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sábado, 11 de março de 2023

Austeridade à francesa

El País 07-03-2023
https://elpais.com/internacional/2023-03-07/los-sindicatos-intentan-bloquear-francia-en-el-mayor-desafio-a-la-reforma-de-las-pensiones.html

Los sindicatos franceses han lanzado este martes el mayor desafío al presidente Emmanuel Macron por su impopular reforma de las pensiones. La huelga en el metro y los ferrocarriles, las refinerías, la educación y la industria metalúrgica, entre otros sectores, y las más 300 manifestaciones por toda Francia no ha logrado bloquear el país, pero sí ha ocasionado perturbaciones notables en los transportes, y ha sacado a las calles a centenares de miles de personas contra la subida de la edad de jubilación de los 62 a los 64 años.(..)

Montagem: Avebarna
2023-03-11

sábado, 1 de julho de 2017

30 de Junho: muita fumaça e pouca greve

Universitários de Chapecó, SC, atendem 
à convocação de Greve Geral em 30 de junho
Foto: Internet
Com todo respeito e apoio incondicional àqueles que se mobilizaram por todo o país neste 30 de junho, não consigo enxergar mais do que um rotundo fracasso da iniciativa. Uma greve geral não é o mesmo que uma jornada de manifestações de rua - e pior -, qualitativamente iguais e quantitativamente menores do que as da mobilização precedente.

O saite do PT saiu com a seguinte pérola: “PARALISAÇÕES EM ATOS (sic!) de norte a sul do Brasil dizem não às reformas do governo usurpador de Michel Temer”. O que é isso? Querem enganar quem?

A convergência de iniciativas dos partidos e frentes de esquerda com os aparatos das centrais sindicais não é, infelizmente (ou felizmente?) condição suficiente para o sucesso de uma greve geral. Faltam os trabalhadores... parando de trabalhar! E para tanto são indispensáveis clareza absoluta de objetivos, formas de organização adequadas e lideranças próprias e confiáveis em todos os níveis, itens cuja produção supõe um histórico mínimo de luta - de classe - da geração presente! 

Por outro lado, não se pode minimizar a importância, pela negativa, da já longeva autoconversão voluntária do PT de partido de classe dos trabalhadores em partido parlamentar “de esquerda”, assim como da sua desmoralizante estratégia de cambalachos de Estado com o empresariado companheiro e, para culminar, da vergonhosa derrubada sem luta, ainda fresca na memória coletiva, do seu governo pelas mãos dos próprios aliados. Que trabalhador arriscará o seu emprego para seguir tão temerária (uh!) liderança?

Em resumo, eu penso que a classe trabalhadora QUE NÃO SE RECONHEÇA COMO TAL só fará greve geral sendo arrastada por um tsunami democrático como o de Junho de 2013 e se reconstruindo como classe para si dentro do turbilhão! O PT deu as costas, conscientemente, a essa chance quando ela se apresentou, e o PSOL, aparentemente, ainda não se deu conta de tal necessidade. O preço está sendo pago: muita fumaça - literalmente - e pouca greve. 

A luta continua, mas um balanço honesto é necessário!

2017-07-01

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Greve geral ou feriadão sindical?

A quatro dias da Greve Geral contra as reformas Trabalhista e da Previdência, a chamada para o assunto no saite do partido que se reclama "dos trabalhadores" aparece quase no pé da página digital! 

E por que, outra vez, numa sexta-feira? Feriadão sindical?

O mais importante: não tem Comando de Greve? Como pode uma GG convocada por 9 centrais sindicais não ter um comando unificado que centralize e coordene as paralisações? Com comitês de greve em cada grande cidade? 
A quem devem se dirigir os trabalhadores não sindicalizados que aderirem à greve? Ou os movimentos de bairro que quiserem apoiar a greve?

E se a greve geral ganhar impulso, entrar pelo sábado e continuar na 2a-feira? E se se transformar numa greve geral política pelo fim do governo Temer, que só acabe quando ele cair? Quem, ou qual fórum, formulará propostas sobre o rumo a seguir? Quem assume a responsabilidade?



Com a escalada da crise decorrente da denúncia de Temer pelo MP, não se pode descartar - mesmo contra todas as expectativas (!) - que a greve geral convocada pelas centrais sindicais para o dia 30 desencadeie um tsunami político que faça lembrar junho de 2013, caso em que a bandeira Fora Temer/Eleições Gerais teria, creio, de ser complementada com as exigências "Congresso com poderes constituintes e direito de candidaturas populares". 

É tempo de dar fim à República das Empreiteiras (e dos bancos, concessionárias etc).

2017-06-26


sexta-feira, 28 de abril de 2017

Teto solar

Deu no Valor Econômico
27-04-2016, por Luísa Martins
Servidor com dois cargos públicos pode receber acima do teto, diz STF
Montagem: www.avebarna.bolgspt.com.br

2017-04-28