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segunda-feira, 14 de maio de 2018

Como é que pode o cabrito virar bode?

NY Times Breaking News 14-05-2018 


The Iraqi elections have a surprise front-runner: a coalition led by a firebrand militia leader who opposes the U.S. presence in the country 



2018-05-14



sexta-feira, 22 de julho de 2016

Esprits Criminels: unité sans frontières

El País 22-07-2016 por Carlos Yárnoz
Hollande ordena reforzar al Ejército iraquí con suministros de artillería pesada
Francia aumentará sus bombardeos en Siria e Irak a raíz de la matanza de Niza
Montagem: Avebarna

2016-07-22

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Avebarna Courier

NY Times 14-10-2014, por C. J. Chivers
http://www.nytimes.com/interactive/2014/10/14/world/middleeast/us-casualties-of-iraq-chemical-weapons.html

The Secret Casualties of Iraq’s Abandoned Chemical Weapons
 

(..) Participants in the chemical weapons discoveries said the United States suppressed knowledge of finds for multiple reasons, including that the government bristled at further acknowledgment it had been wrong.

“They needed something to say that after Sept. 11 Saddam used chemical rounds,” Mr. Lampier said. “And all of this was from the pre-1991 era.”

Others pointed to another embarrassment. In five of six incidents in which troops were wounded by chemical agents, the munitions appeared to have been designed in the United States, manufactured in Europe and filled in chemical agent production lines built in Iraq by Western companies. (..)

2014-10-16

domingo, 1 de janeiro de 2012

Queima de fogos em Bagdá



Em março de 2003, a queima de fogos de destruição em massa intitulada Shock and Awe (Choque e Pavor, leia-se puro terror) abriu umas das mais devastadoras operações de guerra (mais de 100 mil civis mortos) já organizadas pela moderna “comunidade internacional” (capital financeiro, Casa Branca, OTAN e grande imprensa) contra os povos da periferia mundial – com base em um conjunto de alegações comprovadamente falsas pelas quais nenhum chefe político (Bush, Rumsfeld, Blair, Aznar e outros) foi ainda convocado a prestar contas no Tribunal Criminal Internacional. 

Nove anos depois, a mesma “comunidade internacional” anda flertando com a reedição da catástrofe iraquiana no Irã, desta vez por causa do programa nuclear dos aiatolás. Apreensivos e desconcertados, os povos se perguntam por que alguns países podem ter bombas atômicas - clandestinas no caso de Israel - e outros não.

O planeta precisa desesperadamente de fontes de energia alternativas ao petróleo, mas parece que as potências ocidentais, com seus Estados semi-falidos e seus banqueiros afogados num emaranhado de papagaios financeiros “micados” que nem eles mesmos sabem como deslindar, precisam desesperadamente de mais petróleo do que já têm assegurado, nem tanto para consumir, talvez, quanto para lastrear os cacifes que fazem girar a roleta financeira global. Produzir, lamentavelmente, não dá lucro bastante. A solução é especular. 

Se Wall Street não for efetivamente ocupada por quem vive do próprio trabalho, corremos o risco de entrar 2013 ainda em 2012 assistindo pela TV, incomodamente instalados em nossas melhores poltronas, na companhia de amigos e familiares, à queima de fogos de destruição em massa em Teerã.

Que Deus e Alá e todos os outros ouçam, pelo menos desta vez, os nossos votos por um feliz 2012.

2012-01-01