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quinta-feira, 7 de abril de 2022

Internacional Petrolária

Infomoney 01-04-2022
https://www.infomoney.com.br/mercados/casa-branca-liberacao-de-reservas-ja-reduziu-precos-do-petroleo-mas-mercado-e-global/

O conselheiro econômico da Casa Branca, Jared Bernstein, afirmou nesta sexta-feira, 1º, que os preços do petróleo e da gasolina recuaram após liberação de reservas especiais, mas disse que se trata de um “mercado global”, e que outros fatores interferem nas cotações. Em coletiva de imprensa, o economista disse que o movimento mão é o suficiente no longo prazo, e que “é uma ponte para ajudar consumidores” durante a recente alta nos preços.


2022-04-07

sábado, 8 de setembro de 2018

O capital no século XXI: competição global, Estado nacional, desbarato geral

El País 08-09-2018, por L Abellán, J Cañas e Carlos Cué

El Gobierno reabre la puerta a vender bombas a Arabia Saudí para mantener un contrato millonario de Navantia

Montagem: avebarna
Clique na imagem para ampliar
(..) España trata de retener el jugoso contrato de 1.813 millones de euros por el que el astillero Navantia construirá cinco corbetas para Arabia Saudí, que está en peligro por la decisión de Defensa de anular una venta a Riad de 400 bombas pertenecientes al Ejército español que se firmó en 2015, cuando era ministro Pedro Morenés. 

Las autoridades saudíes están molestas por este anuncio del departamento que dirige Margarita Robles, y el Gobierno apunta que se está replanteando ese anuncio. Eso supondría una clara desautorización de la ministra, pero sobre todo implicaría entregar las bombas de precisión a Arabia Saudí sabiendo que casi con seguridad serán utilizadas contra la población em el conflito de Yemen. El dilema para el Ejecutivo es complejo, pero el Gobierno insiste en que es "prioritario" el contrato de Navantia, que garantiza unos 6.000 empleos en Cádiz. El Gobierno busca una solución intermedia, pero en ningún caso se plantea poner en riesgo ese contrato de los astilleros españoles, por lo que es probable que la ministra tenga que enmendar su decisión, que ahora en La Moncloa rebajan como una simple "declaración de intenciones".

La portavoz del Gobierno, Isabel Celaá, no llegó a anunciar abiertamente esa marcha atrás, pero la dejó apuntada. Insistió varias veces en que el Gobierno hará todo lo necesario para mantener "las excelentes relaciones con Arabia Saudí" y el contrato de Navantia. Celaá repitió que los trabajadores “pueden estar tranquilos” porque se va a encontrar una solución. "Pueden estar seguros de que el Gobierno está con ellos", remató. (..) 
2018-09-08

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

O capital no século XXI: competição global, Estado nacional, desbarato geral

Deu no NY Times online
10-12-2016, por Amanda Taub (“How ‘Islands of Honesty’ Can Crush a System of Corruption”)

Montagem avebarna.blogspot.com.br
Imagem original: Internet 
For over a year, a global mystery has been growing: Why are so many governments around the world collapsing amid corruption scandals? (Continua)

2016-12-13

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

O capital no século XXI: competição global, Estado nacional, desabarato geral

USA Today 24-11-2016, por Isaac Scharf/Associated Press

Trump’s Mexican wall a boon for Israeli security company
Palestine apartheid wall
Fonte: Internet
(..) Magal was established in 1965 as a branch of the state-owned Israel Aerospace Industries. It was privatized 15 years later and has traded on the Nasdaq since 1993. Magal has served customers in over 80 countries, including airports, the seaport in Mombasa, Kenya, and sporting events and utilities.

With market capitalization below $100 million, the company is much smaller than potential competitors, which could include major global electronics and construction firms. But it’s a leader in a country that is in turn a global leader in the building of barriers.

Israeli defense officials confirmed Magal’s projects have included not only the West Bank barrier but a 150-mile (220-kilometer) structure that has halted an influx of African migrants across the Egyptian border as well as a high-tech fence separating the Hamas-ruled Gaza Strip from Israel. (..)

2016-12-01

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Logbol

Mesmo aos mais lúcidos comentaristas esportivos parece às vezes escapar - falando não da seleção, mas do campeonato brasileiro - que o mercado mundial do futebol cresceu exponencialmente nos últimos dez anos em moedas mais fortes que o real. 


Isso significa que todo jovem bom de bola está de partida, a qualquer momento, para o que imaginam ser o caminho da fortuna, ou pelo menos um emprego melhor, na Europa Ocidental, Rússia, Ucrânia, Turquia, China, Japão, Arábia, EUA, Índia e até Coreia! 

Jogam no Brasil os que ainda correm de fralda, os que estão na fila do passaporte, os que aguardam o próximo avião para o fim do mundo sem saber se voltam, os que estão de olho nas vagas dos aventureiros, os que sonham  dar um pulinho nas arábias para faturar em ouro negro, os que não vão de jeito nenhum porque são muito apegados às suas avós de criação, os que já passaram da idade de recomeçar no estrangeiro, os retornados que já não têm vaga nos times de ponta e preferem se aposentar na terrinha e, naturalmente, os pernas-de-pau. 

E o que é pior, são incompreensíveis para o aficcionado do jogo - e surpreendentes até para profissionais tarimbados como don Juan Carlos Osorio - as regras que regulam a transferência de jogadores. O que se vê é um troca-troca infernal que desfaz times inteiros em uma semana e obriga treinadores a montar a remontar suas equipes duas e até três vezes durante a temporada! Não vejo nenhum "professor" brilhante formado nos campos tupiniquins, mas convenhamos...

Hoje, no Gigante Adormecido, montar um bom time de futebol é um exercício de equilibrismo. Ou melhor: é um complexo problema de logística!

2015-07-01

sábado, 6 de dezembro de 2014

Trivialidades filosóficas


Fonte: Internet
Na Espanha, país com PIB per capita (PPC) equivalente a 74% do da Dinamarca e recém egresso de um gigantesco boom imobiliário, milhares de pessoas são hoje obrigadas a sair às ruas para exigir de seu governo pão, emprego e… moradia!*

Uma verdadeira proeza dos gênios da banca transnacional, que nos faz pensar: se podemos planejar, organizar e pôr em funcionamento coisas imensas e complexas como os monopólios energéticos, os Jogos Olímpicos, as estações espaciais, as máquinas de guerra, as Nações Unidas, o Painel da Mudança Climática e até um Banco Mundial, porque não Podemos planejar e organizar a economia planetária de tal modo que não falte pão, emprego e moradia em nenhum país?

O que há de tão mágico na Economia humana que os humanos da era da comunicação instantânea, das redes sociais globalizadas, da nanotecnologia, da decodificação do genoma e – por que não? – das supermatrizes de cálculo de riscos financeiros, têm de se resignar aos seus cataclismos como se ela fosse, de fato, conduzida por uma mão divina invisível, errática e caprichosa? 


2014-12-06  

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Insatisfação globalizada

Al Jazeera 11-07-2013, por Mandeep  Tiwana
http://www.aljazeera.com/indepth/opinion/2013/07/201374123247912933.html 
  
Neoliberalism and public unrest: Time to make the connection
The people are angry. In Turkey, Brazil, and most recently again, Egypt, thousands have taken to the streets to voice their anger and frustration at the lack of social and economic justice. Political and economic elites, working in tandem, have managed to neutralise the aspirations of ordinary people, in part spurring the disenfranchisement driving the protests.

Whether it is the removal of subsidies protecting the poor against inflation and price shocks in Egypt, or the enormous cost of hosting high profile sporting events in Brazil at the expense of social services, or government plans to commercialise a beloved public park in the heart of Istanbul, the headlong embrace of neoliberal economic policies by governments is likely to cause further dissatisfaction and unrest across the globe. (..) 

Mandeep Tiwana, lawyer specialising in human rights and civil society issues and the Head of Policy and Advocacy at CIVICUS, the global civil society alliance.

2013-07-12