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2013-06-19
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Empresarios y líderes mundiales buscan en Nueva York soluciones a la pobreza
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| Bill Gates (Microsoft) e Warren Buffet (Berkshire Hathaway) Montagem: Avebarna Imagem original: EFE / El País |
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| Montagem: Avebarna |
(..) Chauí falou sobre o Bolsa Família para exemplificar a “revolução feminista” que vem ocorrendo no país, ao direcionar o recurso para a mulher, e depois o exemplo do ProUni, para explicitar o racismo que emergiu com força na sociedade, ao encher as salas de aula do ensino superior de pobres e negros. Por fim, fez duras críticas à classe média: “a classe média é uma abominação política, porque é fascista, é uma abominação ética porque é violenta, e é uma abominação cognitiva porque é ignorante", concluiu ovacionada.

Prestes a cumprirem-se dois anos desde aquele 15 de Maio de 2011, em que milhares de cidadãos decidiram ocupar as praças de várias cidades espanholas para demonstrar a revolta contra o sistema politico e económico, os "indignados" voltaram, este domingo, a sair à rua para atualizar os protestos contra os cortes nos direitos sociais aplicados pelo Governo de Mariano Rajoy.
Sob o lema "Da indignação à rebelião", milhares de pessoas marcharam em mais de 20 cidades entoando palavras de ordem como
"Não nos representam".
Em Madrid, a simbólica praça Puerta del Sol voltou a encher-se de manifestantes e cartazes reivindicativos. O protesto, que culminou com um grito de "Sim, podemos", dividiu-se depois em várias assembleias populares que fizeram reavivar o espírito do movimento que conhecido como 15-M.
Caracterizado inicialmente pela espontaneidade, o massivo movimento popular deu progressivamente lugar a uma rede de associações autónomas, dirigidas a problemas concretos.
Nas marchas eram bem visíveis os distintos ramos a que foram aderindo os ativistas: batas brancas na defesa da saúde pública, maré verde na luta pela educação, plataforma de apoio aos afetados pelas hipotecas... entre muitos outros.
Entretanto, o apoio aos dois principais partidos espanhóis continua em queda livre. Uma sondagem publicada ontem pelo El País indica que o PP não alcançaria mais de 22,5% dos votos (metade do obtido nas eleições de 2011), enquanto o PSOE ficaria pelos 20%. Esquerda Unida e UPyD seriam os beneficiados.2013-05-13
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| Montagem: Avebarna |
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(..) Costuma-se associar imediatamente o nome de Barber ao conhecido e hoje quase vulgarizado Adagio para cordas (que, na verdade, trata-se de uma transcrição do segundo movimento do seu Quarteto de Cordas, op. 11). Sua obra, porém, não pode se modelar por somente esse exemplo: além de diversificada em gêneros e caráteres, apresenta contrastes que, no entanto, nunca deixam de revelar a sua própria personalidade criadora que permaneceu ativa até seus anos mais tardios. A abertura para A Escola do Escândalo, porém, foi composta em 1931, quando o compositor completava seus estudos no Curtis Institute. Tendo sido sua primeira composição para grande orquestra, feita quando ele contava com apenas 21 anos, essa obra já demonstra a excelência de Barber nas técnicas da composição e da orquestração, e revela a personalidade artística independente, desvinculada de quaisquer dogmatismos escolásticos, que lhe marcou o caminho criador. Fundamentada na comédia homônima de Richard Brinsley Sheridan, essa obra de Barber, procurando refletir o espírito da peça, é marcada por um brilho particular na orquestração e por contrastes frequentes em tempo, dinâmica e caráter. A abertura para A escola do Escândalo, ademais, ajudou a projetar o nome de Barber no cenário nacional norte-americano e ganhou, em 1933, ano de sua estreia, o prêmio Joseph H. Bearns, conferido pela Columbia University.
Moacyr Laterza Filho
Pianista e cravista, Mestre em Teoria da Literatura, Doutor em Literaturas de Língua Portuguesa, professor da Fundação de Educação Artística e da Escola de Música da UEMG.
https://www.filarmonica.art.br/educacional/obras-e-compositores/obra/a-escola-do-escandalo-abertura/