O Globo online 17-12-2018, por Lauro Jardim
Cadê o Queiroz?
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| Moro! Ó Moro! onde estás que não respondes? Em que mundo, em qu'estrela tu t'escondes?
Montagem Avebarna
Imagem: Internet Verso original:Vozes d'África (Castro Alves 1868) |
2018-12-18
Hungria tem terceira noite de manifestações contra presidente Orban
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Manifestantes marcham contra o governo
sob as decorações de
Natal
no centro de Budapeste, Hungria,
no domingo (16).
Foto: Balazs
Mohai/MTI via AP
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O centro de Budapeste foi palco nesta sexta-feira (14) de uma terceira noite consecutiva de protestos contra o presidente húngaro Viktor Orban, após a adoção na quarta de uma polêmica flexibilização da lei trabalhista húngara.
Reunidas em frente ao parlamento, entre 2 mil e 3 mil pessoas, a maioria entre 20 e 30 anos, mais uma vez desafiaram as forças de segurança, atirando garrafas de vidro contra a polícia, que respondeu com bombas de gás lacrimogêneo, disseram os jornalistas da AFP.
Organizada informalmente pelas redes sociais, como nos dias anteriores, essa manifestação mobilizou representantes da oposição de esquerda e de direita. Esses dois campos juntaram suas vozes em um evento sem precedentes na quarta-feira para tentar barrar a nova legislação.
A nova lei prevê que as empresas autorizadas peçam aos seus funcionários que façam até 400 horas-extras por ano - isto é, o equivalente a dois meses de trabalho - pagáveis dentro de três anos.
Apresentada pelo primeiro-ministro conservador nacional, Viktor Orban, como uma maneira de permitir que os trabalhadores aumentem sua renda, enquanto responde à necessidade de mão-de-obra na indústria automobilística, essa legislação é chamada de "lei dos escravos" pela oposição.
Além das exigências de revogação dessas leis, os manifestantes estenderam sua indignação contra o próprio primeiro-ministro, gritando slogans como "Orban, vá embora".
Protestos reúnem milhares de pessoas em Paris sob cerco da polícia
Cerca de 10 mil pessoas participaram dos protestos em Paris, e 125 mil em toda a França. Torre Eiffel e outros pontos turísticos ficaram fechados por conta das manifestações.
Milhares de manifestantes, chamados de "coletes amarelos", protestaram pelas ruas de Paris neste sábado (8) pelo quarto final de semana consecutivo. Perto da Champs-Elysées, a polícia jogou gás lacrimogêneo contra os manifestantes, que enfrentaram a polícia gritando "Macron renúncia!".
“(..) En un capítulo de nuestro nuevo libro, El mundo en crisis, G. Carchedi proporciona pruebas empíricas convincentes a favor de la ley de la rentabilidad de Marx que muestra la relación entre los sectores financieros y productivos en las crisis capitalistas. Desde la década de 1980, los estrategas del capital trataron de revertir la baja rentabilidad existente. La rentabilidad aumentó en parte a través de una serie de grandes depresiones (1980, 1982, 1991, 2001, etc). Pero también se recuperó (algo) a través de las denominadas medidas neoliberales como las privatizaciones, poniendo fin a los derechos sindicales, reducción del gasto público y de las pensiones, etc.
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| Foto (detalhe): Fernando Souza / AFP / GaúchaZH |
El Banco de España da por perdidos 42.017 millones (de momento) del rescate a los bancos
El supervisor actualiza el balance de la crisis financiera a 31 de diciembre y señala que de momento se han recuperado 4.477 millones
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Thomas Marsh, “Robber Barons”. Início do séc. XX
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El Banco do España considera pérdidos unos 42.017 millones de euros de los 54.353 millones de dinero público destinado a rescatar 14 entidades financeiras españolas desde 2009, según el último balance sobre las ayudas públicas para rescatar al sector financiero publicado este viernes. El supervisor también tiene en cuenta las garantías concedidas a las cajas de ahorro en la integración y venta de entidades. Además, calcula que, hasta el 31 de diciembre de 2017, solo se han recuperado 4.477 millones, y que otros 9.857 millones aún podrían regresar a las arcas públicas a través de operaciones pendientes, como la colocación pendiente de Bankia.
La institución que dirige Pablo Hernández de Cos ha actualizado el balance de las ayudas financieras en el proceso de reestructuración del sistema bancario español entre 2009 y 2017. Una de las consecuencias más polémicas de la aguda crisis financiera, que estalló en 2008 y se prolongó durante casi una década. La primera entidad en caer fue Caja Castilla-La Mancha. El Gobierno socialista de Zapatero tuvo que salir a su rescate en marzo de 2009. Desde entonces, cerca de una docena de cajas de ahorro requirieron ayudas públicas. (Continua)
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| Montagem: Avebarna Imagem original: Internet |
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