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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

O capital no s. XXI: a financeirização de tudo

Geddry 08-02-2026, por Shanley Hurt
https://marygeddry.com/p/barcode-diplomacy-trumps-guide-on

"(..) in practice, global capitalism is basically one big corporate nesting doll. You think you’re buying a friendly little Danish cookie, and surprise, its parent company is headquartered in the U.S., incorporated in Delaware, and spiritually owned by a private-equity firm that would monetize oxygen if it could. (..)"


2026-02-09

domingo, 27 de agosto de 2023

Avebarna Domingo: O capital no século XXI

Sin Permiso 02-12-2018, por Michael Roberts
https://www.sinpermiso.info/textos/financiarizacion-o-rentabilidad

¿Financiarización o rentabilidad?

(..) Lo más importante, si la 'financiarización' no es la causa, tales reformas fiscales no funcionan para poner fin a la creciente desigualdad o las crisis regulares y recurrentes en las economías. La escuela de la financiarización tiene que recordar lo que uno de sus iconos, Joan Robinson, dijo una vez: “Cualquier gobierno que tenga tanto el poder como la voluntad de solucionar los principales defectos del sistema capitalista tendría la voluntad y el poder de abolirlo por completo”.


Por completo, si. Pero se trata de um "desmontaje" desde arriba hacia abajo, en un sentido más bien literal que metafórico, por ajustes sucesivos. Este orden es sumamente importante porque no se podrá hacerlo sin una alianza de los de abajo con los del medio - por óbvias razones políticas y probables razones económicas relativas al desarrollo desigual y a cuestiones de capilaridad. Las grandes cadenas de suministros y los grandes flujos financieros, productivos y distributivos planetarios y nacionales ya no serán un gran problema para la IA e los ordenadores cuanticos. ¿Quien los comandará? Es la pregunta de mil millones de millones de dólares. 

2023-08-27

domingo, 20 de agosto de 2023

Avebarna Domingo: O capital no século XXI

Project Syndicate 17-08-2021, por Kenneth Rogoff

While some economists may argue that secular stagnation is to blame for China’s economic slowdown, concerns about sustained slower growth are overblown. If the country falls into a recession, it would constitute the next turn of the debt supercycle that began in the US in 2008 and moved to Europe in 2010.


The 2008 financial crisis in the United States kicked off a debt supercycle, which spread to Europe in 2010 and has recently engulfed many of the world’s low-income and lower-middle-income countries. Could the debt woes of Country Garden, the behemoth Chinese real-estate developer now facing billions of dollars in losses, augur the cycle’s next turn?

The answer remains unclear. While the Chinese authorities have a remarkable track record when it comes to containing economic crises, the challenges posed by a significant growth slowdown, combined with high debt levels – especially for local governments and the property sector – are unprecedented. (..)

2023-08-20

sábado, 29 de julho de 2023

Vamos combinar?

OlharDigital 25-07-2023
https://olhardigital.com.br/2023/07/25/pro/alemanha-retira-recursos-para-o-clima-e-anuncia-investimento-pesado-em-chips/


Você acredita que Estados, mais ou menos democráticos, cuja prioridade são guerras comerciais e armadas no interesse de suas oligarquias nacionais - por reservas de mercado, fontes de energia, metais raros, vantagens tecnológicas, produtos estratégicos, direitos de patente, espaço territorial, privilégios extraterritoriais etc - poderão ter um papel relevante na luta contra a catástrofe climática que assoma no horizonte? Eu não.


2023-07-29

domingo, 23 de julho de 2023

Avebarna Domingo: O capital no século XXI

Bloomberg 02-07-2023
https://www.bloomberglinea.com.br/internacional/problemas-economicos-da-china-se-multiplicam-e-desafiam-o-crescimento-mundial/

Gastos fracos dos consumidores, mercado imobiliário em crise, exportações em queda, desemprego recorde entre jovens e uma dívida enorme afetam 2ª maior economia do mundo

Montagem: Avebarna
Imagem: https://www.significados.com.br/tipos-de-globalizacao/


A economia contemporânea, tanto quanto o meio ambiente, é inapelavelmente planetária. Para geri-la, entre o Banco Mundial e o Painel do Clima, eu voto, sem hesitar, no Painel do Clima.  

2023-07-23

quinta-feira, 13 de outubro de 2022

Mme Kristalina's omen

NYTimes 11-10-2022
https://www.nytimes.com/2022/10/11/business/imf-world-economy-forecast.html

The International Monetary Fund lowered its growth outlook for 2023 and suggested that interest rate increases could spur a harsh global recession.

Montagem: Avebarna

2022-10-13




segunda-feira, 20 de junho de 2022

A segunda morte

NY Times 16-06-2024
https://www.nytimes.com/interactive/2022/06/16/business/economy/global-interest-rate-increases.html


Contra todas as evidências, o mainstream da ciência econômica continua nos vendendo a quimera de que a sociedade mundial é a mera soma das decisões individuais de bilhões de agentes econômicos e, pior, de que essa soma é o melhor e mais eficiente resultado que podemos almejar. Não é à toa que estamos vivendo, um século depois, os prolegômenos da segunda morte - lenta e agônica que seja, mas quem sabe a última - da civilização capitalista.

2022-06-20

sábado, 2 de abril de 2022

Internacional inflacionária


La inflación ha llegado con fuerza a la economía y afecta muy claramente a la cesta de la compra. La inflación interanual rompe moldes en España -en marzo ha escalado hasta el 9,8%-, pero lo más preocupante es el diferencial del incremento de los precios en relación con Europa. (..)


2022-04-02

domingo, 30 de janeiro de 2022

Efeito-Sísifo

Nações Unidas / Brasil
https://brasil.un.org/pt-br/169794-numero-de-pessoas-em-extrema-pobreza-na-america-latina-sobe-para-86-milhoes

O número de pessoas vivendo em extrema pobreza na América Latina e Caribe atingiu a marca de 86 milhões. O dado foi divulgado nesta quinta-feira (27) pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), através do relatório anual Panorama Social da América Latina 2021. A Comissão estima que a taxa de extrema pobreza na região aumentou de 13,1% da população em 2020 (cerca de 81 milhões de pessoas) para 13,8% em 2021, um retrocesso de 27 anos nesse índice. (..) Por outro lado, a Comissão identificou que a taxa geral de pobreza teve uma ligeira diminuição, passando de 33,0% para 32,1% da população. Isso significa que o número de pessoas em situação de pobreza passou de 204 para 201 milhões entre 2020 e 2021.


2022-01-30

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Já?


Deu no Valor online
20-09-2018, por Assis Moreira 

Economia global atingiu pico de crescimento, diz a OCDE
Montagem Avebarna
Imagens originais Internet
O crescimento da economia global atingiu seu pico, está menos sincronizado e os riscos e incertezas se intensificam com a escalada da guerra comercial, alerta a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Economico (OCDE). Em suas projeções atualizadas, a entidade calcula que a expansão da economia mundial deve se estabilizar em 3,7% neste ano e em 2019., cerca de 0,25 ponto percentual a menos do que previsto em maio. Houve revisão para baixo do desempenho de boa parte das maiores economias desenvolvidas e emergentes que formam o G-20.
Um forte aumento do emprego e políticas monetária e fiscal de estímulo devem continuar a sustentar a demanda interna nas economias avançadas no curto prazo. A taxa de desemprego de 5,3% nos países ricos está abaixo da taxa de antes da crise de 2008. O crescimento dos salários, porém, decepciona. Isso cria incertezas sobre o tamanho da capacidade ociosa que persiste em várias economias e tem impacto na renda disponível. 
(Continua)
2018-09-20

sábado, 16 de junho de 2018

Me imprensa que eu gosto

NY Times online 16-06-2018, por P S Goodman, I Austen e E Malkin

Just the Fear of a Trade War Is Straining the Global Economy

Montagem Avebarna
Imagem original Intern
Only a few months ago, the global economy appeared to be humming, with all major nations growing in unison. Now, the world’s fortunes are imperiled by an unfolding trade war.
As the Trump administration imposes tariffs on allies and rivals alike, provoking broad retaliation, global commerce is suffering disruption, flashing signs of strains that could hamper economic growth. (Continua)
2018-06-16

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Tique taque

Deu no El País online
09-06-2018, por David Fernández
https://elpais.com/economia/2018/06/08/actualidad/1528478931_493457.html


La bomba de la deuda mundial amenaza con estallar
El endeudamiento fue una medicina vital para salir de la Gran Recesión, pero el abuso del crédito amenaza con inocular el veneno de la próxima crisis

2018-06-13


segunda-feira, 11 de junho de 2018

Direito natural


Deu no El País online
10-06-2018, por Miguel Ángel Criado

Una empresa tiene la mitad de las patentes del mar
Tres países acaparan el 74% de las secuencias genéticas de especies marinas registradas
Montagem Avebarna - Imagem original
(..) Junto a un grupo de colegas, Blasiak acaba de publicar un estudio de las patentes relacionadas con la vida marina. El trabajo, aparecido en Science Advances, ha encontrado patentes internacionales que protegen (en el sentido de otorgar derechos exclusivos a su propietario) a casi 13.000 secuencias genéticas pertenecientes a 862 especies marinas. La primera patente, de 1988, afecta a la anguila europea. Desde entonces, otros miles de porciones de especies han sido patentadas. Aunque hay secuencias de animales tan gigantescos como el cachalote o la mantarraya, el 73% de las patentes están asociadas a microorganismos. Además de sus potenciales usos en medicina o en la industria, las minúsculas bacterias o arqueas no están protegidas por el principio de no patentabilidad de la vida. Sin embargo, algunos mamíferos, peces (16% de los registros) o moluscos (3%) no escapan a las patentes. (Continua)

2018-06-11

sábado, 9 de junho de 2018

Completando o óleo

Deu no La Vanguardia 09-06-2018, por Robert Mur
http://www.lavanguardia.com/economia/20180609/444222786362/fmi-rescate-argentina-prestamo.html
Argentina recibe el mayor préstamo en la historia del FMI
El Gobierno de Macri obtiene una línea de crédito de 50.000 millones de dólares 
Montagem Avebarna
Imagem original http://www.ebah.com.br/content/ABAAABTlwAF/4-lubrificacao?part=2

2018-06-09

sábado, 21 de abril de 2018

A luz no fim do túnel

Deu no El País online
20-04-2018, por José Carlos Díez

El FMI lanza su advertencia
Estamos viendo otra vez niveles muy bajos de aversión al riesgo, como antes de la crisis
El FMI ha presentado sus previsiones de primavera. El crecimiento de la economía mundial seguirá próximo al 4%. Sigue siendo un punto inferior al crecimiento de antes de la crisis, y ha cambiado mucho su composición. Hoy China y la India suponen ya el 25% del PIB mundial y explican casi la mitad del crecimiento global.
Montagem Avebarna
Imagens originais Internet
China tenía un superávit exterior próximo al 10% de su PIB antes de la crisis y era una economía dependiente del consumo privado en EE UU y Europa. Hoy ha reducido su superávit al 1% del PIB. India tiene un déficit exterior del 2%, y ambas economías crecen principalmente gracias a su consumo interno, favoreciendo las exportaciones y el empleo industrial europeo y estadounidense.
Pero lo más relevante y preocupante ha sido el informe de estabilidad financiera del Fondo, donde advierte que estamos de nuevo viendo niveles muy bajos de aversión al riesgo por parte de los inversores y comportamientos como los que provocaron la Gran Recesión. Los precios de la vivienda vuelven a subir próximos al 10% en varios países que siguen teniendo un elevado endeudamiento. EE UU, Reino Unido, Suecia, España e Irlanda replican el comportamiento que nos llevó a la crisis. (Continua)

2018-04-21




sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Rentabilidade, precariedade, salarios


Deu no The Economist 06-01-2018
https://www.economist.com/finance-and-economics/2018/01/06/many-happy-returns-new-data-reveal-long-term-investment-trends

Many happy returns: new data reveal long-term investment trends

Property yields more than shares and bonds; investment returns outstrip economic growth

(..) More bracing still are the data’s implications for debates on inequality. Karl Marx once reasoned that as capitalists piled up wealth, their investments would suffer diminishing returns and the pay-off from them would drop towards zero, eventually provoking destructive fights between industrial countries. That seems not to be true; returns on housing and equities remain high even though the stock of assets as a share of GDP has doubled since 1970. Gravity-defying returns might reflect new and productive uses for capital: firms deploying machines instead of people, for instance, or well-capitalised companies with relatively small numbers of employees taking over growing swathes of the economy. High returns on equity capital may therefore be linked to a more tenuous status for workers and to a drop in the share of GDP which is paid out as labour income.

Similarly, long-run returns provide support for the grand theory of inequality set out in 2013 by Thomas Piketty, a French economist, who suggested (based in part on his own data-gathering) that the rate of return on capital was typically higher than the growth rate of the economy. As a consequence, the stock of wealth should grow over time relative to GDP. And because wealth is less evenly distributed than income, this growth should push the economy towards ever higher levels of inequality. Mr Piketty summed up this contention in the pithy expression “r > g”.

In fact, that may understate the case, according to the newly gathered figures. In most times and places, “r”, which the authors calculate as the average return across all assets, both safe and risky, is well above “g” or GDP growth. Since 1870, they reckon, the average real return on wealth has been about 6% a year whereas real GDP growth has been roughly 3% a year on average. Only during the first and second world wars did rates of return drop much below growth rates. And in recent decades, the “great compression” in incomes and wealth that followed the world wars has come undone, as asset returns persistently outstrip the growth of the economy. (..)

2018-02-09

domingo, 1 de outubro de 2017

Una tortilla democrática, por favor!

Imagem: Internet
Qualquer que seja o desfecho do referendo independentista catalão, o regime de 1978 está liquidado como representação espanhola do que quer que se queira continuar chamando de “democracia ocidental”. 

A partir de 1 de outubro ele assume formalmente o estatuto de instituição criptofranquista encarregada de submeter - à luz do dia, sem disfarces e pela coerção sempre que necessário - os direitos e liberdades dos povos da Espanha às exigências da monarquia parasitária e dos grandes vampiros da economia contemporânea - bancos, fundos de pensão, imobiliárias, concessionárias de serviços públicos, monopólios energéticos, turísticos, comerciais e informáticos.

Não esqueçamos que o regime de 1978 é, ele próprio, uma sequela tardia e precária do Estado do bem-estar europeu subsequente à Segunda Guerra Mundial, abalado em seus alicerces pela resposta neoliberal à crise de rentabilidade de fins dos 1970s e atingido em cheio pela Grande Recessão dos 2010s - levando de roldão as bases materiais do bipartidarismo em geral e, muito particularmente, da social-democracia moderna, esteio da estabilidade política no continente e, por adaptação, em outras partes do mundo - o Brasil dos 2000s, por exemplo.

Salvo a vitória, no maravilhoso país da paella, do Quijote e do flamenco (não digo das corridas de toros em respeito aos direitos humanos dos bovídeos), de uma revolução democrática como a que se desenrola na Catalunha, a ascensão de um Novo Franco, "pequeno" e "civil" quem sabe, para começar, é questão de tempo.

Gostaria de estar equivocado. Quem dera eu pudesse ser, até o fim dos meus dias, apenas um despreocupado baby-boomer adepto da tortilla madrileña.


2017-10-01


segunda-feira, 24 de julho de 2017

Lagartixa na parede


Montagem: Avebarna
Refletindo sobre a Primavera Democrática de 2011-2013 - Árabe, Turca, Espanhola, Estadunidense, Brasileira -, sou levado a pensar que a Revolução vindoura, quando e onde quer que deslanche, a tempo quem sabe de salvar nosso meio ambiente para o desfrute geral, será Planetária no alcance, Francesa na forma e inexoravelmente tendente à Russa no conteúdo pela simples razão de que do que se trata, afinal de contas, é de desalojar os potentados financeiros, energéticos, tecnológicos, comerciais, industriais e midiáticos do controle da economia mundial em prol de uma economia global, com certeza, mas de interesse dos povos, vale dizer essencialmente planejada - recursos técnico-científicos para tanto estão disponíveis a serviço exclusivo dos potentados, além dos financeiros, é claro, sob sua Propriedade - e sustentável sob todos os aspectos. 


Enquanto aguardo o entrelaçamento das Primaveras Nacionais, o 1848 do século XXI e a edição atualizada da Associação Internacional dos Trabalhadores, fico com a palavra de ordem transitória, digo, provisória: "Todo o poder ao Painel do Clima!" 

2017-07-24

sexta-feira, 7 de julho de 2017