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domingo, 12 de fevereiro de 2023

Trabalhadorado europeu

The Guardian 31-01-2023
https://www.theguardian.com/uk-news/2023/jan/31/up-to-half-a-million-to-strike-across-uk-as-talks-go-backwards
Folha de S Paulo 31-01-2023
https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2023/01/escalada-nos-protestos-na-franca-volta-a-desafiar-reforma-da-previdencia-de-macron.shtml
El País 11-02-2023
https://elpais.com/internacional/2023-02-11/el-gobierno-portugues-en-el-invierno-del-descontento-profesores-sanitarios-y-ferroviarios-en-huelga.html


Curioso é não existirem dentro da União Europeia, ao menos de que se tenha notícia ou que produzam iniciativas relevantes, associações de trabalhadores... europeus! Internacionalista hoje, à sua maneira bastante peculiar, só o clube dos neonazifascistas animado por Steve Bannon. Cruz credo!


2023-02-12

sábado, 2 de abril de 2022

Internacional inflacionária


La inflación ha llegado con fuerza a la economía y afecta muy claramente a la cesta de la compra. La inflación interanual rompe moldes en España -en marzo ha escalado hasta el 9,8%-, pero lo más preocupante es el diferencial del incremento de los precios en relación con Europa. (..)


2022-04-02

sábado, 22 de abril de 2017

Internacional étnica, feminina, científica e cidadã

Deu no The Guardian online
22-04-2017, por Oliver Milman
March for Science puts Earth Day focus on global opposition to Trump

More than 600 marches held around the world, with organizers saying science ‘under attack’ from a White House that dismisses the threat of climate change.
(...) Hundreds of thousands of climate researchers, oceanographers, bird watchers and other supporters of science rallied in marches around the world on Saturday, in an attempt to bolster scientists’ increasingly precarious status with politicians.
More than 600 marches took place around the world, on every continent bar Antarctica, in events that coincided with Earth Day. (Continua)

2017-04-22

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Internacional étnica, feminina e cidadã

The Guardian 04-02-2017, por Damien Gayle e Nicola Slawson

Tens of thousands join marches across UK against Trump's travel ban

Foto: Jack Taylor/Getty Images/The  Guardian

2017-02-16

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Editando Varoufakis

El País 07-01-2016, por Xavi Sancho

Varoufakis: “Ada Colau es una aberración. Y de ahí viene la esperanza”

Montagem: Avebarna
Imagem original: Internet
Solidário à sua avaliação do papel cumprido pelo governo de Syriza na negociação do resgate da dívida nacional grega com a banca da União Europeia, além de discreto simpatizante de sua iniciativa DiEM25, este blog apresenta, a título de contribuição fraternal, emendas imaginárias a um trecho da entrevista do ex-ministro Varoufakis concedida a El País.

2016-01-13

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Salvar o planeta não é para qualquer um!

El País 05-11-2015, por Carlos Yárnoz 

Francia suspende Schengen durante un mes por la Cumbre del Clima

www.avebarna.blogspot.com.br
Enquanto velhos e novos partidos de esquerda europeus se permitem continuar sonhando - voluntariamente acorrentados aos seus leitos de Procusto nacionais, como se viu nas crises grega e migratória - o sonho da União Europeia dos conglomerados industriais e financeiros, François France, né Hollande, cuida de impedir que exércitos de europeus e imigrantes, desempregados e subempregados, jovens e trabalhadores de múltiplas nacionalidades, movidos por um instinto internacionalista represado, mas que o mundo do século XXI não pode senão impelir e aguçar, utilizem o direito que lhes confere o Tratado de Schengen para afluir a Paris em busca de seus direitos democráticos, trabalhistas e climáticos - vale dizer, uma economia mundial planejada e sustentável sob todos os aspectos, em todos os lugares e enquanto ainda há tempo!

2015-11-06

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Perguntar não ofende

El País 21-03-2015 
Grecia discute una nueva lista de reformas con los socios del euro 
Montagem: Avebarna
 A propósito, leia também
"La imposición de condiciones a España por el rescate divide a los socios del euro" 

2015-04-30

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Manifesto de Guanyem Barcelona: por uma rebelião democrática europeia


(..) Barcelona es un espacio decisivo para impulsar la rebelión democrática que hace falta. En primer lugar, porque ya cuenta con un tejido asociativo y reivindicativo capaz de hacer realidad proyectos de cambio ambiciosos. En segundo lugar, porque una rebelión democrática en Barcelona no sería un fenómeno meramente local. Conectaría con muchas iniciativas hermanas que buscan romper desde abajo con el actual régimen político y económico. En nuestro país, en el conjunto del Estado y en Europa. 

Porque creemos en el derecho a decidir, queremos decidir, aquí y ahora, cómo ha de ser la Barcelona que necesitamos y deseamos. 

Queremos una ciudad que promueva la honestidad de los gobernantes y que impida la connivencia mafiosa entre política y dinero. Hay que poner fin a la acumulación de cargos, limitar sueldos y mandatos, impulsar agendas transparentes y establecer mecanismos efectivos de control de los responsables públicos. Queremos un nuevo contrato ético entre ciudadanía y representantes. 

Tenemos que encontrar la forma de detener y revertir las desigualdades insultantes que se han producido en los últimos años. Queremos una ciudad sin desahucios ni malnutrición, donde la gente no se vea condenada a vivir a oscuras o a padecer aumentos abusivos en el precio del transporte público. El acceso a la vivienda, a la educación, a la sanidad, a una renta mínima, deben ser derechos garantizados a todos y no privilegios al alcance de una minoría. 

Queremos una auténtica democracia metropolitana, que obligue a los representantes a mandar obedeciendo. Una democracia con descentralización y elección directa de los concejales y concejalas de distrito, con controles sociales sobre los presupuestos y con iniciativas y consultas ciudadanas vinculantes que ayuden a tomar decisiones compartidas y legitimadas. 

Necesitamos una Barcelona acogedora pero dispuesta, también, a plantar cara a los grandes lobbies financieros, inmobiliarios y turísticos. Necesitamos instituciones que apuesten por la economía social y por la creación de empleo sostenible. La contratación pública deberá respetar criterios de justicia social y ambiental. 

No queremos una ciudad que venda el patrimonio urbano al mejor postor. Queremos instituciones que recuperen el control democrático del agua, que impulsen medidas fiscales y urbanísticas que acaben con la especulación de suelo y fomenten políticas energéticas y de transporte ecológicamente sostenibles. 

Muchas de estas iniciativas son defendidas, desde hace tiempo, por movimientos sociales, vecinales y sindicales y por diferentes espacios políticos. Pero no las podremos llevar a cabo sin la implicación de amplios sectores de la sociedad. (Continua) 
Leia a íntegra do manifesto de Guanyem Bacelona clicando em  
https://guanyembarcelona.cat/es/firma/

2014-12-26

sábado, 20 de dezembro de 2014

Obama quer ver Cuba lançar

O Globo online 18-12-2014, por Daniel Trotta e Steve Holland
http://oglobo.globo.com/mundo/eua-cuba-decidem-retomar-relacoes-apos-50-anos-de-hostilidades-14861463
EUA e Cuba decidem retomar relações após 50 anos de hostilidades
Foto: Internet
Inspirado no exemplar pragmatismo confucionista do camarada Deng, o presidente cubano Raúl Castro, irmão mais esperto de Sherlock Holmes, concluiu que a única maneira de salvar o Socialismo Numa Só Ilha Caribenha é apostar todas as fichas nas boas graças do Internacionalismo Capitalista. 

Percebendo a oportunidade, o presidente dos EUA Barack Obama, sobrinho mais esperto de M Luther King, pontificou: 
“I have THREE dreams: sacanear a maioria republicana no Congresso, entrar para o Hall da Fama dos Amigos da América Cucaracha e - que ninguém é de ferro - levar dona Michelle para requebrar os quadris no melhor salão de rumba de Havana”.

2014-12-20


segunda-feira, 16 de abril de 2012

Cristóvam Buarque dá aula magna sobre a internacionalização da Amazônia


Cristóvam Buarque
Durante debate em uma universidade dos Estados Unidos, o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual senador Cristóvam Buarque foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia. O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro. Esta foi a resposta do Sr. Cristóvam Buarque:


De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia.  Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.

Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.

Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. 

Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação. 

Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês,decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.

Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro. 

Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil. 

Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. 

Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!

2012-04-16

terça-feira, 31 de maio de 2011

Democrático e internacionalista

Semana Mundo 29-05-2011
https://www.semana.com/mundo/articulo/el-movimiento-indignados-madrid-acuerda-permanecer-puerta-del-sol/240598-3

El Movimiento "indignados" de Madrid acuerda permanecer en la Puerta del Sol
Protestantes alzan sus manos durante
 una asamblea general de los "indignados" 
en la plaza de Puerta del Sol en Madrid.
Foto: AP/Pedro Acosta

A lo largo del sábado y el domingo fueron miles las personas que se reunieron en diferentes barrios madrileños para discutir sobre la continuidad de la acampada.

El movimiento de "indignados" acampados en la Puerta del Sol acordó en asamblea y a mano alzada esta medianoche permanecer en la céntrica plaza madrileña y dejó para más tarde la decisión de hasta cuándo mantenerse allí.

A la asamblea popular, que duró unas cuatro horas, asistieron varios miles de personas según un portavoz del movimiento, quien no precisó cuándo se tomará la decisión de seguir o no acampados ni si se volvió a debatir una respuesta a los comerciantes de la zona, que días atrás denunciaron que la acampada ha causado una caída drástica de las ventas en sus establecimientos.

"Hace unos días estaba claro que nos íbamos, pero con lo que ha pasado en París hoy (domingo) y porque representantes de las acampadas de muchas ciudades nos han pedido que continuemos, hemos decidido quedarnos", señaló uno de los portavoces.
Éste hizo referencia a la utilización de gases lacrimógenos que la policía francesa hizo esta noche en un intento de desalojar al millar de simpatizantes galos del movimiento de indignados que habían tomado la plaza de la Bastilla de París.

Durante la reunión se planteó la posibilidad de hacer de mañana una jornada de reflexión y retomar el martes el debate, aunque quedó sin concretar, y se aseguró que la policía no intervendría si, como hasta la fecha, los acampados respetaban el orden público.

Entre las propuestas planteadas se expuso la posibilidad de levantar el campamento de la capital, aunque se dejaría una representación para que los ciudadanos puedan trasladar sus propuestas, y continuar la movilización en los barrios.

A lo largo del sábado y el domingo fueron miles las personas que se reunieron en diferentes barrios madrileños para discutir sobre la continuidad de la acampada en la Puerta del Sol y del movimiento, que desde hace medio mes demanda un cambio político y social y una profundización de la democracia española.

Al finalizar la asamblea, que siguieron por internet más de 8.000 personas, sonó La Marsellesa en solidaridad con el millar de personas que en La Bastilla parisina mostraron su apoyo al movimiento español de los indignados y que soportaron la carga policial y los gases lacrimógenos.

La de la Puerta del Sol madrileña fue la última asamblea de los indignados de las varias celebradas hoy en otras poblaciones españolas para debatir la estrategia a seguir.

En Barcelona, donde el viernes hubo enfrentamientos con la policía que les quiso desalojar a la fuerza, centenares de "indignados" en la plaza de Catalunya se levantaron tarde, pero de buen ánimo porque ayer la protesta social no se contagió de los violentos altercados que anoche vivió la ciudad durante la celebración de la victoria del Barça en la Champions.

Los acampados en la turística Toledo comenzaron sin embargo a recoger sus bártulos al haber decidido levantar el campamento aunque decidieron seguir haciendo asambleas.

No así, en otras ciudades españolas como Sevilla, Bilbao, Logroño o Santiago de Compostela se decidió mantener la presencia para presionar por sus reivindicaciones sociales.

En Madrid, como en Sevilla y Valencia, numerosas personas marcharon entrada la noche hacia los consulados de Francia, como señal de protesta por los sucesos de La Bastilla.

Miles de personas, en su mayoría jóvenes, han permanecido desde hace dos semanas en campamentos instalados en las plazas de las principales ciudades españolas, para pedir un cambio político y social y una mayor democracia en España, cuyas simpatías han traspasado sus fronteras en Europa.

2011-05-31