Grécia tem uma arma secreta para fazer crescer a economia: a canábis
(..) Em recente entrevista, o ministro do desenvolvimento rural e da alimentação Evangelos Apostolou mostrou interesse em investir cerca de 1,5 mil milhões de euros em estufas e outros projetos de cultivo e produção de canábis, o primeiro passo numa estratégia que pretende tornar a Grécia num dos importantes membros do mercado global desta droga recreativa. As contas do governo de Alexis Tsipras apontam para um mercado global de 200 mil milhões de euros nos próximos 10 anos e uma pequena fatia deste valor daria um contributo importante para a economia grega sedenta de dinheiro e recuperação.
El Parlament proclama la República i posa en marxa el procés
constituent
À espera, ao que parece, de um ilusório apoio da União Europeia dos barões da banca - ao invés de postular a Catalunha independente no marco de uma Federação Hispânica e uma Europa autenticamente republicanas e democráticas (socialistas seria exigir demais de Junts pel Sí) - e quem sabe assustados com o ímpeto militante de suas próprias bases eleitorais, o parlamento da Catalunha e a presidência do governo autonômico protelaram, desmobilizaram, desorganizaram - eu diria quase desmoralizaram! - o mandato popular do Referendo Nacional de 1 de Outubro.
Mas cumpriram-no, finalmente - em condições muito menos favoráveis do que teria sido em 3 de outubro, quando a nação, que assombrara o mundo dois dias antes impondo à Coroa e ao franquismo insepultos o Referendo democrático, se pôs em greve geral e tomou as ruas para aguardar, celebrar e defender a declaração de independência e a proclamação da República. Três vivas aos deputados independentistas e republicanos do parlamento autonômico! Aconteça o que acontecer, a semente da República democrática da Catalunha - e dos povos da Espanha - está lançada. Seus membros, a começar de Puigdemont e Junqueras - presidente e vice da Generalitat -, assim como Sánchez e Cuixart - dirigentes da ANC e Omnium já prisioneiros em Madrid -, precisarão ser defendidos da repressão vingativa do Estado espanhol e seus acólitos da "comunidade internacional", com unhas e dentes, por todos os adeptos da democracia, da soberania popular, da autodeterminação dos povos e - sem direito a tergiversação! - do socialismo. Está provado que somente a solidariedade ativa das multidões trabalhadoras da Espanha e da Europa poderá proporcionar à República da Catalunha as condições políticas indispensáveis à eleição e instalação de sua Assembléia Constituinte. Está provado também que o Estado espanhol de 1978 e a República democrática da Catalunha não cabem na mesma União Europeia. Tire cada um as suas próprias conclusões. A minha é que está aberta a temporada, dure quanto durar, de luta pela Assembleia Constituinte livre, soberana e democrática da República da Catalunha. O mesmo vale para tantas quantas forem as nações hispânicas que acharem por bem exigir o seu direito à autodeterminação. E vale também para as nações oprimidas da Europa, na perspectiva de uma outra União Europeia: uma união socialista dos povos livres do continente.
Alegando
agir em nome da soberania do Senado e embasados na Constituição, e não de olho
em seus próprios problemas judiciais, os senadores devolveram as funções
parlamentares do senador Aécio Neves (PSDB-MG) nesta terça-feira. O placar foi
de 44 votos a favor do tucano e 26 contrários. O senador mineiro estava
afastado do Congresso Nacional e impedido de deixar sua residência no período
noturno desde 26 de setembro. O afastamento foi determinado por decisão da 1a Turma do Supremo Tribunal Federal, mas foi o próprio Supremo, desta vez em sua formação completa, que
decidiu na semana passada que os parlamentares deveriam ter a última palavra
sobre esse tipo de restrição (Continua)
Zao Tsi-fu, conhecido no Ocidente como Sara Mago, escreveu numerosos ensaios sobre a cegueira, dentre os quais o best-seller "O pior cego é aquele que não enxerga absolutamente nada".
No íntimo de cada brasileiro que um dia elegeu Lula presidente e que, independentemente do grau de desilusão com os governos PT-PMDB, percebeu no impeachment de Dilma uma manobra descarada para beneficiar clubes empresariais em estresse recessivo e proteger escroques parlamentares em pânico investigativo, há de haver a indagação do motivo pelo qual os dois grandes partidos nacionais autoidentificados como de esquerda, o PT e PSOL, se mostram tão desinteressados de organizar iniciativas comuns capazes de reunir as multidões brasileiras em prol dos objetivos de quase todos: defenestrar o presidente usurpador, encurralar o Congresso impostor e, por tabela, neutralizar o STF fiador dessa ordem malsã para abrir passo – no mais curto prazo possível – a eleições gerais verdadeiramente democráticas, isto é, livres da influência predatória do poder do dinheiro. Não é, definitivamente, a unidade ou frente das esquerdas o que importa – cada indivíduo tem a sua opinião e cada organização o seu programa. O que importa é a unidade dos diferentes - trabalhadores com e sem partido, socialistas e ambientalistas, nacionalistas e internacionalistas, lulistas e não lulistas - em luta por objetivos democráticos comuns; é a frente das multidões por metas parciais compartilhadas que ajudem a construção de uma democracia substantiva em nosso país. Esperar passivamente, cada um na sua, as eleições previstas para 2018é passar recibo no impeachment, dar mole para a vampiragem generalizada em que se transformou a Nova República e deixar crescer o desconcerto e a frustração coletiva, ambiente ideal para a multiplicação das chances do azar.
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Presidente e vice da Generalitat de Catalunya, Carles Puigdemont e Oriol
Junqueras - respectivamente líderes do Partido Democrata Europeu Catalão e da
Esquerda Republicana da Catalunha - discutem como se livrar da Declaração de
Independência que o primeiro se viu constrangido a firmar em face da inesperada
maré humana que não apenas impôs o referendo de 1º de Outubro à Coroa e ao
franquismo insepultos como tomou as ruas do país dois dias depois para aguardar
a Proclamação da República.
(..) Es necesario, en primer lugar, ser muy respetuosos con el principio de realidad. Ni la Unión Europea, ni los principales países del mundo están dispuestos a favorecer la ruptura de España. Al contrario. Los pronunciamientos de los últimos días no dejan ninguna duda al respecto. El presidente del Consejo Europeo, Donald Tusk, principal figura institucional de la Unión, ha recomendado diálogo entre Madrid y Barcelona dentro de la Constitución. Diálogo sin uso de la fuerza. El presidente de la Comisión Europea, Jean-Claude Juncker, declaraba ayer que la Unión se opone a una hipotética independencia de Catalunya, entre otras razones, por el efecto dominó en otros países. Juncker añadía que la Comisión Europea no piensa efectuar ninguna labor de mediación. En el mismo sentido se pronunciaba hace unos días el presidente de la República Francesa, Emmanuel Macron. El ministro de Asuntos Exteriores alemán, el socialdemócrata Sigmar Gabriel, calificó hace unos días de “irresponsable” cualquier intento de declaración unilateral de independencia en Catalunya y abogó por una solución dialogada dentro de la Constitución. El jueves, coincidiendo con la fiesta del 12 de Octubre, el secretario de Estado norteamericano, Rex Tillerson, despejaba cualquier sombra de duda que pudiese haber sobre la Administración norteamericana: “Estados Unidos quiere una España fuerte y unida”. En el mismo sentido se ha pronunciado Canadá, país de referencia en el asunto que nos ocupa. El Vaticano rechaza llevar a cabo un papel mediador. El presidente de México ha dicho que jamás reconocería una Catalunya independiente. Los mensajes son rotundos y claros. Rusia también dice apoyar la integridad de España, aunque algunos de sus medios de propaganda e intoxicación en internet deslicen noticias falsas que algunos soberanistas creen muy ingenuamente. No hay apoyos en el horizonte. Ninguna instancia internacional de relieve se propone para una mediación. Esa es la verdad. (..)
2017-10-15
O escasso interesse e a fraquíssima mobilização dos ativistas virtuais em defesa da insurgência nacional, republicana, democrática e popular da Catalunha independentista muito provavelmente deriva, no caso dos simpatizantes do PT, da Lei do Silêncio decretada pelo baronato partidário, fruto de seu compromisso inabalável com a Ordem... dos tempos da Guerra Fria (!) e sua fidelidade canina às lealdades herdadas - aí incluído o Pacto de La Moncloa, de 1978, pelo qual a Coroa e o franquismo concederam aos espanhóis, supostamente representados, dentre outros, pelos partidos Socialista e Comunista, o direito à democracia parlamentar. E com a agravante do oportunismo: se o que teria para dizer sobre dado acontecimento corre o risco de não ser adequadamente compreendido pela própria base, o saite da legenda prefere fazer de conta que nada está acontecendo.
"O Lula não é o Lula. O Lula é uma ideia", diz Lula no Rio
Montagem: avebarna.blogspot.com.br
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Internet
“O Lula é uma ideia assumida por milhões de pessoas. E eles não sabem que o Lula já renasceu em milhões de mulheres e homens”, afirmou o petista em palanque montado em frente à sede da Petrobras durante protesto contra a privatização das estatais, organizado por centrais sindicais. (Continua)
"O Lula não é o Lula. O Lula é uma ideia", diz Lula no Rio
Montagem: avebarna.blogspot.com.br Imagem original: Internet
“O Lula é uma ideia assumida por milhões de pessoas. E eles não sabem que o Lula já renasceu em milhões de mulheres e homens”, afirmou o petista em palanque montado em frente à sede da Petrobras durante protesto contra a privatização das estatais, organizado por centrais sindicais. (Continua)
El sueldo de los nuevos contratos es un 12% inferior al de antes de la crisis
La recuperación del mercado laboral de los últimos años pasa por una bajada sensible en los salarios para buena parte de los trabajadores. El sueldo de los nuevos contratos firmados en el 2015 –cuando la economía logró crear medio millón de puesto de trabajo por segundo año consecutivo– fue casi un 12% inferior a los cerrados a lo largo del 2008, según concluye el estudio de Daniel Fernández Kranz publicado por Funcas. Precisamente ayer el Fondo Monetario Internacional (FMI) avisó de que el escaso avance de los salarios en las economías avanzadas tiene que ver con altas tasas de desempleo en algunos países, pero también con el aumento del trabajo por horas y la baja productividad.
En el caso de España, la tasa de desempleo sigue siendo elevada –está por encima del 17%–, mientras que el empleo a tiempo parcial involuntario supera el 60%. Y el ajuste de los últimos años ha recaído especialmente sobre los nuevos contratados. El informe de Funcas , hecho público ayer, analiza cómo son los salarios de los empleos creados desde el 2014 y de qué forma han variado con respecto al inicio de la crisis económica. Así, remarca que quienes se vieron obligados a cambiar de empleo “sufrieron un fuerte penalización salarial”. ¿Por qué han bajado tanto los sueldos para ellos? Fernández Kranz lo achaca a la pérdida de los derechos adquiridos por estos trabajadores de su ocupación anterior y a que se paga menos que antes por el mismo tipo de empleo. Un hecho que se refleja en el aumento de las diferencias salariales dentro de una misma empresa. También pesa, asegura la publicación de Funcas, el incremento del trabajo a tiempo parcial. (..)
O escasso interesse e a fraquíssima mobilização dos ativistas virtuais em defesa da insurgência nacional, republicana, democrática e popular da Catalunha independentista talvez derive, no caso dos simpatizantes do PSOL, do fato de que, a despeito da declaração oficial do partido a favor do referendo, importantes gurus intelectuais da legenda ainda não concluíram os mais de 2 milhões de laudos do Teste do Esquerdômetro que mandaram aplicar aos catalães que paralisaram o país e tomaram as ruas em 3 de outubro para defender o direito de sua nacionalidade à autodeterminação.
A terça-feira 3 de outubro era o momento crítico para que o Parlamento autonômico - sob impulso da maré de desobediência civil que assombrou o planeta, do resultado inequívoco do referendo independentista e da greve geral da nação insurgente - se reunisse, proclamasse a República da Catalunha e declarasse aberto o processo Constituinte.
De preferência com um apelo à solidariedade ativa dos democratas, indignados e pessoas comuns - las gents - de todo o mundo, a começar, e principalmente, da própria Espanha. Restaria ao Estado espanhol o recurso extremo de enviar os tanques, como pediu Alfonso Guerra, verdugo histórico do PSOE a serviço da Coroa e do franquismo insepulto.
A insurgência poderia ser contida, talvez até derrotada pela onipresença da força bruta contra a nação pacífica e desarmada. Mas a República permaneceria como uma esfoladura em carne viva, abrindo uma ampla via para a solidariedade dos trabalhadores e dos povos da Espanha e da Europa, impondo um patamar significativamente mais elevado para eventuais negociações e, o mais importante, legando à nação insubmissa o objetivo claro e palpável de toda a luta subsequente: a eleição e instalação de sua Assembléia Constituinte livre, democrática, republicana e soberana. A procrastinação da sessão do Parlamento até a segunda-feira 9 de outubro foi um erro da liderança republicana, potencialmente fatal tendo em vista a mobilização rápida, ainda que tardia, de todos os recursos políticos, econômicos, midiáticos, burocráticos, ideológicos, jurídicos e policiais ao alcance da reação mundial contra a "insensatez independentista" - da Catalunha e do Curdistão.