Jordanians vow to continue protests, demand 'new approach'
(..) After PM's resignation, protesters call for government to adopt transparent new approach to how it operates.
"We're going to send the government a new message today," Odai Nofal, who hails from the province of Zarqa, told Al Jazeera.
"That power lies with the people, that the government needs to be cautious when dealing with its citizens from now on," the 28-year-old said.
"If they want to resolve the country's economic crisis, they should place more of the burden on established corporations rather than their people."
While Jordanians have been chanting and calling for the removal Mulki, who assumed office in 2016, they have also called for transparency, a clear set of goals, and for overall change in government policies.
They also want to reintroduce subsidies on bread and oil process.
"We want to dissolve the government and demand a completely new approach to how the government deals with economic and social-related matters," 26-year-old Hussein Smadi, told Al Jazeera. (Continua)
Iglesias insiste a Sánchez en entrar en el Gobierno
Montagem Avebarna Imagem original Internet
"Ahora toca responsabilidad, espero que Sánchez sea capaz de armar un Gobierno fuerte y estable (..), ha expresado Iglesias, que se ha mostrado "a disposición de lo que decida el nuevo presidente del Gobierno" en respuesta si estaría dispuesto a entrar en el Gobierno.
Vitória indiscutível dos caminhoneiros, e da imensa maioria dos brasileiros que os apoiou passivamente por puro instinto, sem exigir, como os animadores das redes sociais lulistas, carteira de identidade de classe (vejam só!) e certificado de idoneidade ideológica. E ainda tem caras-de-pau reivindicando para o 1/2 dia de paralisação dos petroleiros a queda de Parente!
Se a FUP e a CUT os tivessem apoiado no momento certo com greves nacionais autênticas, e não livrado a própria cara com um fiasco programado, o governo ilegítimo do usurpador Michel Temer teria ido inteiro pro buraco.
Em vez de especular sobre o candidato mais apto a arrastar o cadáver insepulto da Nova República, poderíamos estar agora debatendo as Eleições Gerais - abertas a candidaturas populares e livres da interferência do arquirreacionário STF, das máfias parlamentares usufrutárias de imunidades e, principalmente, do poder do dinheiro que as financia - para retrofitar a democracia, reescrever a Constituição e instituir um poder responsável perante a maioria do povo.
2018-06-01
La pelea de este siglo: el hombre contra la máquina
La apertura de la primera fábrica de robots en Europa reaviva el debate sobre la pérdida de empleos humanos y la obligación de los autómatas de pagar impuestos
Foto El País 29-05-2018, sem crédito
No. El hombre contra la máquina fue la pelea del siglo XVIII.
La pelea del siglo XXI es la del trabajadorado planetario contra la burguesia parasitaria del capital socialmente producido y acumulado en forma de máquinas, oficinas, campos, ciudades, tecnología, medio ambiente, conocimiento, arte. Lo que se ilustra en el image no es una fuerza personal del capitalista propietario: es una una fuerza social, una creación historica colectiva.
Sin embargo, los trabajadores no disfrutan el tiempo libre que les facultarían los robots, sino que vuelven a ser "hombres libres como pájaros", parte del ejército de desempleados urbanos crónicos, trabajadores sin derechos de que se sirven, por ejemplo, los propietarios de los derechos de patente de la aplicación de tecnología GPS al transporte urbano de alquiler - tambíen ella una fuerza social, una creación histórica colectiva - para extraer como ganancia privada el excedente de lo que producen los "uberistas", hasta el día en que ellos mismos se tornarán inútiles por la robotización de los coches ya en vías de desarrollo tecnológico.
Para los capitalistas es igual: en busca de la máxima valorización de su capital, se hacen accionistas a la vez de la fábrica de coches robotizados, de los transportes urbanos uberizados, de las redes de comercio virtual, de las fuentes de energía, de los serviços urbanos y de los inmuebles de alta renta en las grandes ciudades.
Es decir: la "pelea contra las máquinas" es una tontería que nos llevará, a lo mejor, a una sociedad de propietarios de derechos sobre los procesos productivos e reproductivos de un lado y parias mantenidos por programas de renta mínima, quizás universal, por otro, con una capa intermedia de tecnológos, burócratas y periodistas muy bien pagados; a lo peor, todos sucumbiremos antes por las catástrofes climáticas.
General Mourão sugere volta dos caminhoneiros ao trabalho
Montagem AvebarnaImagens originais Internat
— Esse pessoal que pede intervenção tem de entender que vivemos num mundo muito mais complexo que o de 1964 — concluiu Mourão, sob aplausos.
Mourão também criticou o anúncio de paralisação por parte dos petroleiros.
— É vergonhoso falarem em greve agora. Quando os ex-presidentes da Petrobras compraram a refinaria de Pasadena e quando ocorreu o saque da empresa deles, os petroleiros entraram em greve?
“Do nosso lado, está tudo arrumadinho.[Guilherme] Boulos é candidato [do Psol]. Manuela [D'Ávila, do PCdoB] é candidata. Ciro [Gomes, do PDT] é candidato. Joaquim Barbosa, eu não sei o que vai acontecer, mas está no PSB, que em parte é do nosso campo”, vislumbrou o ex-cacique petista, que tem até as 17h desta sexta-feira (18) para se apresentar à Polícia Federal em Brasília.
Estranho seria se eu não me apaixonasse por você O sal viria doce para os novos lábios Colombo procurou as Índias, mas a terra avisto em você O som que eu ouço são as gírias do seu vocabulário Estranho é gostar tanto do seu All Star azul (azul) Estranho é pensar que o bairro das Laranjeiras Satisfeito sorri, quando chego ali E entro no elevador Aperto o 12 que é o seu andar Não vejo a hora de te encontrar E continuar aquela conversa Que não terminamos ontem Ficou pra hoje Estranho Mas já me sinto como um velho amigo seu Seu All Star azul combina Com o meu preto de cano alto Se o homem já pisou na lua Como ainda não tenho seu endereço? O tom que eu canto as minhas músicas Na sua voz parece exato Estranho é gostar tanto do seu All Star azul (azul) Estranho é pensar... E agora é pra vocês cantarem Laranjeiras, satisfeito sorri Quando chego ali e entro no elevador Aperto o 12 que é o seu andar Não vejo a hora de te encontrar E continuar aquela conversa Que não terminamos ontem Ficou pra hoje Hoje Hoje
Estamos
viendo otra vez niveles muy bajos de aversión al riesgo, como antes de la
crisis
El FMI ha presentado sus previsiones de primavera. El
crecimiento de la economía mundial seguirá próximo al 4%. Sigue siendo un punto
inferior al crecimiento de antes de la crisis, y ha cambiado mucho su
composición. Hoy China y la India suponen ya el 25% del PIB mundial y explican
casi la mitad del crecimiento global.
Montagem Avebarna
Imagens originais Internet
China tenía un superávit exterior próximo al 10% de su PIB
antes de la crisis y era una economía dependiente del consumo privado en EE UU
y Europa. Hoy ha reducido su superávit al 1% del PIB. India tiene un déficit
exterior del 2%, y ambas economías crecen principalmente gracias a su consumo
interno, favoreciendo las exportaciones y el empleo industrial europeo y
estadounidense.
Pero lo más relevante y preocupante ha sido el informe de
estabilidad financiera del Fondo, donde advierte que estamos de nuevo viendo
niveles muy bajos de aversión al riesgo por parte de los inversores y
comportamientos como los que provocaron la Gran Recesión. Los precios de la
vivienda vuelven a subir próximos al 10% en varios países que siguen teniendo
un elevado endeudamiento. EE UU, Reino Unido, Suecia, España e Irlanda replican
el comportamiento que nos llevó a la crisis. (Continua)
A “crítica da esquerda” que pulula nas redes sociais é uma saudável negativa, já bastante disseminada entre as novas gerações, de submissão aos padrões e exigências da cultura política legada ao século XXI pelos partidos socialdemocrata e comunista, dirigida, por caminhos diferentes e métodos peculiares, à manutenção a qualquer custo do pacto social e do marco geopolítico legados pela reconstrução capitalista do pós-Segunda Guerra Mundial, abalados em seus alicerces pela crise de rentabilidade de fins da década de 1970 e impiedosamente destroçados pelo colapso financeiro de 2007.
2018-04-07
No impeachment de Dilma, em 2016, a ausência da classe trabalhadora foi um inequívoco sintoma de seu alheamento para com aquele que fora um dia o seu partido político. Na prisão de Lula, em 2018, a ausência do movimento operário é a prova de que a relação do jovem trabalhadorado brasileiro com sua liderança histórica não vai além da lembrança que seus membros possam ter das gloriosas jornadas grevistas por salários e direitos, e da fundação da CUTpara romper com a burocracia sindical varguista, narradas por seus pais. Nem todo o barulho gerado nas redes sociais nem a foto viral de Lula "protegido pela multidão" pode obscurecer o fato de que a resistência no Sindicato dos Metalúrgicos em face da ordem de prisão não reuniu mais do que algumas dezenas de dirigentes, burocratas e fiéis adeptos partidários e sindicais e, o que é sumamente significativo, não atraiu uma única delegação operária independente tampouco mereceu uma mísera operação-tartaruga de que se tenha notícia. Se aconteceu, Lula e seu partido sequer fizeram questão de mencioná-lo. Considerando por outro lado que Lula tem, mesmo preso, a maioria das intenções de voto nas eleições previstas para 2018, fica a pergunta: qual a natureza social do lulismo e o caráter de classe do PT do século XXI?
Montagem: Avebarna Foto original: Francisco Proer/Reuters
‘Celebrou-se pacto oligárquico de saque ao Estado brasileiro’, afirma Barroso
The Bosses of the Senate. American anti-trust cartoon, 1889, by Joseph Keppler
Fonte: Internet
Não há como negá-lo, ainda que o insigne Ministro só se refira às formas manifestamente ilegais de pilhagem do Estado, deixando de lado as semi-legais, como as privatizações de monopólios públicos, e a legalíssima e sacrossanta dívida pública.
Desgraça ainda maior, que transcende amplamente o problema de se Lula é culpado ou inocente no processo do Guarujá, é este pacto sinistro, selado à sombra da Constituição de 1988 e custodiado pelos clubes patronais, ter sido ratificado, no governo, pelo partido criado pela classe trabalhadora na já longínqua década de 1980 para representá-la politicamente e construir organizações e um programa de classe para o século XXI.
A debacle política, moral e intelectual do PT é uma tragédia de dimensões históricas.
A organização política de classe dos trabalhadores brasileiros - como de todo o mundo, aliás - está vacante. Cabe ao próprio trabalhadorado recriá-la, sob formas que, tal como no Brasilda década de 1980 (e em outras partes também: quem não se lembra do Solidarnosc?) só no calor da luta se poderão forjar. Fora Temer... agora mesmo! Dissolução imediata do Congresso
povoado de trambiqueiros e golpistas! Justiça igual para todos! Assembléia
Constituinte já para retrofitar a democracia, livre da influência do dinheiro e
aberta a candidaturas independentes oriundas dos movimentos sociais!
Beija-flor me chamou: olha Lua branca chegou na hora O Beija-Mar me deu prova: Uma estrela bem nova Na luminária da mata Força que vem e renova Beija-Flor de amor me leva Como o vento levou a folha Minha Mamãe soberana Minha Floresta de jóia Tu que dás brilho na sombra Brilhas também lá na praia Beija-Flor me mandou embora Trabalhar e abrir os olhos Estrela d'Água me molha Tudo que ama e chora Some na curva do rio Tudo é dentro e fora Minha Floresta de jóia
Tem a água tem a água tem aquela imensidão tem sombra da Floresta tem a luz do coração Bem-querer!!!
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Beija-flor em va cridar: mira, Lluna blanca ha arribat a l'hora.
El Beija-mar m'assegura que hi ha una estrella ben nova al lluminar de la selva, força que arriba i renova.
Beija-flor de l'amor, endú-te'm com el vent se n'ha endut la fulla.
Tu, la mamà sobirana, la meva jungla de joies, tu que, brillant dins l'ombra, brilles també allà a la platja.
Beija-flor m'ha enviat? a fer feina i a obrir els ulls.
Estrella d'aigua que em mulla. Tot el que estima i que plora fuig pel meandre del riu. Tot és a dins i és a fora, la meva jungla de joies. Tu tens aigua, tu tens aigua, tens aquella immensitat. Tu tens l'ombra de la selva, tens la llum que ve del cor.
A veia stalinofrênica dos ideólogos e propagandistas do lulismo anda tão saltada e exposta com o risco do morubixaba acabar excluído - pelos de sua nova tribo, é bom que se diga - da pajelança eleitoral de 2018, que não dá mais para achar que é simples cacoete ou mera coincidência: urge uma explicação sociológica.