aquecimento acima de 1,5ºC aumenta a intensidade e a frequência de eventos climáticos extremos, como ondas de calor, chuvas intensas e secas. 

2025-02-12

sexta-feira, 15 de março de 2024

Avebarna Fridays for Future

Metrópoles 07-03-2024

O mês passado se tornou o fevereiro mais quente já registrado, com uma temperatura média do ar de 13,54°C, ou seja, 0,81°C acima da média de fevereiro entre 1991 e 2020. E ainda 0,12°C acima da temperatura do fevereiro mais quente anterior, em 2016. Assim, é o nono mês consecutivo mais quente, segundo as medições do Serviço Copernicus para as Alterações Climáticas. Historicamente, também quebrou outro recorde: o mês foi 1,77°C mais quente do que uma estimativa da média de fevereiro entre 1850 e 1900, período de referência pré-industrial. (..)


2024-03-15

sábado, 2 de março de 2024

Anais da crise climática

LA Times 26-02-2024
https://www.latimes.com/environment/story/2024-02-26/researchers-warn-of-a-catastrophic-collapse-of-ocean-current

Scientists are sounding the alarm that a crucial component of the planet’s climate system is in gradual decline and could one day reach a tipping point that would radically alter global weather patterns.


The Atlantic Meridional Overturning Circulation, or AMOC, is a system of ocean currents that circulate water in the Atlantic Ocean like a conveyor belt, helping to redistribute heat and regulate global and regional climates. New research, however, warns that the AMOC is weakening under a warming climate, and could potentially suffer a dangerous and abrupt collapse with worldwide consequences

2024-03-02