2018-10-10
quarta-feira, 10 de outubro de 2018
segunda-feira, 8 de outubro de 2018
sábado, 6 de outubro de 2018
sexta-feira, 5 de outubro de 2018
quinta-feira, 4 de outubro de 2018
O caminho do Egito
Deu no El País online
2018-10-04
29-09-2018, por Gil Alessi e Flavia Marreiro
“Não aceito resultado diferente da minha eleição”, desafia Bolsonaro na TV aberta
A candidatura
Bolsonaro é o balão de ensaio; a oscilação à direita das multidões desorientadas a oportunidade; esta declaração a senha: tudo indica que se prepara uma
“solução militar”.
Em caso de derrota no voto, na forma de um putsch armado ou de um novo motim parlamentar; em caso de vitória, de uma semiditadura bonapartista com o apoio do Congresso.
Em todos os casos, com a cobertura do STF.
E sempre em benefício dos bancos, financeiras e grandes cadeias globais de negócios.
Ave, Sisi!
Em caso de derrota no voto, na forma de um putsch armado ou de um novo motim parlamentar; em caso de vitória, de uma semiditadura bonapartista com o apoio do Congresso.
Em todos os casos, com a cobertura do STF.
E sempre em benefício dos bancos, financeiras e grandes cadeias globais de negócios.
Ave, Sisi!
2018-10-04
quarta-feira, 3 de outubro de 2018
A serpente do ovo
Estadão 03-09-2018,
por Redação
Candidatos do PSL destroem placa com homenagem a Marielle Franco
terça-feira, 2 de outubro de 2018
Cabo eleitoral
BAND 02-10-2018, por Redação
Moro retira sigilo de parte da delação premiada de Palocci que cita Lula
2018-10-02
segunda-feira, 1 de outubro de 2018
#EleNão
As jornadas #EleNão de 29 de setembro são um fato político novo e qualitativamente distinto nessas eleições pseudodemocráticas.
Mobilizados por círculos de mulheres, milhões se reuniram nas praças de todo o país, e até do estrangeiro, num tsunami multipartidário de repúdio ao demagogo ultradireitista Bolsonaro.
Uma lufada de ar fresco recendente à primavera de indignação transnacional de 2011-2013 contra os gases mefíticos da decomposição da Nova República.
Nas palavras de um inspirado psolista do Facebook, "se tem alguma frente antifascista acontecendo, ela estará nas ruas hoje."
Não seria então o caso, no atual cenário de intenções de voto, de os candidatos que reivindicam o caráter civilizatório do #EleNão darem uma resposta positiva ao movimento por meio de um debate público, uma "cúpula democrática" transmitida pelas redes, sobre a hipótese de retirada coletiva em favor daquele mais bem situado nas pesquisas – sem pré-condições, vale dizer, sem qualquer compromisso de renúncia a divergências, críticas ou mesmo oposição aberta ao futuro governo?
Não seria salutar obstruir o acesso de Bolsonaro, e do conventículo de conspiradores e nazistas que o secundam e sustentam, à propaganda gratuita de suas ideias degradantes numa inútil campanha de 2º turno?
Por que não estender imediatamente ao plano eleitoral o revés acachapante que acaba de lhes ser imposto pela mobilização feminista e popular?
2018-09-29
Mobilizados por círculos de mulheres, milhões se reuniram nas praças de todo o país, e até do estrangeiro, num tsunami multipartidário de repúdio ao demagogo ultradireitista Bolsonaro.
Uma lufada de ar fresco recendente à primavera de indignação transnacional de 2011-2013 contra os gases mefíticos da decomposição da Nova República.
Nas palavras de um inspirado psolista do Facebook, "se tem alguma frente antifascista acontecendo, ela estará nas ruas hoje."
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| Largo da Batata, São Paulo |
Não seria então o caso, no atual cenário de intenções de voto, de os candidatos que reivindicam o caráter civilizatório do #EleNão darem uma resposta positiva ao movimento por meio de um debate público, uma "cúpula democrática" transmitida pelas redes, sobre a hipótese de retirada coletiva em favor daquele mais bem situado nas pesquisas – sem pré-condições, vale dizer, sem qualquer compromisso de renúncia a divergências, críticas ou mesmo oposição aberta ao futuro governo?
Não seria salutar obstruir o acesso de Bolsonaro, e do conventículo de conspiradores e nazistas que o secundam e sustentam, à propaganda gratuita de suas ideias degradantes numa inútil campanha de 2º turno?
Por que não estender imediatamente ao plano eleitoral o revés acachapante que acaba de lhes ser imposto pela mobilização feminista e popular?
Qualquer candidato pode tomar a iniciativa. Não há tempo a perder.
2018-09-29
sábado, 29 de setembro de 2018
Vem aí: a Internacional Nacionalista
Independent 27-09-2018,
por Washington Post
2018-09-29
The movement: How Steve Bannon is spreading populist Trump-style politics across Europe
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Selfie de Naruto, Junho de 2011. Fotografia David J.
Slater.
Fonte: https://nationalgeographic.sapo.pt/natureza/grandes-reportagens/1231-sos-macacos |
After being forced out as White House chief strategist,
former Breitbart News chief determined to ignite his brand of
nationalism in the rest of the world.
2018-09-29
sexta-feira, 28 de setembro de 2018
Despautério burocrático
El País Brasil 26-09-2018, por Marina Rossi
https://brasil.elpais.com/brasil/2018/09/24/politica/1537815456_213002.html![]() |
Montagem Avebarna |
P. Dentro desse contexto, o senhor acha que existe a possibilidade de o PT ganhar essas eleições e não levar?
R. Acho improvável que o Brasil caminhará [sic] para um desastre total. Na comunidade internacional isso não vai ser aceito. E dentro do país é uma questão de tempo pra gente tomar o poder. Aí nós vamos tomar o poder, que é diferente de ganhar uma eleição. (..)
O Comandante Dirceu assegura que a direita brasileira acaba de sofrer a maior derrota de sua história. Mas deposita suas esperanças de garantia de uma vitória eleitoral do PT na "comunidade internacional". E culmina dizendo que "dentro do país é uma questão de tempo pra gente tomar o poder (..), que é diferente de ganhar uma eleição".
Pergunta: "A gente" quem, cara pálida? A burocracia petista, os lulocapitalistas e alguma improvável clique de "coronéis do povo"? Que dependem da "comunidade internacional" (EUA? União Europeia? Putin-Erdogan-Assad? Xi? Diaz-Canel? Maduro?) para lhes assegurar uma simples vitória eleitoral depois da "maior derrota histórica da direita no Brasil"?
A parcela esclarecida do eleitorado de Haddad deve estar perplexa.
A parcela esclarecida do eleitorado de Haddad deve estar perplexa.
Bolsonaro e Mourão devem estar rindo de orelha a orelha mesmo sem ter entendido nada.
2018-09-28
2018-09-28
quinta-feira, 27 de setembro de 2018
Um homem e nenhum segredo
El País online 27-09-2018, por Sandro Pozzi
Netanyahu sostiene en la ONU que Irán tiene un almacén
nuclear secreto en Teherán
quinta-feira, 20 de setembro de 2018
Já?
Deu no
Valor online
20-09-2018,
por Assis Moreira
Economia global atingiu pico de crescimento, diz a OCDE
O crescimento da economia global atingiu seu pico, está menos sincronizado e os riscos e incertezas se intensificam com a escalada da guerra comercial, alerta a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Economico (OCDE). Em suas projeções atualizadas, a entidade calcula que a expansão da economia mundial deve se estabilizar em 3,7% neste ano e em 2019., cerca de 0,25 ponto percentual a menos do que previsto em maio. Houve revisão para baixo do desempenho de boa parte das maiores economias desenvolvidas e emergentes que formam o G-20.
Montagem Avebarna
Imagens originais Internet
Um forte aumento do emprego e políticas monetária e fiscal de estímulo devem continuar a sustentar a demanda interna nas economias avançadas no curto prazo. A taxa de desemprego de 5,3% nos países ricos está abaixo da taxa de antes da crise de 2008. O crescimento dos salários, porém, decepciona. Isso cria incertezas sobre o tamanho da capacidade ociosa que persiste em várias economias e tem impacto na renda disponível.
(Continua)
sábado, 15 de setembro de 2018
Me imprensa que eu gosto
El País 14-09-2018, Editorial
Bombas saudíes
El Gobierno está obligado a garantizar que los misiles no serán usados contra población civil
2018-09-15
![]() |
| Montagem: avebarna Imagem original: Internet / autoria não identificada |
(..) El Gobierno español está obligado a garantizar que esas bombas tan sofisticadas no van a ser utilizadas contra la población civil. No se trata de elegir entre la venta de armamento y los puestos de trabajo en unos astilleros, sino de conducir el debate al lugar donde debe estar. Es decir, en cumplir la ley y en obtener garantías saudíes de que el armamento español no será usado para castigar a una población civil indefensa.
2018-09-15
terça-feira, 11 de setembro de 2018
Autogolpe: retrospecto
Deu no Click PB
08-09-2018, por Catraca Livre
Mourão defende ‘autogolpe’ em caso de anarquia
Pensando bem, o autogolpe do general Mourão carece de originalidade
2018-09-11
segunda-feira, 10 de setembro de 2018
Autogolpe: prospecto
Click PB 08-09-2018, por Catraca Livre
Mourão defende ‘autogolpe’ em caso de anarquia
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O capitão Bolsonaro treina intensivamente
a opção do autogolpe preconizada pelo general Mourão
Montagem: Avebarna Imagem origina:
https://www.shazam.com/pt/track/133832482/how-do-you-sabotage-yourself |
sábado, 8 de setembro de 2018
O capital no século XXI: competição global, Estado nacional, desbarato geral
El País 08-09-2018, por L Abellán, J Cañas e Carlos Cué
El Gobierno reabre la puerta a vender bombas a Arabia Saudí
para mantener un contrato millonario de Navantia
(..) España trata de retener el jugoso contrato de 1.813 millones
de euros por el que el astillero Navantia construirá cinco corbetas para Arabia
Saudí, que está en peligro por la decisión de Defensa de anular una venta
a Riad de 400 bombas pertenecientes al Ejército español que se firmó en 2015,
cuando era ministro Pedro Morenés.
Las autoridades saudíes están molestas por este anuncio del departamento que dirige Margarita Robles, y el Gobierno apunta que se está replanteando ese anuncio. Eso supondría una clara desautorización de la ministra, pero sobre todo implicaría entregar las bombas de precisión a Arabia Saudí sabiendo que casi con seguridad serán utilizadas contra la población em el conflito de Yemen. El dilema para el Ejecutivo es complejo, pero el Gobierno insiste en que es "prioritario" el contrato de Navantia, que garantiza unos 6.000 empleos en Cádiz. El Gobierno busca una solución intermedia, pero en ningún caso se plantea poner en riesgo ese contrato de los astilleros españoles, por lo que es probable que la ministra tenga que enmendar su decisión, que ahora en La Moncloa rebajan como una simple "declaración de intenciones".
La portavoz del Gobierno, Isabel Celaá, no llegó a anunciar abiertamente esa marcha atrás, pero la dejó apuntada. Insistió varias veces en que el Gobierno hará todo lo necesario para mantener "las excelentes relaciones con Arabia Saudí" y el contrato de Navantia. Celaá repitió que los trabajadores “pueden estar tranquilos” porque se va a encontrar una solución. "Pueden estar seguros de que el Gobierno está con ellos", remató. (..)
2018-09-08
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Montagem: avebarna
Clique na imagem para ampliar
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Las autoridades saudíes están molestas por este anuncio del departamento que dirige Margarita Robles, y el Gobierno apunta que se está replanteando ese anuncio. Eso supondría una clara desautorización de la ministra, pero sobre todo implicaría entregar las bombas de precisión a Arabia Saudí sabiendo que casi con seguridad serán utilizadas contra la población em el conflito de Yemen. El dilema para el Ejecutivo es complejo, pero el Gobierno insiste en que es "prioritario" el contrato de Navantia, que garantiza unos 6.000 empleos en Cádiz. El Gobierno busca una solución intermedia, pero en ningún caso se plantea poner en riesgo ese contrato de los astilleros españoles, por lo que es probable que la ministra tenga que enmendar su decisión, que ahora en La Moncloa rebajan como una simple "declaración de intenciones".
La portavoz del Gobierno, Isabel Celaá, no llegó a anunciar abiertamente esa marcha atrás, pero la dejó apuntada. Insistió varias veces en que el Gobierno hará todo lo necesario para mantener "las excelentes relaciones con Arabia Saudí" y el contrato de Navantia. Celaá repitió que los trabajadores “pueden estar tranquilos” porque se va a encontrar una solución. "Pueden estar seguros de que el Gobierno está con ellos", remató. (..)
terça-feira, 21 de agosto de 2018
Eleições 2018: passando a borracha
G1 21-08-2018, por G1
Pesquisa Ibope de 20 de agosto para presidente por sexo,
idade, escolaridade, renda, região, religião e raça
Comentários:
(1) Lula, o autodesignado candidato dos pobres e da felicidade nacional, nada de braçada num oceano de popularidade, tanto maior quanto mais clara é a percepção coletiva de estar pagando sozinho, com a liberdade do próprio bolso, o saldo devedor da República das Empreiteiras. Nulos, brancos, indecisos e revoltados em geral manifestam seu decontentamento à margem do PSOL, que submerge na irrelevância. Marina, opção default dos ecologistas com mais de 60 e libertários com mais de 30, especula com a chance de ascensão no vácuo do veto judicial ao líder. Ciro, o eterno plano B do nacional-desenvolvimentismo, respira por aparelhos.
(2) A democracia revolucionária de Junho de 2013 não se faz representar na disputa presidencial. A independência de classe do trabalhadorado também não.
(3) O "partido da Lava Jato", cujo principal porta-voz é hoje o ministro Barroso, não tem um candidato para chamar de seu. Um fato intrigante, considerando a imensa popularidade de que desfrutou pelo menos até a fragorosa derrota de novembro de 2016, quando o Congresso povoado de bandidos, que acabara de derrubar Dilma Rousseff por motivo fútil e substituí-la pelo "progressista" Michel Temer, rejeitou o projeto de lei anticorrupção proposto pelo Ministério Público com considerável apoio popular. Ou seja, a regeneração das instituições apodrecidas da Nova República a cargo da cúspide dessas mesmas instituições - a Presidência, o Congresso e o STF - provou ser uma quimera reacionária. Com efeito: do ponto de vista do significado político do cerco popular ao Congresso em junho de 2013, a Lava Jato é um fiasco.
(4) Lula trabalha para transferir seu prestígio, uma vez mais, para um membro de sua corte, fiel à sua burocracia e, o mais importante, devoto do bipartidarismo das pombas e falcões da classe proprietária dominante. A deposição da subcomandanta Rousseff num motim parlamentar liderado pela própria "base aliada" já foi há muito contabilizada como despesa contingente. A novidade é o PT ter sido levado, pela força das circunstâncias e a contrapelo de seu próprio ethos, a fazer a única campanha eleitoral que questiona de alguma forma a legitimidade dessas eleições: Lula Candidato, Lula nos Debates. Afinal, pergunto eu, como entender que Lula não pode ser candidato quando toda a malta de congressistas sob investigação estará na TV, à sombra das imunidades constitucionais, exortando os respectivos currais eleitorais a reconduzi-los aos seus cargos para mais quatro anos de cambalachos premiados?
(5) Para mim, essa eleição é uma trampa, se não uma fraude completa - sem Lula ou com Lula -, usada pelos lados direito e esquerdo da Ordem, golpeadores e golpeados, como narcótico do clamor nacional Fora Temer! e purgante de seu corolário Eleições Gerais, ou Assembléia Constituinte, para reconstruir a democracia sobre novas bases. Sua missão, ao contrário, é “normalizar” o país com a transmissão do posto do usurpador Michel Temer ao político mais votado - de preferência, mas não necessariamente, um que não tenha ligação com a memória da organização de classe parida pelo trabalhadorado em 1980 - para tentar ressuscitar a Nova República passando uma borracha no tsunami democrático de Junho de 2013, no golpe parlamentar contra Dilma Rousseff e nas investigações da Lava Jato. E se possível, para exorcizar a nova crise econômico-financeira que assoma no horizonte. Uma pretensão desorbitada, mas essa é outra história.
2018-08-21
Veja também, neste blog
“Transformam o país inteiro num puteiro (Cazuza)”
https://avebarna.blogspot.com/2012/04/paris-e-uma-festa.html
Comentários:
(1) Lula, o autodesignado candidato dos pobres e da felicidade nacional, nada de braçada num oceano de popularidade, tanto maior quanto mais clara é a percepção coletiva de estar pagando sozinho, com a liberdade do próprio bolso, o saldo devedor da República das Empreiteiras. Nulos, brancos, indecisos e revoltados em geral manifestam seu decontentamento à margem do PSOL, que submerge na irrelevância. Marina, opção default dos ecologistas com mais de 60 e libertários com mais de 30, especula com a chance de ascensão no vácuo do veto judicial ao líder. Ciro, o eterno plano B do nacional-desenvolvimentismo, respira por aparelhos.
(2) A democracia revolucionária de Junho de 2013 não se faz representar na disputa presidencial. A independência de classe do trabalhadorado também não.
(3) O "partido da Lava Jato", cujo principal porta-voz é hoje o ministro Barroso, não tem um candidato para chamar de seu. Um fato intrigante, considerando a imensa popularidade de que desfrutou pelo menos até a fragorosa derrota de novembro de 2016, quando o Congresso povoado de bandidos, que acabara de derrubar Dilma Rousseff por motivo fútil e substituí-la pelo "progressista" Michel Temer, rejeitou o projeto de lei anticorrupção proposto pelo Ministério Público com considerável apoio popular. Ou seja, a regeneração das instituições apodrecidas da Nova República a cargo da cúspide dessas mesmas instituições - a Presidência, o Congresso e o STF - provou ser uma quimera reacionária. Com efeito: do ponto de vista do significado político do cerco popular ao Congresso em junho de 2013, a Lava Jato é um fiasco.
(4) Lula trabalha para transferir seu prestígio, uma vez mais, para um membro de sua corte, fiel à sua burocracia e, o mais importante, devoto do bipartidarismo das pombas e falcões da classe proprietária dominante. A deposição da subcomandanta Rousseff num motim parlamentar liderado pela própria "base aliada" já foi há muito contabilizada como despesa contingente. A novidade é o PT ter sido levado, pela força das circunstâncias e a contrapelo de seu próprio ethos, a fazer a única campanha eleitoral que questiona de alguma forma a legitimidade dessas eleições: Lula Candidato, Lula nos Debates. Afinal, pergunto eu, como entender que Lula não pode ser candidato quando toda a malta de congressistas sob investigação estará na TV, à sombra das imunidades constitucionais, exortando os respectivos currais eleitorais a reconduzi-los aos seus cargos para mais quatro anos de cambalachos premiados?
(5) Para mim, essa eleição é uma trampa, se não uma fraude completa - sem Lula ou com Lula -, usada pelos lados direito e esquerdo da Ordem, golpeadores e golpeados, como narcótico do clamor nacional Fora Temer! e purgante de seu corolário Eleições Gerais, ou Assembléia Constituinte, para reconstruir a democracia sobre novas bases. Sua missão, ao contrário, é “normalizar” o país com a transmissão do posto do usurpador Michel Temer ao político mais votado - de preferência, mas não necessariamente, um que não tenha ligação com a memória da organização de classe parida pelo trabalhadorado em 1980 - para tentar ressuscitar a Nova República passando uma borracha no tsunami democrático de Junho de 2013, no golpe parlamentar contra Dilma Rousseff e nas investigações da Lava Jato. E se possível, para exorcizar a nova crise econômico-financeira que assoma no horizonte. Uma pretensão desorbitada, mas essa é outra história.
Veja também, neste blog
“Transformam o país inteiro num puteiro (Cazuza)”
https://avebarna.blogspot.com/2012/04/paris-e-uma-festa.html
domingo, 19 de agosto de 2018
Trilha sonora: Muito Estranho
Muito Estranho
Claudio Rabello
Dalto
Hum! Mas se um dia eu chegar muito estranho
Deixa essa água no corpo lembrar nosso banho
Hum! Mas se um dia eu chegar muito louco
Deixa essa noite saber que um dia foi pouco
Cuida bem de mim
Então misture tudo dentro de nós
Porque ninguém vai dormir nosso sonho
Hum! Minha cara, pra que tantos planos
Se quero te amar e te amar e te amar muitos anos
Hum! Tantas vezes eu quis ficar solto
Como se fosse uma Lua a brincar no teu rosto
Cuida bem de mim
Então misture tudo dentro de nós
Porque ninguém vai dormir nosso sonho
Cuida bem de mim
Então misture tudo dentro de nós
Porque ninguém vai dormir nosso sonho
terça-feira, 7 de agosto de 2018
Enquete Avebarna
Assista aos vídeos abaixo e responda:
Por qual desses dois depoimentos você se sente mais bem representado?
Qual dessas duas abordagens lhe parece mais merecedora de consideração por parte de um autêntico partido de classe dos trabalhadores?
Qual dessas duas sínteses melhor corresponde aos termos da propaganda política do PT nos últimos 5 anos, ou seja, desde o advento da crise econômica?
O que tudo isso tem a ver com a situação política atual?
"Se as pessoas soubessem como funcionam as coisas, os pobres e a classe média fariam uma revolução."
Eduardo Moreira, Ex-sócio do Banco Pactual, julho de 2018
“A classe
média é uma abominação política, porque é fascista, é uma abominação ética
porque é violenta, e é uma abominação cognitiva porque é ignorante. (..) Eu
odeio a classe média!"
Marilena Chauí, filósofa, maio de 2013
2018-08-07
domingo, 5 de agosto de 2018
Avebarna Domingo: O Capital no Século XXI
Viento Sur 31-07-2018, por Michel Husson
https://vientosur.info/la-explicacion-del-desempleo-por-los-economistas-dominantes/
La explicación del desempleo por los economistas dominantes
(..) El modelo de base que está tras los discursos y las prácticas neoliberales pone en juego tres relaciones:
- la curva de Phillips o uno de sus sucedáneos: el desempleo permite ajustar una inflación esencialmente salarial;
Está claro entonces que si la curva de Phillips se evapora, desaparece ese modelo de gestión. Es lo que teme Oliver Blanchard, ya citado: “la curva de Phillips está siempre ahí. Pero su forma actual plantea serios desafíos a la política monetaria”. Patrick Artus va más lejos: “Si estas evoluciones persisten, se hunde todo el fundamento teórico de la política monetaria de la zona euro (pilar monetario, reacción de los tipos de interés a las tasas de desempleo o al outpout gap -diferencia entre el PIB real y el ptencial, ndt-, credibilidad), por lo que debería ser reemplazado” . Y es el Financial Times quien mejor resume la situación: “retirad la curva de Phillips y los banqueros centrales van a chapotear”.
Diez años después del estallido de la crisis, los economistas dominantes constatan con decepción que sus juguetes ya no funcionan. Sus esquemas con pretensión teórica no tienen contacto con el funcionamiento concreto del capitalismo. Patrick Artus, decididamente muy lúcido, reconoce no saber ya “analizar la situación. Es bastante increíble constatar que The Economist deplora el demasiado débil poder de negociación de los trabajadores. La biblia del neoliberalismo inteligente sugiere “incrementar el poder de los trabajadores” e “históricamente la mejor forma de llegar a ello es impulsando la sindicación de cada vez más trabajadores”. ¡¿Estamos soñando?! Pero la conclusión del artículo suena también como una advertencia: “Más poder a los trabajadores descontentaría sin duda a los empresarios. Pero es mucho más temible un mundo en el que los aumentos de salarios serían inimaginables”.
2018-08-05
https://vientosur.info/la-explicacion-del-desempleo-por-los-economistas-dominantes/
La explicación del desempleo por los economistas dominantes
(..) El modelo de base que está tras los discursos y las prácticas neoliberales pone en juego tres relaciones:
- la demanda global: varía en sentido inverso a la tasa de interés real;
- el “ajuste de Taylor” cuando la inflación sobrepasa el objetivo fijado, el banco central aumenta el tipo de interés y reduce o frena la demanda, es decir el empleo.
Está claro entonces que si la curva de Phillips se evapora, desaparece ese modelo de gestión. Es lo que teme Oliver Blanchard, ya citado: “la curva de Phillips está siempre ahí. Pero su forma actual plantea serios desafíos a la política monetaria”. Patrick Artus va más lejos: “Si estas evoluciones persisten, se hunde todo el fundamento teórico de la política monetaria de la zona euro (pilar monetario, reacción de los tipos de interés a las tasas de desempleo o al outpout gap -diferencia entre el PIB real y el ptencial, ndt-, credibilidad), por lo que debería ser reemplazado” . Y es el Financial Times quien mejor resume la situación: “retirad la curva de Phillips y los banqueros centrales van a chapotear”.
Diez años después del estallido de la crisis, los economistas dominantes constatan con decepción que sus juguetes ya no funcionan. Sus esquemas con pretensión teórica no tienen contacto con el funcionamiento concreto del capitalismo. Patrick Artus, decididamente muy lúcido, reconoce no saber ya “analizar la situación. Es bastante increíble constatar que The Economist deplora el demasiado débil poder de negociación de los trabajadores. La biblia del neoliberalismo inteligente sugiere “incrementar el poder de los trabajadores” e “históricamente la mejor forma de llegar a ello es impulsando la sindicación de cada vez más trabajadores”. ¡¿Estamos soñando?! Pero la conclusión del artículo suena también como una advertencia: “Más poder a los trabajadores descontentaría sin duda a los empresarios. Pero es mucho más temible un mundo en el que los aumentos de salarios serían inimaginables”.
2018-08-05
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